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MEU ANIMAL AMIGO: 2010

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

CUIDE BEM DO SEU CACHORRO NOS DIAS QUENTES DO VERÃO


- Não são só os humanos que sofrem com o calor. Os cães precisam de cuidados especiais nesta época do ano para não correrem o risco de desenvolver algum problema de saúde. O veterinário Mário Marcondes dos Santos, diretor clinico do Hospital Veterinário Sena Madureira, em São Paulo, e autor do recém-lançado "Guia da Saúde do Pet", explica que o principal cuidado no verão é manter os bichos sempre hidratados, em ambientes arejados e frescos.

- A água deve ser oferecida à vontade, ou seja, os donos devem deixar sempre um prato com água disponível para o animal. É preciso manter o bebedouro limpo, com água fresca e abundante durante todo dia e também à noite - explica o veterinário.

Na hora de passear com o cachorro, fique de olho na temperatura do chão. Nada de sair nas horas mais quentes do dia. O ideal é ir à rua antes das 9h ou depois das 18h, e preferir sempre andar na sombra. Dependendo do calor do asfalto, a pata dos cães pode acabar com queimaduras. Evitar o sol também protege contra o câncer de pele, uma doença relativamente comum entre os cachorros que costumam passar o dia ao ar livre.

- Os animais com pelagem branca e curta são os mais predispostos. Para prevenção, deve-se utilizar protetor solar fator de proteção 30 próprio para cães. Os protetores para cães possuem um sabor amargo que evita que o animal retire o produto com a lambida. Deve-se aplicar o produto nos locais mais expostos ao sol como ponta das orelhas, barriga e focinho.

De olho nos parasitas e nos ouvidos

A infestação por pulgas e carrapatos costuma ser mais frequente nos meses mais quentes. Para prevenir estes tipos de parasitas, o ideal é usar medicamentos orais ou tópicos (conhecidos como anticoncepcionais para pulgas e carrapatos) a cada 21 dias.

- A dirofilariose (doença do verme do coração) também é comum nesta época já que é transmitida pela picada de um mosquito, principalmente nas regiões litorâneas ou com pernilongos. Para prevenir a doença, é preciso usar medicação preventiva a cada 30 dias.

Donos de animais que gostam de nada ou se refrescar na água devem prestar atenção especial aos ouvidos. O ideal é proteger o canal auditivo com algodão parafinado para evitar as otites.

- A otite é comum nesta época já que o conduto auditivo é úmido. Com o calor, a região fica mais predisposta à proliferação de micro-organismos como fungos e bactérias.

O veterinário lembra que todos os cães, independentemente da idade, devem receber cuidados no verão. Porém, os mais frágeis, velhos, filhotes ou com doenças crônicas precisam de mais cuidados.

- A recomendação vale também aos animais obesos, que por serem muito gordos têm maior dificuldade em perder calor para o ambiente externo. Por isto, mantê-los em ambientes arejados e frescos é de suma importância.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

VISÃO DOS ANIMAIS

O cão e o cavalo vêem ou sentem os Espíritos. Nunca testemunhastes a repugnância que manifestam, por vezes, esses animais, de passar por um lugar onde ignoravam tivesse sido enterrado um corpo humano? Certamente direis que seus sentidos podem ser despertados pelo odor particular dos corpos em putrefação. Então por que passam indiferentes ao lado do cadáver enterrado de um outro animal? Porque se diz que o cão sente a morte? Jamais ouvistes cães uivando sob a janela de uma pessoa agonizante, quando esta lhe era desconhecida? Não vedes, também, fora da superexcitação da raiva, diversos animais se recusarem a obedecer à voz do dono, recuar com medo, ante um obstáculo invisível, que parece lhes barrar a passagem? e se encolerizarem? e depois passarem tranqüilamente pelo mesmo lugar que lhes inspirava tão grande terror, como se o obstáculo tivesse desaparecido? Têm-se visto animais salvarem seus donos de um perigo iminente, recusando percorrer o caminho onde estes teriam podido sucumbir. Os fatos de visões nos animais se encontram na antigüidade e na idade média, assim como em nossos dias.

Assim, sem dúvida os animais vêem os Espíritos. Aliás, dizer que eles têm imaginação não é lhes conceder um ponto de semelhança com o espírito humano? e o instinto não é neles a inteligência rudimentar, apropriada às suas necessidades, antes que tenha passado pelos cadinhos modificadores, que a devem transformar e lhe dar novas faculdades? O homem também tem instintos, que o fazem agir de maneira inconsciente, no interesse de sua conservação. Mas, à medida que nele se desenvolvem a inteligência e o livre-arbítrio, o instinto se enfraquece, para dar lugar à razão, porque o guia cego lhe é menos necessário.

O instinto, que tem toda a sua força no animal, perpetuando-se no homem, onde se perde pouco a pouco, certamente é um traço de união entre as duas espécies. A sutileza dos sentidos no animal, como no selvagem e no homem primitivo, substituindo nuns e noutros a ausência ou insuficiência do senso moral, é outro ponto de contato. Enfim, a visão espiritual que, muito evidentemente, lhes é comum, posto que em graus diversos, também vem diminuir a distância que parecia erguer uma barreira intransponível. Contudo, nada concluais de modo absoluto: observai atentamente os fatos, porque somente dessa observação um dia vos surgirá a verdade.

(Espírito de Moki - R. E. 1865)

Obs.: Este conselho é muito sábio, pois, evidentemente, apenas nos fatos é que se pode assentar uma teoria sólida; fora disto só haverá opiniões e sistemas. Os fatos são argumentos sem réplica, cujas conseqüências, mais cedo ou mais tarde, quando constatados, terão que ser aceitas. Foi este princípio que serviu de base à Doutrina Espírita, o que nos leva a dizer que ela é uma ciência de observação - Allan Kardec).

