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MEU ANIMAL AMIGO: Fevereiro 2010

domingo, 28 de fevereiro de 2010

OS CÃES E SEUS PROBLEMAS DA VIDA MODERNA

É difícil para um dono de cão detectar o momento exato em que aquele seu lindo bichinho peludo se transformou em um cão agressivo, chato e que não pode mais ser contrariado
Embora para os especialistas essas mudanças de comportamento sejam fáceis de ser notadas e associadas com suas respectivas causas, muitos proprietários se declaram impotentes para resolver a situação, preferindo decretar que seu cão virou um caso perdido.
A explicação para mim mais aceitável para entender a quantidade de cães que há hoje com comportamentos indesejáveis é a de que vivemos uma fase de transição na relação com nossos animais de estimação.
Há cinqüenta anos, não tínhamos informações sobre tantos cães deprimidos, cães que atacassem seus donos, cães ansiosos e com tantas características “humanas”. Mas também é preciso considerar que, cinqüenta anos atrás, as pessoas dispunham de mais tempo para criar seus filhos, muito mais famílias moravam em casas (em vez de em apartamentos), que ofereciam um espaço razoável para o cão brincar e correr, e que a relação afetiva entre a família e seus bichos de estimação não era tão intensa como é hoje.
Os maridos saíam para trabalhar, as mães, na sua maioria donas de casa, ficavam quase que o dia todo às voltas com seus afazeres domésticos, os filhos iam para a escola e depois brincavam na rua, e os cães ficavam ou no quintal ou na rua, junto das crianças. Tudo era muito bem definido, estanque, previsível. Os papéis que cada um desempenhava no núcleo familiar estavam tão solidamente estabelecidos, a realidade daquela época era tão praticamente imutável e controlável, que não havia nem brecha nem por que os cães se “rebelarem”.
Ao dar um salto para este novo milênio, encontramos núcleos familiares constituídos das mais diferentes maneiras. Muitos casais optaram por não ter filhos, é mais do que natural a mulher da casa também trabalhar fora, o número de pessoas que moram em apartamento aumentou demais, muitos optaram por permanecer solteiros e morar sozinhos, casais gays unem-se em pequenos núcleos familiares, as crianças dispõem de pouco espaço livre (e seguro) para brincar, e os cães aos poucos foram deixando os quintais para se aproximar cada vez mais da família. E não só fisicamente: mais do que nunca, o cão passou a ser considerado também um membro importante dela.

E por que vivemos uma fase de transição na relação com nossos cães?
As pessoas, sem dúvida, evoluíram no que se refere a valores humanos, à preservação da natureza e ao respeito às outras espécies, o que, claro, inclui nossos amigos cães. Mais do que apreciá-los, começamos a amá-los de verdade.
É comum donos de cães preferirem deixar de sair num sábado à noite a deixarem seu cão sozinho, ou adiarem uma viagem até terem encontrado um lugar onde têm certeza de que seu “filhote” ficará bem na sua ausência. Um animal de estimação proporciona a seu dono sentimentos maravilhosos de companheirismo, fidelidade, amor incondicional, e, em retribuição, como forma de preservá-los felizes e saudáveis a nosso lado, lhes oferecemos todo o conforto, boa alimentação, saúde em dia, petiscos, mimos.
E aqui flagramos o momento transitório de nossa relação com eles: conseguimos amá-los, mas não (ainda) aceitá-los. Queremos educar os cães como se eles fossem seres humanos, sem respeitar a forma como enxergam e entendem o mundo, e sem (ainda) nos preocuparmos em descobrir que forma é essa. Deveríamos educar um cão aprendendo antes sua linguagem, para que ele então pudesse compreender com naturalidade o que desejamos dele. Mas não, ensinamos a nosso cão o que é certo e o que é errado como se tivéssemos diante de nós uma criança, o repreendemos da mesma maneira que repreendemos nossos filhos, e é ai que os problemas começam — pela simples falta de entendimento na hora de se comunicar com o cão.
O interessante é que quanto mais o dono do cão for uma pessoa legal, justa, que respeita o outro e os animais, mais dificuldades terá de entender a linguagem canina, pois em uma matilha o conceito de democracia e de igualdade não existe. Os papéis precisam ficar bem definidos dentro da matilha, que é um manda e o outro obedece.
Dizem que todo cão é a cara do dono. Bem, acho que donos de buldogues prognatas não concordam nada com isso, mas que o temperamento do cão vai, com o passar dos anos, ficando mais e mais parecido com o de seus donos, isso é um fato já indiscutível. E o motivo é simples: um cão, por questão de sobrevivência, precisa se adaptar ao ambiente em que vive (para o bem da sua saúde física) e às pessoas que cuidam dele (para o bem da sua saúde emocional). Se não conseguir, ou é mandado embora da casa, afastado do convívio com as pessoas às quais não se ajustou, ou permanece ali aturado e jogado na área de serviço para não incomodar.
A falta de adaptação e de comunicação leva o cão a apresentar comportamentos inadequados, indesejáveis e se os donos não procurarem ajuda, esses comportamentos podem se transformar em sérios desvios comportamentais.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

