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MEU ANIMAL AMIGO: Setembro 2011

terça-feira, 6 de setembro de 2011

MORDIDAS / PREVENÇÃO - CACHORROS


E embora as mordidas de cachorros sejam de ocorrência mais frequente, elas uma menor possibilidade de infeccionar, e são muito menos perigosas do que as mordidas de outros animais domésticos, como por exemplo, os gatos, que tem os seus dentes mais afiados e penetram mais profundamente na pele. Porem as mordidas dos cachorros e outros animais domésticos pode causar uma variedade de problemas, que vão desde infecções leves na pele até doenças mais graves, como tétano e raiva. Devido a estas graves consequências, não é recomendável se prevenir e não se expor a risco de acidentes, principalmente com cachorros ou outros animais estranhos.


Mas caso ocorra algum acidente, como arranhados e mordidas, lave imediatamente e de forma cuidadosa o local ferido com sabão e agua abundante por alguns minutos, e depois ponha algum antisséptico ou álcool na ferida. E logo após procure auxilio medico, principalmente se a mordida ou o arranhão, for nas mãos ou nos dedos, pois mordidas nestes locais são mais propensas a desenvolverem infecções graves, e precisam ser tratadas mais rápido e cuidadosamente. E mesmo que após a consulta medica, nada tenha sido constatado a principio, Se nos próximos dias houver manifestação de febre e/ou inchaço progressivo, vermelhidão e dor no local da mordida, deve-se retornar ao medico imediatamente.
Para que sejam feitos os exames necessários para confirmar e se assegurar de que não houve contaminação e não se contraiu nenhuma infecção através da mordida. Pois há um grande número de bactérias, vírus e germes que podem ser encontrados na boca dos cachorros e outros animais domésticos. Como bactérias estafilococos, estreptococos, e Pasteurella multocida, que podem levar a infecções sérias e potencialmente perigosas, que podem se espalhar por todo o organismo como tendões, ossos e corrente sanguínea, e vírus como o Clostridium tetani, que causa de tétano e o vírus Rhabdovirus RNA que causa raiva, que é uma infecção que afeta todo o sistema nervoso e o cérebro e em 99% dos casos é fatal.
E as crianças são as que estão mais propensas a estes acidentes e consequentemente corre um maior risco de serem mordidas ou arranhadas, por cachorros ou outros animais domésticos. Por elas não tem consciência ou noção de como se deve proceder e tratar e o perigo que representa a possibilidade de uma eventual reação agressiva principalmente por parte dos cachorros a uma brincadeira bruta ou incomoda feita pelas crianças. E crianças do sexo masculino, ou seja, meninos com idades variando entre cinco e nove anos estão mais propensos a sofrerem este tipo de acidente e apresentam um maior risco de serem mordidos por cachorros.


Sendo que a grande maioria dos acidentes são reativos por parte dos cachorros, pois os cachorros apenas reagem ou se defendem de uma brincadeira bruta, ação agressiva ou provocação por parte das crianças. E as medidas e formas mais efetivas de se prevenir estes acidentes e as eventuais infecções é saber controlar e conter em uma abordagem dupla tanto o comportamento da criança, quanto o comportamento do cachorro. Educando e orientando as crianças de como devem proceder ao lidar com os cachorros e outros animais, e treinar, orientar e conter os cachorros em relação a seu comportamento com as pessoas, principalmente com as crianças da família.
Os cachorros que estão habituados a viver cercados por muitas pessoas são menos propensos a se tornarem agressivos ou se envolverem em acidentes deste tipo. Porem cachorros que passam muito tempo sozinhos, e tem pouco contato com crianças, tem uma tendência a serem mais impacientes e agressivos, tanto com estranhos, quanto com situações que os incomodem ou os provoquem. Se necessário treine ou contrate um adestrador para ensinar o cachorro a controlar a sua tendência agressiva. E também ensinar as crianças que não se deve brincar ou provocar cachorros ou outros animais estranhos. Pois mesmo um pequeno gatinho, pode reagir com um arranhão ou uma mordida, que podem ser ter graves consequências.


E principalmente que as crianças evitem provocar os cachorros, com chutes, empurrões, puxões ou perseguições. E também a nunca incomodar um cachorro que está comendo ou dormindo. E mantenha a vacinação em dia, principalmente a vacina contra raiva, e caso haja algum acidente, não exista a possibilidades de infecção por este vírus fatal. Neutralize também a propenso comportamento agressivo do cachorro através do procedimento da Castração, pois cachorros e outros animais castrados são mais calmos e menos propensos a reagirem agressivamente. Se informe com o seu veterinário, sobre as vantagens deste procedimento, e o momento mais apropriado para se fazê-lo.