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

CHICO, O AMIGO DOS ANIMAIS

Todos aqueles que conhecem a vida de Chico Xavier, vêm observando, ao longo do tempo, o seu grande amor pelos animais.
Em sua casa, ele tinha dois cachorrinhos da raça pequinês, chamados Brinquinho e Fofa.
Brinquinho, apesar de encontrar-se cego e doente, acompanhava o Chico em todos os seus movimentos dentro de casa.
Enquanto o médium trabalhava psicografando páginas e mais páginas dos Amigos Espirituais, Brinquinho permanecia debaixo da mesa, aos pés do dono, como se estivesse orando ...
À chegada de alguém, ele latia ou aproximava-se mais de seu benfeitor, no intuito de protegê-lo
Brinquinho só faltava falar, pois Chico conversava muito com ele, e o mais espantoso é que ele compreendia tudo e respondia a seu modo.
No dia 12 de outubro, quando comemorávamos o Dia da Criança, ele partiu para o Mundo Espiritual.
Apesar de não se queixar, percebemos a dor do Chico, com a separação transitória do “grande amigo”, qual ele se referia sempre ao cachorrinho.
O amigo dos animais o enterrou no quintal de sua casa, bem próximo de seu quarto. Chico contou-nos um lindo fato sobre Brinquinho, evidenciando que ele era uma cachorro diferente.
Em certa época, havia em sua casa uma gata que tinha dado à luz a muitos gatinhos.
Eles, porém, eram muito pequeninos e tinham muita dificuldade de aproximarem-se da mãe, para mamar.
Brinquinho, então, conduzia-os ternamente, com a boca, até a “mamãe gata”, da mesma forma que ela procedia para carregá-los ...
Ao recordar do amigo, os olhos de Chico brilhavam pelas lágrimas de saudades!
Fofa, a outra cachorrinha, que ainda permanece ao lado do médium, também sentiu muita falta de branquinha, e a cada dia apega-se mais ao seu grande protetor...
E. muitas vezes, ao distanciar-se dele, ela o chama, num som bem nítido: “Chi ... Chi ...”
Outro lado interessante do amor de Chico aos animais, é o que acontece quando ele vai à Goiânia, nas vésperas do Natal, visitar os irmãos hansenianos na Colônia Santa Marta.
Como mensageiro da esperança, a sua presença é o melhor presente de Natal, como dizem os próprios doentes.
Mas, a chegada de Chico à Colônia é precedida de grande inquietação, não somente por parte dos amigos que lá residem, mas, sobretudo, por um cão...
Contam alguns amigos goianenses que este cachorro tinha uma doença na pele e estava destinado a ser sacrificado ...
Ao vê-lo na Colônia, Chico aproximou-se, ajoelhou e abraçou-o.
Desde então, ele curou-se. Chico deu-lhe o nome de Menino.
Ele parece pressentir quando o amigo está para chegar, pois fica todo agitado, ganindo muito. Quando o carro que conduz Chico estaciona, Menino tenta soltar-se da coleira para ir ao seu encontro.
Ele que era um cão feroz, devido à erupção na pele, agora é dócil, principalmente com o seu grande amigo de Uberaba.
Os animais têm alma e Chico é sensível a esta realidade, auscultando-lhe o psiquismo e, em sua vida de renúncia, eles lhe valem por grandes companheiros em suas horas de solidão

Página extraída do livro Chico Xavier Mediunidade e Ação, escrito por Carlos Antônio Baccelli,

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

CIDADE OFERECE MISSA PARA CACHORRO COM DIREITO A "LATIDO SACRO"

Danvers, nos Estados Unidos, vai receber animais um domingo por mês.
Reverenda acredita em ligação entre humanos e animais.

Do G1, em São Paulo
A reverenda Thea Keith-Lucas abraça seu pet, Pippin
(Foto: Reprodução/The Salem News)

Uma igreja da cidade de Danvers, no estado de Massachusetts (EUA), vai oferecer, a partir deste mês, uma missa mensal para os cachorros.

Com o estranho nome de "Celebração da pata do animal de estimação", o evento terá duração de 30 minutos e reunirá cachorros e seus donos dentro do templo.

Todo terceiro domingo do mês, a reverenda Thea Keith-Lucas vai abençoar cãos e seus donos, além de rezar para que os pedidos feitos pelo bem dos animais sejam atendidos.

Todos os bichos serão aceitos na igreja, desde que se comportem bem.

A ideia do serviço surgiu quando a igreja percebeu que muitos fieis pediam por seus melhores amigos, ou mesmo iam até o templo rezar por suas almas.

"Nossa esperança é fazer com que as pessoas se encontrem com o poder superior e a relação de humanos e animais faz parte disso", disse a reverenda ao jornal "The Salem News".

Segundo Thea, os cães terão "voz" durante a celebração. Eles poderão latir à vontade, num verdadeiro "canto sacro".

terça-feira, 12 de outubro de 2010

CIO SECO - COMO IDENTIFICAR?

O ciclo estral da fêmea canina é composto de quatro fases; proestro, estro, diestro e anestro. Na fase de proestro observa-se, em condições normais, o início dos sinais típicos de “cio”, sejam eles, edema vulvar e secreção sanguínea.

O “cio” silencioso ou “cio” seco é caracterizado pelo não aparecimento desses sinais típicos citados. Normalmente, no “cio silencioso”, a fertilidade da cadela não é comprometida, embora os sinais físicos não estejam presentes, os aspectos hormonais estão normais, assim, a ovulação ocorre, estando a cadela apta a ser fecundada.

O cio silencioso ou seco é motivo de grande parte dos casos de infertilidade que ocorrem em canis, exige um manejo adequado, sendo de extrema importância diagnosticar o início do proestro e principalmente a fase fértil, que corresponde a fase denominada estro, onde os acasalamentos deverão ocorrer.

O “cio silencioso” pode não ser percebido pelo proprietário, no entanto, se houver cães machos na propriedade, estes irão se interessar pela fêmea, cheirando-a repetidamente e fazendo tentativas de monta. Se não houver machos na propriedade, o “cio” poderá ser diagnosticado por meio da “citologia vaginal”, exame simples, facilmente realizado por um clínico veterinário apto a interpretá-lo.

Na dúvida se a fêmea esteve ou não no “cio”, um exame de dosagem hormonal de progesterona poderá ser realizado, indicando se esta se encontra em diestro, fase posterior ao estro. Para este exame é necessário colheita de sangue para obtenção de soro.

Caso haja dúvidas sobre em qual fase do ciclo a fêmea encontra-se ou caso seja sabido que a mesma possui “cio silencioso” repetidamente, o proprietário deve procurar a ajuda de um veterinário que indicará o melhor protocolo para diagnóstico da fase e para que o “cio” não seja perdido. Recomenda-se que sejam efetuadas citologias vaginais a cada semana ou a cada quinze dias durante um ano para que seja detectado o cio.

Dra. Sandra Satzinger

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

CÁRIE DENTÁRIA

Cárie é uma doença muito rara nos cães e gatos. Alguns fatores como a anatomia dos dentes, o pH salivar e alimentação pobre em açúcares, não propiciam o seu desenvolvimento, além do que, o tipo da placa bacteriana que possuem não é específico para o surgimento da cárie.

O que mais compromete a cavidade oral dos animais é a doença periodontal (gengiva inflamada, mau hálito, dor, perda de dentes, etc.), que acomete 85% dos cães com cinco anos de idade.