DEPRESSÃO EM ANIMAIS

Um mal desconhecido por muitos, principalmente quando se trata de cães e gatos de estimação, a depressão em animais é muito comum. Há quem pense até que os sintomas são apenas “caprichos” do animal para chamar a atenção do dono, mas a doença pode até matar se não diagnosticada e tratada
Assim como em humanos, fatores dos mais variados levam um animal domesticado a entrar em depressão. “Os mais freqüentes, sem dúvida alguma, são a ausência dos donos por motivo de viagem ou falecimento, mudanças de ambiente, falta de atividades físicas e de contato com outros animais e pessoas”, explica o médico veterinário Luis Fernando dos Santos Melo.
Os cães estão entre as espécies com maior propensão a desenvolver a depressão, em especial aqueles que viveram algum tempo em casas grandes, fazendas ou sítios e passam a morar em apartamento. Mas isso não quer dizer que os gatos estejam livres deste mal. Um outro grupo de risco são os animais de circo, já que o confinamento e a mudança de ambiente, bem como dos hábitos normais, são muito agressivos.

Sintomas Podem Ser Bem Variáveis
Não é nada fácil perceber os sinais da depressão nos animais domésticos, já que geralmente se mostram variáveis e individuais. Muitas vezes, ocorrem sintomas como a alteração do comportamento normal do animal, inquietação ou prostração, atos repetidos diversas vezes, entre eles, lamber o chão ou a pata, correr atrás do rabo e automutilação, quando passa literalmente a comer as patas ou cauda.
Segundo Luis Fernando Melo, ao perceber os sintomas da depressão, o proprietário do animal deve de imediato tentar identificar uma causa de base, ou seja, o motivo que levou a doença a se manifestar. “Em seguida, é preciso solicitar uma orientação médico-veterinária”, diz, alertando que a falta de tratamento pode causar danos ao animal, que vão desde lesões em diversas partes do corpo por lambedura ou mordedura e alterações de peso - as mais evidentes ao proprietário do animal-, até transtornos mais sérios em decorrência dessas lesões ou relacionadas ao jejum.

Homeopatia e Florais de Bach Estão Entre os Tratamentos Recomendados
Existem diversas formas de tratar a depressão em animais. O tipo de tratamento pode variar de acordo com o animal, a causa da doença e a determinação do médico veterinário. Luis Fernando explica que o primeiro passo é estabelecer a causa da depressão é tentar tratá-la no local de origem, através de socialização do animal e visitas do dono. “Caso não seja eficiente ou possível, há tratamentos alopáticos e homeopáticos que visam solucionar o problema”, esclarece.
A homeopatia e os Florais de Bach têm-se mostrados efetivos no tratamento da doença. Muitos veterinários têm alcançado a cura da depressão em animais através destes recursos, mas quando o grau de depressão e alteração comportamental é grande, pode-se fazer uso até de medicações humanas mais fortes como a fluoxetina, por exemplo, mais conhecida como Prozac.

