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MEU ANIMAL AMIGO: Outubro 2010

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

CHICO, O AMIGO DOS ANIMAIS

Todos aqueles que conhecem a vida de Chico Xavier, vêm observando, ao longo do tempo, o seu grande amor pelos animais.
Em sua casa, ele tinha dois cachorrinhos da raça pequinês, chamados Brinquinho e Fofa.
Brinquinho, apesar de encontrar-se cego e doente, acompanhava o Chico em todos os seus movimentos dentro de casa.
Enquanto o médium trabalhava psicografando páginas e mais páginas dos Amigos Espirituais, Brinquinho permanecia debaixo da mesa, aos pés do dono, como se estivesse orando ...
À chegada de alguém, ele latia ou aproximava-se mais de seu benfeitor, no intuito de protegê-lo
Brinquinho só faltava falar, pois Chico conversava muito com ele, e o mais espantoso é que ele compreendia tudo e respondia a seu modo.
No dia 12 de outubro, quando comemorávamos o Dia da Criança, ele partiu para o Mundo Espiritual.
Apesar de não se queixar, percebemos a dor do Chico, com a separação transitória do “grande amigo”, qual ele se referia sempre ao cachorrinho.
O amigo dos animais o enterrou no quintal de sua casa, bem próximo de seu quarto. Chico contou-nos um lindo fato sobre Brinquinho, evidenciando que ele era uma cachorro diferente.
Em certa época, havia em sua casa uma gata que tinha dado à luz a muitos gatinhos.
Eles, porém, eram muito pequeninos e tinham muita dificuldade de aproximarem-se da mãe, para mamar.
Brinquinho, então, conduzia-os ternamente, com a boca, até a “mamãe gata”, da mesma forma que ela procedia para carregá-los ...
Ao recordar do amigo, os olhos de Chico brilhavam pelas lágrimas de saudades!
Fofa, a outra cachorrinha, que ainda permanece ao lado do médium, também sentiu muita falta de branquinha, e a cada dia apega-se mais ao seu grande protetor...
E. muitas vezes, ao distanciar-se dele, ela o chama, num som bem nítido: “Chi ... Chi ...”
Outro lado interessante do amor de Chico aos animais, é o que acontece quando ele vai à Goiânia, nas vésperas do Natal, visitar os irmãos hansenianos na Colônia Santa Marta.
Como mensageiro da esperança, a sua presença é o melhor presente de Natal, como dizem os próprios doentes.
Mas, a chegada de Chico à Colônia é precedida de grande inquietação, não somente por parte dos amigos que lá residem, mas, sobretudo, por um cão...
Contam alguns amigos goianenses que este cachorro tinha uma doença na pele e estava destinado a ser sacrificado ...
Ao vê-lo na Colônia, Chico aproximou-se, ajoelhou e abraçou-o.
Desde então, ele curou-se. Chico deu-lhe o nome de Menino.
Ele parece pressentir quando o amigo está para chegar, pois fica todo agitado, ganindo muito. Quando o carro que conduz Chico estaciona, Menino tenta soltar-se da coleira para ir ao seu encontro.
Ele que era um cão feroz, devido à erupção na pele, agora é dócil, principalmente com o seu grande amigo de Uberaba.
Os animais têm alma e Chico é sensível a esta realidade, auscultando-lhe o psiquismo e, em sua vida de renúncia, eles lhe valem por grandes companheiros em suas horas de solidão

Página extraída do livro Chico Xavier Mediunidade e Ação, escrito por Carlos Antônio Baccelli,

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

CIDADE OFERECE MISSA PARA CACHORRO COM DIREITO A "LATIDO SACRO"

Danvers, nos Estados Unidos, vai receber animais um domingo por mês.
Reverenda acredita em ligação entre humanos e animais.

Do G1, em São Paulo
A reverenda Thea Keith-Lucas abraça seu pet, Pippin
(Foto: Reprodução/The Salem News)

Uma igreja da cidade de Danvers, no estado de Massachusetts (EUA), vai oferecer, a partir deste mês, uma missa mensal para os cachorros.

Com o estranho nome de "Celebração da pata do animal de estimação", o evento terá duração de 30 minutos e reunirá cachorros e seus donos dentro do templo.