O mau hálito se inicia com a inflamação da gengiva devido à presença de bactérias da placa bacteriana que se acumula sobre os dentes por falta de escovação. Com o passar do tempo, ocorre uma calcificação desta placa, formando então o cálculo dental (tártaro) que tem coloração normalmente acastanhada. Sobre o tártaro, acumula-se mais placa bacteriana, e o processo inflamatório, que acomete primeiramente a gengiva, passa a comprometer as estruturas que sustentam e protegem os dentes, levando a uma destruição destas. Com isso, o animal pode até perder os dentes. Estamos então, diante de um quadro de doença periodontal.

A pior conseqüência desta doença é o comprometimento de outros órgãos, como coração, rins e fígado, devido a migração das bactérias da boca. Por isso, recomenda-se sempre um acompanhamento da saúde oral por um veterinário, pois a saúde geral começa pela boca.

Texto extraído do site: www.kennelclub.com.br

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

PERANTE OS ANIMAIS

Abster-se de perseguir e aprisionar, maltratar ou sacrificar animais domésticos ou selvagens, aves e peixes, a título de recreação, em excursões periódicas aos campos, lagos e rios, ou em competições obstinadas e sanguinolentas do desportismo.
Há divertimentos que são verdadeiros delitos sob disfarce.
No contacto com os animais a que devote estima, governar os impulsos de proteção e carinho, a fim de não cair em excessos obcecantes, a pretexto de amá-los.
Toda paixão cega a alma.
Esquivar-se de qualquer tirania sobre a vida animal, não agindo com exigências descabidas para a satisfação de caprichos alimentares nem com requintes condenáveis em pesquisas laboratoriais, restringindo-se tão-somente às necessidades naturais da vida e aos impositivos justos do bem.
O uso edifica, o abuso destrói.
Opor-se ao trabalho excessivo dos animais, sem lhes administrar mais ampla assistência.
A gratidão também expressa justiça.
No socorro aos animais doentes, usar os recursos terapêuticos possíveis, sem desprezar mesmo aqueles de natureza mediúnica que aplique a seu próprio favor.
A luz do bem deve fulgir em todos os planos.
Apoiar, quanto possível, os movimentos e as organizações de proteção aos animais, através de atos de generosidade cristã e humana compreensão.
Os seres da retaguarda evolutiva alinham-se conosco em posição de necessidade perante a lei.

“Todas as vossas coisas sejam feitas com caridade.”
— Paulo. (I CORÍNTIOS, 16:14.)

Ditado Pelo Espírito - André Luiz - Psicografia Waldo Vieira

domingo, 22 de agosto de 2010

MULHER SALVA CACHORRO JOGADO NO TIETÊ PELO DONO


Homem ameaçou me bater quando chamei a polícia’, conta administradora.
Cão ganhou nome de Tobias, em homenagem a bombeiro que o tirou do rio.

Para felicidade do vira-lata Tobias, a administradora de empresas Mariana Albano, de 28 anos, estava no lugar certo, na hora certa. Por volta das 9h30 de quinta-feira (19), quando se dirigia ao trabalho, em Guarulhos, na Grande São Paulo, ela viu quando o cachorro foi jogado pelo próprio dono no Rio Tietê, de uma ponte no centro de Mogi das Cruzes. “Eu estava passando pela ponte de carro e vi três pessoas olhando para baixo. Eu cheguei a ver o cachorro caindo”, contou.

Inconformada, ela parou e desceu do carro. “Questionei as pessoas e uma senhora me apontou o homem que tinha jogado o cachorro. Era um senhor entre 60 e 70 anos. Não era um homem em situação de rua, mas dava para perceber que era alguém carente”, disse Mariana. Em seguida, ela começou a discutir com ele, acusando-o de ter cometido um crime ao jogar o animal no rio.

“Ele me disse: ‘O cachorro é meu. Eu mato na hora que eu quiser’. Ele contou que tinha outros cinco cães e que sabia cuidar deles”, relatou Mariana. Segundo ela, a justificativa dada para que Tobias fosse jogado no rio era porque ele tinha comido os ovos botados pela galinha dele. “O cachorro devia estar morrendo de fome. Ele está muito magro, abatido”, disse a administradora.

Mariana, então, começou a chorar e a gritar, pedindo ajuda para que o cachorro não morresse afogado. O homem, vendo o desespero dela, a ameaçou. “Ele veio pra cima de mim, ameaçando me bater, quando peguei o celular e disse que iria chamar a polícia. Eu gritava e chorava e, mesmo assim, ninguém parou para ajudar.” Em seguida, o homem fugiu de bicicleta.

A segunda parte do drama teve início diante da resistência da polícia em atender a ocorrência. Ela, inicialmente, foi orientada a acionar o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do município. Ao afirmar que se tratava de um crime federal maltratar animais, conseguiu que fosse enviada uma equipe ao local. Em seguida, ligou para o Corpo de Bombeiros.

Enquanto isso, Tobias lutava para não ser arrastado pela correnteza nem morrer afogado. Com muito esforço, ele conseguiu nadar até a margem do rio, cujo ponto é ladeado por muros de empresas. “Não tinha como ele sair de lá. Tentei chegar próxima da margem através do muro de uma fábrica, mas a pessoa que me atendeu na porta disse que eu não poderia entrar, que aquilo era uma propriedade privada. Eu, às lágrimas, disse que entendia. No entanto, eu precisava resgatar o cachorro, que iria morrer e se ele preferia isso a me deixar entrar”, contou.

Homenagem

Os bombeiros chegaram pouco tempo depois. Segundo Mariana, um deles desceu por uma corda até a margem do rio e conseguiu atrair o cachorro, que estava assustado. Depois, amarraram o cachorro por uma corda e conseguiram erguê-lo até a ponte. Aos policiais, ela forneceu a descrição do homem que jogou o cachorro no rio e, em seguida, entrou em contato com a Delegacia Regional de Proteção do Alto Tietê, localizada em Mogi das Cruzes. “Em cinco minutos, o delegado veio ao local me atender. Tiramos fotos do cachorro e ele garantiu que iria divulgar o caso para encontrar o responsável."

O cachorro ganhou o nome de Tobias em homenagem ao sargento dos bombeiros que o tirou do rio, de acordo com a administradora. O animal foi levado para a casa da mãe, também em Mogi das Cruzes, onde foi alimentado e medicado. O próximo passo agora será encontrar um novo lar para o cão. “Vamos deixá-lo prontinho para ser doado.”

Apesar de já ter retirado das ruas e ter conseguido doar mais de 20 gatos e cerca de dez cachorros, ela não se considera uma protetora de animais. “Era algo que eu fazia individualmente, sem pedir qualquer ajuda. Faz pouco tempo que descobri na internet essa rede de protetores”, afirmou.