Prevenção é o Melhor Remédio
Observar o animal de estimação e respeitar seus hábitos normais é a melhor forma de evitar o mal da depressão. Assim como os humanos, cães e gatos ficam tristes, principalmente quando são mantidos sozinhos por períodos longos de tempo, permanecem confinados sem a possibilidade de praticar exercícios físicos ou são tratados com pouca ou nenhuma atenção.
Para quem trabalha fora o dia inteiro, a dica é ter um gato como animal de estimação. Apesar de também estarem sujeitos a desenvolver a depressão, o risco é menor em relação aos cães. Isso porque os gatos são auto-suficientes e geralmente dormem bastante durante o dia, adaptando-se com mais facilidade à ausência dos donos. Mas caso a opção for mesmo por um cãozinho, a presença do dono pode ser substituída pela companhia de um outro animal. Vale lembrar que há inúmeras formas de evitar que seu animal de estimação entre em depressão, mas a principal é o carinho que você pode e deve dar a ele diariamente.

Dicas Para Evitar a Depressão
- Tenha sempre um tempo disponível para passear com seu animal de estimação
- Evite deixá-lo durante muito tempo em hotéis, longe de pessoas com as quais ele está habituado
- Cães que vivem presos e isolados em canis pequenos têm maior propensão a desenvolver depressão
- Ao menor sinal de comportamentos estranhos, busque sempre o auxílio de um médico veterinário

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

CÃES COM QUEIMADURAS SOLARES

Se o seu cão gosta de se expor ao sol, você precisa se assegurar de que ele não tome sol em excesso. Cães são suscetíveis à queimadura solar, especialmente em áreas de pele mais fina, como as pontas das orelhas ou a extremidade do septo nasal. Cães com pelagem branca ou clara, são bastante propensos a queimaduras solares.
Um cão com queimaduras mostra sinais de pele avermelhada, que descasca e empola. O resultado é uma pele dolorida. Da mesma forma que em pessoas, a exposição excessiva ao sol também pode causar câncer de pele em cães.

O que fazer
Proteja seu cão, limitando o tempo que ele fica exposto ao sol, usando óxido de zinco ao redor do focinho ou aplicando protetor solar (não deixe ele lamber o protetor). Há protetores solares para cães, disponíveis em lojas de animais.
Para reduzir a dor de queimaduras solares, umedeça a área afetada com um frasco d##água. A água fria aliviará o desconforto. Compressas frias são outra forma de aliviar a dor. Umedeça uma toalha pequena e a coloque sobre a área afetada. Molhe a toalha quando ela começar a ficar morna.

Quando ir ao veterinário
Normalmente, uma queimadura solar não exige uma consulta com o veterinário. Entretanto, se a pele estiver com fissuras ou o cão sentir muita dor, é aconselhável.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

ALIMENTAÇÃO

Dicas de alimentação

Um dos motivos principais de os cães serem bastante adaptáveis é a capacidade de sobreviver com uma variedade grande de alimentos. Enquanto os gatos necessitam de nutrientes encontrados apenas em uma dieta com base na carne, o sistema digestivo de um cão pode tirar nutrientes de quase tudo o que é comestível. É por isso que cães não necessitam de tanta proteína como os gatos. Mesmo assim, os cachorros são carnívoros por natureza, o que faz da proteína da carne parte importante de suas refeições. Uma dieta equilibrada é dividida em 6 partes: proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas, minerais e água.



Água da vida
A água fresca e limpa é mais importante para seu cachorro do que qualquer outro nutriente. Cerca de 70% do corpo de um cão é constituído por água, que é vital para as funções celulares e para a lubrificação dos tecidos. Os cachorros podem sobreviver por muitos dias sem comida, mas a falta de água os mata rapidamente. Quando está quente lá fora ou se seu bicho está doente, especialmente se está vomitando ou tem diarréia, a água é ainda mais importante.
Se você bebe água mineral ou filtrada por causa da qualidade da água de torneira da sua região, você deve proteger a saúde de seu cão. Dê água mineral ou invista em um filtro de boa qualidade para sua torneira.
Se você está levando o cão em uma viagem, não deixe sua casa sem água mineral ou um galão ou dois da água que ele está acostumado a beber. Uma mudança na água pode causar uma indisposição. Misture a água de seu cão com a nova por uns dias, até que o sistema digestivo dele se ajuste.
Se seu cão começa a beber mais água do que o usual e urina com mais freqüência, isso pode ser uma sinal de aviso para vários problemas sérios de saúde, incluindo diabetes e doenças renais. Leve seu cão direto ao veterinário para fazer um check-up.