Todo terceiro domingo do mês, a reverenda Thea Keith-Lucas vai abençoar cãos e seus donos, além de rezar para que os pedidos feitos pelo bem dos animais sejam atendidos.

Todos os bichos serão aceitos na igreja, desde que se comportem bem.

A ideia do serviço surgiu quando a igreja percebeu que muitos fieis pediam por seus melhores amigos, ou mesmo iam até o templo rezar por suas almas.

"Nossa esperança é fazer com que as pessoas se encontrem com o poder superior e a relação de humanos e animais faz parte disso", disse a reverenda ao jornal "The Salem News".

Segundo Thea, os cães terão "voz" durante a celebração. Eles poderão latir à vontade, num verdadeiro "canto sacro".

terça-feira, 12 de outubro de 2010

CIO SECO - COMO IDENTIFICAR?

O ciclo estral da fêmea canina é composto de quatro fases; proestro, estro, diestro e anestro. Na fase de proestro observa-se, em condições normais, o início dos sinais típicos de “cio”, sejam eles, edema vulvar e secreção sanguínea.

O “cio” silencioso ou “cio” seco é caracterizado pelo não aparecimento desses sinais típicos citados. Normalmente, no “cio silencioso”, a fertilidade da cadela não é comprometida, embora os sinais físicos não estejam presentes, os aspectos hormonais estão normais, assim, a ovulação ocorre, estando a cadela apta a ser fecundada.

O cio silencioso ou seco é motivo de grande parte dos casos de infertilidade que ocorrem em canis, exige um manejo adequado, sendo de extrema importância diagnosticar o início do proestro e principalmente a fase fértil, que corresponde a fase denominada estro, onde os acasalamentos deverão ocorrer.

O “cio silencioso” pode não ser percebido pelo proprietário, no entanto, se houver cães machos na propriedade, estes irão se interessar pela fêmea, cheirando-a repetidamente e fazendo tentativas de monta. Se não houver machos na propriedade, o “cio” poderá ser diagnosticado por meio da “citologia vaginal”, exame simples, facilmente realizado por um clínico veterinário apto a interpretá-lo.

Na dúvida se a fêmea esteve ou não no “cio”, um exame de dosagem hormonal de progesterona poderá ser realizado, indicando se esta se encontra em diestro, fase posterior ao estro. Para este exame é necessário colheita de sangue para obtenção de soro.

Caso haja dúvidas sobre em qual fase do ciclo a fêmea encontra-se ou caso seja sabido que a mesma possui “cio silencioso” repetidamente, o proprietário deve procurar a ajuda de um veterinário que indicará o melhor protocolo para diagnóstico da fase e para que o “cio” não seja perdido. Recomenda-se que sejam efetuadas citologias vaginais a cada semana ou a cada quinze dias durante um ano para que seja detectado o cio.

Dra. Sandra Satzinger

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

CÁRIE DENTÁRIA

Cárie é uma doença muito rara nos cães e gatos. Alguns fatores como a anatomia dos dentes, o pH salivar e alimentação pobre em açúcares, não propiciam o seu desenvolvimento, além do que, o tipo da placa bacteriana que possuem não é específico para o surgimento da cárie.

O que mais compromete a cavidade oral dos animais é a doença periodontal (gengiva inflamada, mau hálito, dor, perda de dentes, etc.), que acomete 85% dos cães com cinco anos de idade.

O mau hálito se inicia com a inflamação da gengiva devido à presença de bactérias da placa bacteriana que se acumula sobre os dentes por falta de escovação. Com o passar do tempo, ocorre uma calcificação desta placa, formando então o cálculo dental (tártaro) que tem coloração normalmente acastanhada. Sobre o tártaro, acumula-se mais placa bacteriana, e o processo inflamatório, que acomete primeiramente a gengiva, passa a comprometer as estruturas que sustentam e protegem os dentes, levando a uma destruição destas. Com isso, o animal pode até perder os dentes. Estamos então, diante de um quadro de doença periodontal.

A pior conseqüência desta doença é o comprometimento de outros órgãos, como coração, rins e fígado, devido a migração das bactérias da boca. Por isso, recomenda-se sempre um acompanhamento da saúde oral por um veterinário, pois a saúde geral começa pela boca.

Texto extraído do site: www.kennelclub.com.br