No dia 23 de dezembro de 2009, ela resgatou um cão da raça fila que viu desmaiado no acostamento da Rodovia Mogi-Dutra. “Ele estava machucado quando o encontrei. Depois que ele foi tratado e alimentado, ele dormiu por três dias seguidos. Agora, está na minha mãe também. Dei o nome de Klaus, em homenagem a Santa Klaus, porque o encontrei perto do Natal. É o cão mais doce que já vi”, contou.
 
G1

sábado, 21 de agosto de 2010

VACINA ANTI-RÁBICA MATA ANIMAIS EM SÃO PAULO


Ministério diz que vacinação contra raiva deve ser mantida no país
SP suspendeu campanha após morte de cães e gatos.
Segundo comunicado, não há evidências de 'eventos adversos'.

O Ministério da Saúde divulgou um comunicado em que afirma que a vacinação antirrábica no país será mantida. O anúncio é feito após São Paulo registrar casos de efeitos colaterais e até mortes de cães e gatos e suspendeu a campanha no estado na última quinta-feira (19).
"Não há evidências, até o momento, que os eventos adversos apresentados justifiquem a interrupção da campanha, pois os mesmos estão abaixo do relatado na literatura internacional e do produtor", diz texto publicado na noite de sexta-feira no site do ministério.
Segundo os registros da pasta, houve oito mortes, sendo duas no estado do Rio e sete em São Paulo em um total de 309.031 cães e gatos vacinados. O ministério considera que a taxa de 0,0029% de casos fatais está abaixo do que é considerado uma situação de anornalidade.
O texto diz que eventos graves podem estar associados a "a resposta individual de cada animal, condições de armazenamento e aplicação do produto, tais como: hipersensibilidade do animal a compostos da vacina, local de conservação, manejo do animal no momento da aplicação, doenças concomitantes, idade, número de doses aplicadas, tipo de agulha e seringa, via de administração".
De acordo com o ministério, "desde 2003, o laboratório produtor tem registro e licença no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e comercializa o produto no país na rede privada de clinicas veterinárias".
A médica veterinária Ana Claudia Furlan Mori, gerente do Centro de Controle de Zoonoses do município de São Paulo afirma que "toda vacina é passível de ter reações. O que nos surpreendeu foi o número e a intensidade das reações". “Ainda é prematuro atribuir alguma responsabilidade à vacina, ao laboratório ou à aplicação. É temerário fazer qualquer afirmação antes de uma análise clínica e epidemiológica detalhada”, disse. O Instituto Pasteur irá investigar os óbitos e as reações graves, de acordo com a secretaria.
Essa é a primeira vez que a campanha adotou esse tipo de vacina. “Ela produz uma resposta imunológica melhor, porque proporciona uma proteção mais rápida e duradoura. É uma vacina de cultivo celular, isto é, feita em laboratório e não utiliza camundongos. É o mesmo tipo de vacina que é utilizado em clínicas particulares”, disse.

Do G1, em São Paulo

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

ACASALAMENTO, GESTAÇÃO E PARTO

Veja abaixo algumas das dúvidas mais frequentes sobre o tema da reprodução canina.

Qual a idade certa para acasalar?
A idade certa para acasalar deve levar em conta o desenvolvimento dos cães. Os machos, a partir de 12 meses já podem acasalar, mas as fêmeas só devem acasalar após 18 meses ou do terceiro cio, o que vier depois. Antes disso, ambos estão imaturos e não completaram seu desenvolvimento físico e psicológico.O período ideal para a reprodução nas cadelas 1 ano e meio e 6 a 7 anos de idade.
Cadelas que tiveram várias crias nesse período podem se manter em reprodução até ao redor dos 10 anos sem maiores riscos de ter problemas. Como muitas cadelas podem ter ciclos férteis às vezes até aos 12 anos de idade, existe a possibilidade de acasalamentos acidentais.
De modo geral é contra-indicado acasalar pela primeira vez cadelas após os 6 anos de idade, pela possibilidade de problemas no parto (perda de elasticidade na cervix e vagina) e a eventual necessidade de uma cesariana.
Mesmo às cadelas multíparas (que deram cria muitas vezes), não é recomendado o acasalamento após 10 anos de idade, pelos mesmos motivos.

Qual a duração do cio?
A duração de todo o cio é variável assim como a freqüência entre um cio o outro. De forma geral dura de 15 a 20 dias. Lembre-se de não cruzar sua cadela antes do terceiro cio.

Em que fase do cio devo acasalar minha fêmea?
O melhor período para acasalamento varia um pouco de raça para raça. Normalmente para as raças de porte pequeno, inicia-se no 8° dia e para as raças maiores, no 11° dia, indo até o 15° dia. Nesta fase a vulva continua inchada, mas normalmente, o corrimento é bastante reduzido/inexistente. Portanto, caso queira acasalar sua fêmea este é o período indicado. Para certificar-se da 'disposição' da cadela, um truque bastante eficaz é passar o delo na base do rabo da cadela. Quando ela está 'disponível', a fêmea desloca o rabo para o lado, deixando totalmente aparente a vulva.
Se você ainda tiver dúvidas, existem exames de citologia vaginal realizados por veterinários que podem dar a melhor indicação sobre o período mais indicado para o acasalamento.

Quantas vezes devo repetir o acasalamento?
Normalmente se repete o acasalamento 2 ou 3 vezes, com intervalo de 24 horas.

Acasalei minha fêmea. Quando é possível saber se ela está grávida?
Normalmente um veterinário, com um exame clínico (palpação), consegue identificar a gravidez de uma fêmea a partir dos 28/30 dias. No entanto, se a fêmea for muito grande ou estiver muito gorda, esse exame de toque é enganoso. A melhor forma de se garantir a presença dos filhotes é com o exame de ultrassom, a partir do 30° dia.

É possível interromper uma gravidez indesejada?
Possível é, mas é um procedimento de risco e nem todos os veterinários irão realizá-lo.
Caso você não queira filhotes, o melhor é fazer a castração da fêmea e/ou a vasectomia no macho.

Minha fêmea está grávida. Devo modificar sua alimentação?
Consulte primeiro seu veterinário para que ele possa fazer um exame clínico geral na sua fêmea. De maneira geral, as fêmeas devem receber alimentação para filhotes (ricas em cálcio e proteínas) apenas após o primeiro mês de gestação. Suplementos vitamínicos só devem ser dados sob orientação expressa do médico veterinário.
Uma alimentação correta e SEM EXAGEROS, vai ajudar a sua cadela a produzir filhotes saudáveis. Alimentação em excesso pode contribuir para o aumento exagero do peso da gestante e dificultar o parto dos filhotes.

Posso dar banho na fêmea durante a gestação?
As cadelas, a não ser em casos específicos, devem levar uma vida normal durante a gestação. Isso inclui passeios, brincadeiras, etc... claro que no final deste período ela mesma já vai preferir uma vida menos tumultuada e o melhor a fazer é respeitar seu ritmo. Banhos são bem vindos durante todo o período mas devem ser evitados na última semana de gestação.