Comprando comida: qual é a melhor?
Os fabricantes de comida para animais gastam milhões pesquisando as necessidades nutricionais dos cães e cozinhando alimentos saborosos (e que as pessoas vão comprar). Escolher uma ração que ofereça nutrição completa e equilibrada é o primeiro passo para a boa saúde, mas há outros fatores a se considerar: gosto, digestibilidade, calorias e preço.
Qualquer ração que comprar terá no rótulo: completa e equilibrada. Isso significa que o alimento tem a quantidade correta de nutrientes de que um cão precisa para brincar e trabalhar duro. Entretanto, você sabe quando uma comida está realmente adequada para seu animal? Como todas as outras indústrias, os fabricantes de comida para bichos de estimação têm regras e regulamentos a cumprir. A Association of American Feed Control Officials, dos EUA, (Associação Americana dos Oficiais de Controle de Alimentação) diz aos fabricantes o tipo e a quantidade dos nutrientes que devem ser encontrados na comida. Eles têm que provar que seus produtos são compatíveis com esses padrões. Sendo assim, fazem testes ou análise química dos alimentos. Os testes alimentares são a melhor maneira de determinar se uma dieta realmente supre as necessidades nutricionais dos cães. Procure pelas palavras "testes alimentares", "protocolos da AAFCO para testes alimentares" ou "estudos alimentares da AAFCO" para se certificar de que a ração foi testada.
As empresas que fazem os testes têm que conferir se foram seguidas as diretrizes da AAFCO e se suas declarações de nutrição são apoiadas pelos resultados dos exames.
Teste do gosto - é muito importante que seu cão goste da ração. Entretanto, só porque a comida é gostosa não significa que seja boa para seu cão. Leia cuidadosamente os rótulos para se assegurar de que a comida de que seu cão gosta também é boa.
Tome cuidado com o estômago - digestibilidade significa que a quantidade de nutrientes do alimento pode realmente ser usada pelo organismo. Uma ração de pouca digestibilidade pode causar gases em excesso, fezes moles ou grandes e diarréia. Por outro lado, uma ração de alta digestibilidade fornece a mesma quantidade de nutrientes em uma porção pequena. Isso significa menos desperdício, resultando em fezes pequenas e firmes.
Para determinar a digestibilidade, examine o rótulo para verificar fontes de proteína de alta qualidade, como carne vermelha ou de frango, queijo e ovos. Os rótulos não contêm informações sobre digestibilidade, mas você pode escrever ou ligar para a empresa para ter os números. Procure por comidas com pelo menos 75 a 80% de matéria seca.
Contando calorias - os cãezinhos em crescimento necessitam de alimentação cheia de calorias e nutrientes. Quando chegam à idade adulta, a mesma dieta vai fazê-los ganhar muito peso. Leia cuidadosamente os rótulos para ver se a ração é adequada para filhotes, cães adultos ou cães idosos. Alguns rótulos mostram a porcentagem de calorias fornecidas pelos carboidratos, gorduras e proteínas.
Dinheiro acima da importância - geralmente há uma relação direta entre o preço de uma comida e a qualidade de seus ingredientes. Embora uma ração premium tenha um preço bastante elevado, o alto valor nutricional faz com que você precise dar menos alimento para que seu cão supra suas necessidades nutricionais. Você também pode descobrir que o custo por porção é comparável ao das rações genéricas. O bom suporte nutricional desse tipo de alimentação dá gastos menores, gerando mais economia.
A reputação do fabricante é algo que você deve considerar no preço da comida. Uma empresa que se preocupa com seus consumidores, mostra isso fabricando um produto de qualidade, fornecendo legivelmente seu endereço e número de telefone e ficando aberta a perguntas sobre o alimento. É fácil perceber que pagar um pouco mais em um alimento de alta qualidade compensa no fim das contas.