Qual a duração da gestação?
A gestação dura entre 58 e 63 dias. Caso passe deste período, procure imediatamente o veterinário.

Qual o intervalo ideal entre uma gravidez e outra?
De maneira geral é altamente não recomendável que se acasale uma fêmea em dois cios seguidos.
Como o processo de gestação e amamentação é muito desgastante para as fêmeas, é recomendável que entre uma gestação e outra ela tenha um cio de 'descanso’.



Extraído do site www.dogtimes.com.br ,
gentilmente cedido por Mariana Saliola.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

CADELA MILITAR DOS EUA VOLTA TRAUMATIZADA DO IRAQUE


Gina, a cadela do Exército americano que voltou da guerra com traumas (Foto: AP)


Veterinário diz que 'Gina' tem transtorno de estresse pós-traumático.
Situação é comum em soldados que ficam expostos à violência de guerra.

Da Associated Press

A cadela Gina tinha 2 anos quando foi enviada para o Iraque para ajudar os militares como cão farejador altamente treinado. O pastor alemão ajudou os soldados americanos nas buscas realizadas em residências e assistiu a todos os tipos de explosões ruidosas.

Ela voltou para casa, no Colorado, encolhida e com medo. Quando seus treinadores tentaram levá-la a um prédio, ela endureceu as patas e resistiu. Uma vez lá dentro, ela dobrou sua cauda debaixo de seu corpo e se encolheu no chão. Gina se esconde debaixo dos móveis ou em um canto para evitar contato com pessoas.

Um veterinário militar a diagnosticou como tendo transtorno de estresse pós-traumático - uma condição comum entre humanos e que os peritos dizem que também pode afligir cães. "Ela demonstrou todos os sintomas e tinha todos os sinais", disse o sargento Eric Haynes, comandante do canil na Base Peterson da Força Aérea. "Ela tinha pavor de todos."

Um ano depois de voltar do Iraque, Gina está se recuperando. Caminhadas freqüentes entre pessoas amigáveis e uma reintrodução gradual para os ruídos da vida militar a fizeram começar a superar seus medos, disse Haynes.

Trauma

O transtorno de estresse pós-traumático é bem documentado entre militares americanos que regressam das guerras no Iraque e no Afeganistão, mas a sua existência nos animais é menos clara. Alguns veterinários dizem que os animais experimentam o trauma, ou ao menos uma versão dele.

"Existe uma condição em cães que é quase exatamente a mesma, se não é exatamente a mesma, que o transtorno de estresse pós-traumático em seres humanos", disse Nicholas Dodman, chefe do programa de comportamento animal na Universidade Tufts. Mas alguns veterinários não gostam de aplicar o diagnóstico para os animais, pensando que isso pode ofender recrutas entre os militares, disse Dodman. Ele acrescentou que o diagnóstico nos animais não significa que há ofensa ao pessoal militar.

Os militares definem transtorno de estresse pós-traumático como uma condição que se desenvolve após um trauma com risco de morte. As vítimas sofrem três tipos de experiências muito tempo depois, mesmo em um ambiente seguro. Elas repetidamente voltam a experimentar o trauma em pesadelos ou memórias vívidas. Eles evitam situações ou sentimentos que os lembre do evento, e eles se sentem nervosos todo o tempo.

Gina

Quando Gina voltou ao Colorado, no ano passado, após sua passagem de seis meses no Iraque, ela não era mais o "grande filhote" que a base conhecia, Haynes lembra. Ela tinha sido atribuída a uma unidade do Exército, e seu trabalho era a busca por explosivos depois que os soldados entravam em uma casa. As tropas muitas vezes usavam métodos barulhentos, usando granadas de efeito moral e derrubavam portas com chutes, disse Haynes. Além disso, Gina estava em um comboio que teve um veículo atingido por uma bomba improvisada.

Ao voltar para casa, Gina não queria nada com as pessoas. "Ela tinha se afastado da sociedade como um todo", disse Haynes, que já trabalhou com mais de 100 cães em 12 anos como treinador. Ele disse que viu outros cães atingidos por trauma, mas nenhum tão mal como Gina.

Haynes e outros treinadores passaram a levar Gina a caminhadas, para ajudá-la a superar o trauma. "Ela começou a aprender que nem todo mundo estava tentando pegá-la", disse Haynes. "Ela começou a atuar mais socialmente de novo."

Segundo o treinador, a equipe está cuidado para não deixar sua afeição interferir com a boa formação da cadela. Tratar Gina como um ser humano - por exemplo, confortando-a quando ela está com medo - pode deixá-la pensar que seu treinador fica feliz quando ela está com medo.

Eventualmente, ela pode ser capaz de retornar a atuar em situações de perigo real, como o fez no Iraque, mas isso apenas daqui a um ano, disse Haynes. "Nós não estamos pensando em fazê-lo a qualquer momento no futuro próximo, porque, obviamente, não queremos estragar tudo o que já fizemos", disse ele.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

O CÃO DE AUBRY

Um fato histórico narrado pelo Beneditino Bernardo de Montfaucon


A primeira estória que nos acode à lembrança quando evocamos o amor, a inteligência e a fidelidade do cão, é aquela extraída pelo beneditino Bernardo de Montfaucon, do Teatro de Honra e de Cavalaria de Colombiere.

"Na corte do Rei Carlos V, da França, havia um fidalgo de nome Macaire, que muito invejava um dos seus companheiros, Aubry de Montdidier, favorecido pelo rei. Macaire decidiu assassinar Aubry.

Um dia esperou-o na floresta de Bondy e matou-o.

Ninguém testemunhou o crime, salvo o cão de Aubry, um grande galgo.

O assassino enterrou a vítima no mesmo lugar em que ela caíra, e o cão durante muitos dias dali não se afastou.

Finalmente, impelido pela fome, partiu em direção a Paris, e foi pedir comida aos amigos de Montdidier, voltando em seguida para o ponto em que jazia o corpo do seu dono. Muitas vezes fez o mesmo trajeto.

Finalmente, intrigados por seus gemidos, os amigos de Aubry tiveram a curiosidade de o seguir; e, na floresta, removendo a terra, acharam o cadáver.

Alguns dias após, o galgo, que fora recolhido por um parente do assassinado, avistou Macaire, num grupo de fidalgos e sem hesitação saltou-lhe ao pescoço.

O rei, que a morte do seu favorito havia entristecido, foi informado e ordenou que a experiência se repetisse na sua presença.

Foi trazido o cão, em seguida entrou Macaire, dissimulando-se entre numerosos cortesãos.

O animal não hesitou um instante: correu a ele e atacou-o com violência.

Um inquérito determinou certas provas contra aquele fidalgo, que continuou, no entanto, a afirmar a sua inocência.

- Vamos, resolveu o rei, apelar para o julgamento de Deus.

Foram conduzidos para a ilha de São Luís, o cão e Macaire. Começou o duelo:

Num campo fechado entrou Macaire, armado de um bastão. O galgo tinha por defesa um tonel aberto nas duas extremidades, onde ele podia refugiar-se.

O combate foi curto. O animal, correndo em torno do seu adversário, evitava o bastão, quando, de súbito, saltou à garganta do fidalgo. O homem fez sinal para que o libertassem, pois diria a verdade.

Conduzido à presença de Carlos V, confessou o crime, sendo, em seguida, enforcado".

Em um saião do Castelo de Montargis, um pintor reproduziu a cena desse original duelo. O cão galgo de Montdidier tornou-se célebre na História, mais célebre talvez que o próprio Montdidier, miseravelmente assassinado por um bandido vestido de casaca e que comia à mesa do rei.

Se naquele corpo de cão, não existisse um Espírito, uma alma racional e sentimental, ele não poderia externar os grandes sentimentos que eternizaram seus fetos.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

APELO EM FAVOR DOS ANIMAIS

Vós que vedes luzes nestas letras, que traçam a estrada da Evolução Espiritual, e não vos achais mais escravizados pelo "gênio do mundo'', à erva que seduz, às flores que encantam, tende compaixão dos pobres animais, não os espanqueis, não os maltrateis, não os repudieis!

Lembrai-vos, amigos meus, que o Pai, em sua infinita misericórdia cerca-os de carinhos, e, prevendo a deficiência de seus Espíritos infantis, lhes dá fartas colheitas sem a condição de que semeiem ou plantem: prados cobertos de ervas e Flores odorosas, bosques sombrios, planícies e planaltos, onde não faltam os frutos da vida; rios, lagos e mares, por onde se escoam os raios do Sol, a luz da Lua, o brilho das estrelas!

Sede bons para com os vossos irmãos inferiores, como desejais que o Pai celestial vos cerque de carinho e de amar!

Não encerreis em gaiolas os pássaros que Deus criou para povoarem os ares, nem armeis ciladas aos animais que habitam as matas e os campos!

Renunciai as caçadas, diversão vil das almas baixas, que se alegram com os estertores das dores alheias, sem pensar que poderão também ter dores angustiosas, e que, nesses momentos, em vez de risos e alegria, precisarão de bálsamo e misericórdia!

Homens! Tratai bem os vossos animais, limpai-os, curai-os, alimentai-os fartamente, dai-lhes descanso, folga no serviço, porque são eles que vos ajudam na vida, são eles que vos auxiliam na manutenção da vossa família, na criação dos vossos filhos!

Senhores! Acariciai os vossos ginetes, os vossos cães, dai-lhes remédio na enfermidade, tratamento, liberdade e repouso na velhice!

Carroceiros! Não sobrecarregueis os vossos burros e os vossos cavalos como fazem com os homens os escribas e fariseus: impondo-lhes pesados fardos que eles, nem com a ponta do dedo os querem tocar!

Lembrai-vos que os animais são seres vivos, que sentem, que se cansam, que têm força limitada, e finalmente, que pensam, e que, em limitada linguagem, acusam a sua impotência, a sua fadiga irreparável aos golpes do relho e das bastonadas com que os oprimis!

Sede benevolentes, porque também em comparação aos Espíritos Divinos, de quem implorais luz e benevolência, sois asnos sujeitos à ação reflexa do bem e do mal!

Senhores e matronas! Moços, moças e crianças! Os animais domésticos são vossos companheiros de existência terrestre; como vós, eles vieram progredir, estudar, aprender! Sede seus anjos tutelares, e não anjos diabólicos e maléficos, a cercá-los de tormentos, a infringir-lhes sofrimentos!

Sede benevolentes para com os seres inferiores, como é benevolente, para com todos, o nosso Pai que está nos Céus!

Cairbar Schutel

quarta-feira, 28 de julho de 2010

PASSEAR COM CACHORROS


Você costuma sair de casa com seu cachorro sem coleira? Saiba que mesmo um animal adestrado pode atravessar na rente de um carro. E até o poodle mais manso pode atacar alguém.
Quer evitar riscos para seu bicho e para outras pessoas? Então use guia ou coleira. Veja como escolher os acessórios adequados – e boa caminhada!
Não pense que só o cachorro do seu vizinho pode sumir! Coloque uma medalha de identificação no seu bicho, com o nome dele, além do seu nome e telefone. Faça também o RG do animal em uma clinica veterinária: o documento traz informações sobre a saúde do bicho e os dados do dono.
Guia – Materiais de couro, náilon, tecido ou metal. Tradicional, de tamanho médio ou grande, a tira dá liberdade ao animal. Se for curta, traz às pessoas. Automática, flexível, tem um botão para controlar a distancia do cão em relação ao dono. Boa para animais pequenos, obedientes e tranquilos.
Amortecedora, de tamanho curta, amortece o puxão quando o dono aciona o sistema. É ideal para cães grandes, agitados ou agressivos. Cuidados, use o bom senso na hora de dar aquele puxão no seu cachorro. O excesso de força pode causar uma lesão séria na coluna ou machucar a traqueia do bichinho.
Coleira – Material, náilon, metal, tecido, aço ou couro. Peitoral, para cães dóceis, pequenos e acostumados a passeios. Enforcadora, pode ser usada só no pescoço ou no focinho e no pescoço.
No primeiro caso, deve ser usada por períodos cursos, apenas para o adestramento. A coleira que pega também o focinho serve para controlar animais fortes hiperativos ou agressivos.
Cuidados – ajuste bem a coleira para não ficar apertada ou frouxa demais e busque por opções que secam rapidamente. Fuja doa modelos que fazem o cachorro brincar com o dono de cabo de guerra.