Lendo o rótulo
Você já leu os ingredientes escritos em um pacote de comida para cães? Algumas coisas são bastante familiares, mas você pode se deparar com algumas palavras científicas de 17 letras, parecidas com um trava-línguas, que só um pesquisador químico entende. Um bom dono quer saber o que há na comida de seu cão, mas decifrar esses rótulos pode ser muito frustrante.
Pela lei, os fabricantes devem rotular a ração com o nome, uma lista de ingredientes, uma análise garantida das porcentagens de proteína, gordura e fibra brutas, além da umidade e adequação nutricional. Aqui está um guia rápido para entender o que há em um rótulo.
•Os ingredientes estão listados por peso, em ordem decrescente. Se o primeiro ingrediente for cordeiro, seguido de arroz, você sabe que a fonte principal de proteína vem do cordeiro. Entretanto, fique atento a um ingrediente (trigo, por exemplo) listado várias vezes, de formas diferentes, como farinha, flocos, farelo fino ou grosso. Ao dividir a categoria geral do trigo nessas quatro formas diferentes, elas podem aparecer mais longe uma da outra do que se elas estivessem combinadas e listadas em um único ingrediente.
É claro que mesmo se você comprar a mesma marca todas as vezes, os ingredientes podem mudar de lote para lote. Os fabricantes mudam os componentes dependendo do preço ou da disponibilidade. Então, confira os rótulos de tempos em tempos para ver se a fórmula mudou. Essas mudanças não são necessariamente um problema nutricional, mas modificações na dieta podem causar problemas para os cães.
•O painel de análise garantido lhe dirá se os nutrientes da comida estão entre as porcentagens máxima e mínima, mas não exatamente as quantidades. Uma marca de ração pode conter bem menos do que a quantidade máxima estabelecida em um rótulo ou bem mais do que o mínimo.
•Uma declaração de adequação nutricional diz se um alimento é ideal para aumento, manutenção ou perda de peso; se fornece nutrição completa e equilibrada; se exames e formulações foram usados para testar o valor nutricional da ração.

Comida seca x comida enlatada
A comida enlatada se parece mais com algo que comeríamos do que com aqueles nacos de ração seca. Os enlatados se parecem com carne moída ou guisado e os cães certamente adoram comer. A comida enlatada é melhor para os cães do que a seca? Não necessariamente.
Estudos mostram que ambas as comidas podem ser nutricionalmente completas. No entanto, cada uma tem suas vantagens e desvantagens. Contanto que a comida supra as necessidades nutricionais de seu cão, apenas considere os benefícios e os problemas com relação a idade, a saúde, seu bolso e as preferências do animal.
A comida seca ajuda a prevenir o aparecimento de tártaro e placas nos dentes. Esse tipo de comida também pode ser deixada à disposição, sem estragar. Geralmente é mais pobre em gordura e mais rica em carboidratos do que a enlatada. Se seu cão tende a ganhar peso com facilidade, a comida seca pode ser a melhor opção.
Por outro lado, você pode se preocupar se seu cão está entediado com uma dieta somente de comida seca. A enlatada é saborosa e a maioria dos cães a aprecia. Se você escovar os dentes do animal regularmente, a fim de remover a placa e o tártaro, uma dieta baseada em enlatados pode ser uma boa. É claro que você também pode misturar os tipos, para que seu bicho tenha o melhor de ambas.

Alimentar com sobras de comida: sim ou não?
Não há nada de errado em dar ao cão ocasionalmente sobras da comida que você está comendo , contanto que seja realmente ocasional. Como dieta regular, não é saudável. Por outro lado, se você realmente gosta de cozinhar e gostaria de preparar a comida de seu cão em casa, aqui está uma receita saborosa que vai suprir todas as necessidades nutricionais.
Cuidado: certifique-se com seu veterinário antes de dar ao cão qualquer comida feita em casa. Essa é uma dieta básica para cães sem alergia alimentar. Ajuste as porções dependendo do apetite de seu animal, quantidade de atividade física, necessidade de energia e perda ou ganho de peso. Mude gradualmente a alimentação para prevenir problemas estomacais.

Misture os seguintes ingredientes em uma tigela grande:
680 g de carne moída (frango, peru, cordeiro) tostada e com a maior parte da gordura escorrida
1 batata média, amassada e cozida
2 xícaras de arroz integral cozido
1/2 xícara de farinha de aveia cozida
1/2 xícara de cevada cozida e amassada
1/2 xícara de cenoura ralada crua
1/2 xícara de vegetais crus, picados em pedaços bem pequenos (brócolis, espinafre, ervilhas)
2 colheres de sopa de azeite de oliva
2 colheres de sopa de alho moído
Armazene a comida caseira no refrigerador em uma tigela hermeticamente fechada ou divida em porções diárias e guarde-as no freezer, descongelando uma ou duas por vez. Você pode manter a comida por mais de sete dias na geladeira.
Ao servir, adicione:
•iogurte
•um suplemento multivitamínico/mineral para cães
•suplemento fitoterápico (dependendo da necessidade)


Iogurte gostoso
Os cães amam iogurte e também é bom para eles. Se seu cão teve que tomar um antibiótico, dar-lhe iogurte natural ajudará a recuperar a flora bacteriana do sistema digestivo. Adicionar uma pequena quantidade de iogurte à comida de um cão com gases pode ajudar a aliviar o sofrimento.

Evite comidas cruas
Você pode pensar que coisas como carne crua e ovos seriam mais "naturais" para a dieta de um cão. Afinal, seus primos, os lobos e o coiote, comem alimentos crus. No entanto, a domesticação fez o sistema digestivo dos cães ficar um pouco mais sensível. Carne vermelha e de aves e ovos crus podem conter bactérias, como a salmonela, que podem fazer seu cão ficar muito doente. Sendo assim, é melhor servir essas comidas cozidas. Além do mais, o ovo cru interfere na absorção de biotina, uma das vitaminas do complexo B. Para prevenir doenças causadas por alimentos crus, mantenha a tampa do lixo bem fechada, não alimente seu cão com pedacinhos de carne vermelha ou de aves crua enquanto as está preparando. Também esqueça-se da velha tradição de misturar um ovo cru na comida do animal, para que a pelagem fique com um brilho saudável. Se você mora na costa do Noroeste Pacífico, não deixe que seu cão se alimente dos peixes que ele acha na praia. Um parasita comum nos salmões pode causar uma doença fatal.
Os sinais de contaminação por salmonela ou por outra bactéria são quase iguais aos das pessoas: perda de apetite e de peso, falta de energia, febre, vômitos e diarréia. Se seu cão está com algum desses sintomas, leve-o imediatamente ao veterinário. A salmonela pode ser transmitida dos cães para as pessoas. Então, se seu cão estiver infectado, lave suas mãos cuidadosamente após manipulá-lo ou qualquer coisa que ele usa, como vasilhas ou brinquedos.
Agora as coisas ficam um pouco mais difíceis, mas é para isso que estamos aqui. Na próxima seção veremos a maneira certa de adestrar seu filhote em casa.

Banquete caseiro
Não há nada como uma guloseima caseira para satisfazer seu cão faminto. Aqui estão algumas receitas fáceis para testar.
Nota: esteja certo de que você verificou com o veterinário se pode dar ao cão os petiscos caseiros.

Os biscoitos caninos favoritos da Queenie
4 xícaras de farinha de trigo integral
1 xícara de farinha de milho
3/4 de xícara de óleo
11/3 de xícara de água
Pré-aqueça o forno a 176ºC. Misture todos os ingredientes e enrole a massa em uma superfície com farinha. Corte com forminhas de biscoito em formato de osso. Asse em uma fôrma levemente untada por 40 min. Deixe esfriar em uma prateleira aramada.



Delícia de dieta do cãozinho
1 frango inteiro
1/2 xícara de mel
1 xícara de cereal crocante de arroz
Remova a gordura do frango. Ferva até a carne se desprender dos ossos. Retire-os e triture a carne. Adicione o mel e mexa bem. Adicione o cereal e dê a forma desejada, como por exemplo, um grande osso. Resfrie e sirva.