Duvidas frequentes
Quais raças são obrigadas a usar focinheiras? Animais com mais de 20kg e cães das raças rottweiller, fila, doberman, pitbull, bull terrier, mastin napolitano, pastor alemão e american staffordshire terrier são obrigados por lei a sair com focinheira. Se seu cão for nervoso faça o mesmo.
Posso sair na rua com meu cão sem guia? Não há lei que proíba cães pequenos e médios de saírem à rua sem guia, mas não é indicado. Basta uma bobeada e eles atravessam a rua na frente de um carro, disparam atrás de outro cachorro, mordem uma criança…
Como sempre é muito melhor prevenir do que remediar, o melhor é ir para a caminhada preparada e sem riscos de dor de cabeça. Até.

http://nickmartins.com.br/

segunda-feira, 5 de julho de 2010

ANJOS CANINOS

Existem pessoas que não gostam de cães,
Estas, com certeza,
Nunca tiveram em sua vida
Um amigo de quatro patas
Ou, se tiveram,
Nunca olharam dentro daqueles olhos
Para perceber quem estava ali.
Um cão é um anjo
Que vem ao mundo ensinar amor.
Quem mais pode dar amor incondicional,
Amizade sem pedir nada em troca,
Afeição sem esperar retorno,
Proteção sem ganhar nada,
Fidelidade vinte e quatro horas por dia?
Ah, não me venham com essa
De que os pais fazem isso,
Porque os pais são humanos
E quando os agredimos
Eles ficam irritados e se afastam...
Um cão não se afasta
Mesmo quando você o agride,
Ele retorna cabisbaixo
Pedindo desculpas por algo que talvez não fez
Lambendo suas mãos a suplicar perdão.
Alguns anjos não possuem asas,
Possuem quatro patas, um corpo peludo,
Nariz de bolinha, orelhas de atenção,
Olhar de aflição e carência.
Apesar dessa aparência,
São tão anjos quanto os outros (aqueles com asas)
E se dedicam aos seus humanos tanto quanto
Qualquer anjo costuma dedicar-se.
Às vezes um humano veste a capa de anjo
E sai pelas ruas a catar alguns anjos abandonados  à própria sorte,
E lhes cura as feridas, alimenta, abriga  em Só para ter a sensação de haver ajudado um anjo...
Deus quando nos fez humanos
Sabia que precisaríamos de guardiões materiais
Que nos tirasse do corpo as aflições dos sentidos
E nos permitissem sobreviver a cada dia
Com quase nada
Além do olhar e da lambida de um cão...
Que bom seria se todos os humanos
Pudessem ver a humanidade perfeita de um cão!

Autor Desconhecido

quinta-feira, 1 de julho de 2010

ENTENDA POR QUE A COMPANHIA DOS ANIMAIS FAZ TÃO BEM PARA A SAÚDE

Aqueles que têm um animal de estimação já sabem: bichos fazem as pessoas sentirem-se bem. Mas estamos falando de mais do que isso. Seu bicho favorito pode não só torná-lo mais saudável, como mantê-lo assim. Bastam de 15 a 30 minutos com um cachorro ou um gato, ou observando um peixe nadando no aquário para a pessoa tornar-se menos ansiosa e estressada. O corpo naturalmente vai passando por mudanças físicas que ajudam a desacelerar e transformam o humor. O nível do cortisol, hormônio associado ao estresse, diminui. A produção de serotonina, um importante mensageiro químico associado ao bem-estar, aumenta.

Bichos mantêm a pressão em dia
É claro que você ainda terá que cuidar do peso e se exercitar. Mas ter um animal de estimação pode ajudá-lo a manter sua pressão em bons níveis. Num estudo americano com 240 casais, os que têm animais de estimação apresentaram níveis de pressão mais baixos e menor incidência de problemas no coração. Outro estudo mostrou que crianças com hipertensão arterial baixaram os níveis enquanto cuidavam de um cachorro.

Ajudam a baixar o colesterol
Não é para fugir da cartilha médica: dieta, exercício e em alguns casos, remédio, são importantes para baixar o colesterol. Mas os bichos também: pesquisadores constataram que aqueles que têm animais têm níveis de triglicerídeos e de colesterol mais baixos.

Gatos e cachorros fazem bem ao coração
Um estudo que durou mais de 20 anos mostrou que pessoas que não tinham um gato tinham 40% mais risco de morrer de um ataque do coração do que aquelas que tinham o animal. Os pesquisadores não sabem por quê. Mas os ataques de coração são mais raros entre aqueles que têm gatos. A hipótese é de que os gatos têm um efeito maior calmante sobre os donos do que os outros animais. Outro estudo mostrou que os donos de cachorros tem muito mais chance de sobreviver a um ataque cardíaco. Os donos de animais de estimação apresentaram um risco menor de morrer de qualquer doença do coração.

Animais combatem a depressão
Terapeutas já prescrevem bichos de estimação como um caminho para lidar com a depressão e se recuperar da doença. Não há amor mais incondicional do que de um bicho pelo seu dono. Cuidar de um animal tem efeito calmante: caminhar com ele, brincar, alimentá-lo tira você do centro das atenções e faz com que você se sinta melhor na maneira como lida com o tempo.

Uma forma física melhor
Pessoas que têm cachorros tendem a ser mais ativas e mais magras do que aquelas que não têm. Levar o seu cachorro para uma caminhada de 30 minutos todos os dias fará com que você não fique parado. Duas caminhadas de 15 minutos, uma pela manhã e outra à tarde, terão o mesmo efeito.

Mais interação, menos isolamento.
Um segredo para manter a mente saudável é manter-se ligado aos outros. Pessoas que têm cachorros costumam conversar com outras que também têm nas ruas, andando na praia. É um bom caminho para a socialização.

Menos alergias, imunidade fortalecida.
Pesquisadores notaram que quando as crianças crescem numa casa onde há um cachorro ou um gato elas têm menos de terem alergia. O mesmo ocorre com as crianças que moram em fazendas com grandes animais. Além disso, níveis mais altos de alguns sistemas químicos ligados à imunidade indicam um sistema imunológico mais forte. E mais: por mais contraditório que pareça, crianças que crescem com gatos têm menos risco de ter asma. Só há uma exceção: aquelas cujas mães têm alergia ao pelo do gato têm três vezes mais risco de desenvolver asma se entrarem em contato com gatos.

Parcerias com os terapeutas
Cachorros podem ser aliados na terapia. O animal no consultório costuma deixar as pessoas mais seguras, e também pode mostrar outro ponto de vista para um paciente. Nos hospitais e em asilos, estudos indicam que a presença dos bichos diminui a ansiedade e o humor dos pacientes. Também acelera a recuperação e aumenta a coordenação motora de crianças e idosos.

Alerta em crises epiléticas
Animais são mais sensíveis às mudanças bruscas de comportamento e podem ser aliados de pacientes epiléticos. Cachorros costumam latir ou ficam extremamente inquietos durantes as crises de seus donos. Outros se deitam ao lado da pessoa para evitar que ela se machuque. Nos Estados Unidos, organizações sem fins lucrativos treinam cachorros para acompanhar epiléticos.

Um apoio maior para autistas
Problemas sensoriais são comuns para crianças autistas. Exercícios com cães e cavalos podem ajudar os pacientes a conviverem melhor socialmente. Eles também costumam deixar as crianças mais calmas e tolerantes.

Ajudinha para ter ossos mais fortes
Caminhar diariamente com seu bicho de estimação é uma ótima forma de fortalecer os ossos e diminuir o risco de osteoporose. As caminhadas fortalecem a musculatura da perna e dos quadris. Se for durante a manhã, melhor ainda, já que o corpo passa a sintetizar mais vitamina D quando exposto ao sol. Os bichos também podem trazer alívio para quem sente dor, diminuindo a intensidade das crises de artrite reumatoide e fibromialgia. Além da distração, os animais incentivam uma vida mais ativa, medida necessária, mas geralmente difícil para os portadores de dores crônicas.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

A ESPIRITUALIDADE DOS ANIMAIS

Gratificante que esse tema, até pouco tempo tão deslembrado, esteja agora visitando e instigando a mente de tantas pessoas, não necessariamente espíritas, mas, ao menos, espiritualistas, querendo saber o que acontece com os animais depois que morrem...

De minha parte e dentro do que conheço do Espiritismo, respondo a esse questionamento retrocedendo no tempo, partindo da criação dos seres vivos:

– Deus, “[...] a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas”, (1) cria sem cessar. Uma de suas criações é o Princípio Inteligente (PI), representado pela mônada (2) que verte do “Princípio Inteligente Universal” e que, contemplada com a eternidade(!), enceta longa rota evolutiva, estagiando inicialmente no mineral, a seguir no vegetal, depois no animal, daí ao hominal e, finalmente, no angelical;

– para essa extensa fieira de experiências, a fim de atuar sobre a matéria, o Princípio Inteligente utiliza “o concurso de uma força, a que se conveio em chamar fluido vital” e em todo ele estará revestido “de um invólucro invisível, intangível e imponderável [...]”. Esse invólucro denomina-se “perispírito” (apesar de sua materialidade, é bastante eterizado). É formado de matéria cósmica primitiva – o fluido universal; (3)

– nos três primeiros estágios citados, a pouco e pouco cada PI irá se individualizando, percorrendo infinitos ciclos evolutivos, num e noutro plano da vida (o espiritual e o material), durante os quais será mantido, monitorado e guiado por Inteligências Siderais, responsáveis pela vida, por delegação divina;

– nesses três reinos o PI gradativamente irá sendo equipado, por aqueles Protetores, de instinto e “automatismos fisiológicos”, (4) representando poderosos equipamentos para possibilitar-lhe a sobrevivência, nos rudes crivos que terá de superar, até humanizar-se, quando então, ainda com tais condicionamentos automáticos (que possibilitam o metabolismo), estará equipado de livre-arbítrio, inteligência contínua e consciência;

– à medida que ocorre a sua individualização, na extensa rota de experiências, no reino animal, o PI já é uma alma, “porém inferior à do homem”;(5) assim sendo, é lícito deduzir que revestindo essa alma há um corpo astral – o perispírito –, sutil, mas ainda material (como já registramos) e sempre mais grosseiro que o do homem.

Tratando-se agora dos três reinos e, em particular, da morte dos animais, Kardec perguntou (6) e obteve respostas claras, não passíveis de segunda interpretação.

Resumindo essas respostas:

– minerais só têm força mecânica (não têm vitalidade);

NOTA: Quer me parecer que essa força é a que mantém a agregação do átomo, que acompanhará as várias vestimentas físicas do PI em toda a vasta fieira de experiências terrenas.

– vegetais são dotados de vitalidade e têm vida orgânica (nascem, crescem, reproduzem e morrem), além de serem dotados de instinto rudimentar;

– animais têm instinto apurado e inteligência fragmentária, além de linguagem própria de cada espécie; têm um princípio independente, que sobrevive após a morte; esse princípio independente, individualizado, algo semelhante a uma alma rudimentar, inferior à humana, dá-lhes limitada liberdade de ação (apenas nos atos da vida material); assim, pois, não têm livre-arbítrio; essa “alma”, não sendo humana, não é um Espírito errante (aquele que, no intervalo das encarnações, pensa e age pelo livre-arbítrio);

– ao morrer, cada animal é classificado pelos Espíritos disso encarregados; enquanto aguardam breve retorno às lides terrenas, via reencarnação, são mantidos em vida latente e sem contato, uns com os outros; ao serem reconduzidos à nova existência terrena são alocados em habitats de suas respectivas espécies.

Aqui encerro o meu (incompleto) resumo do que consta em O Livro dos Espíritos.

Respeitáveis autores espíritas, desencarnados, aduziram informações sobre esse tema. André Luiz, em particular, narra que vários animais são encontrados na Espiritualidade, como por exemplo aves, cães, cavalos, íbis viajores, muares. Alguns são “escalados” para tarefas diversificadas (cães e cavalos, na maioria das vezes, como se vê, respectivamente, em duas obras: (7) Nosso Lar, cap. 33 e Os Mensageiros, cap. 28).

No capítulo XII da citada obra Evolução em Dois Mundos, André Luiz narra que, após a morte, os animais têm dilatado o seu “período de vida latente” no plano espiritual, caindo em pesada letargia, qual hibernação, de onde serão genesicamente atraídos às famílias da sua espécie, às quais se ajustam.

Essa informação considero-a fundamental para o entendimento de como os animais vivem no plano espiritual, tendo Kardec registrado que, após a morte, os animais são classificados e impedidos de se relacionarem com outras criaturas;

André Luiz, agora, diz a mesma coisa, de outra forma, ao mencionar que os animais que não são destacados para alguma tarefa entram em hibernação e logo reencarnam.

Depreendo, assim, que na Espiritualidade os animais não utilizados em vários serviços não têm vida consciente, mas vegetativa, o que responde à pergunta de como vivem lá: sem qualquer relacionamento, uns com os outros. Assim, não havendo ação de predadores inexistem presas; mantidos em hibernação, não se alimentam, não brigam, não reproduzem, não se deslocam.

Como se nota na literatura espírita, as referências sobre animais na Espiritualidade reportam-se, na maioria das vezes, a animais que podem ser denominados biológica e espiritualmente “superiores”.

Raríssimas são as notas sobre aves, peixes, insetos ou sobre as incontáveis espécies extintas no Planeta.

Igualmente escassas, as anotações sobre a fantástica transição do animal (quais espécies animais?) para o hominal – o “elo perdido”, dos biólogos...

Sem nos esquecermos da instigante citação, feita de relance por André Luiz, em Nosso Lar, em se referindo à existência, na Espiritualidade, dos “parques de estudo e experimentação”.

O fato é que existem, sim, tais anotações, porém, o espaço disponível para meu texto não comportaria mais informações sobre a espiritualidade dos animais.

Reformador Fev.08

(1)KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. 90. ed. Rio de Janeiro: FEB. Questão 1.
(2)Mônada: organismo muito simples, que poderia ser considerado uma unidade orgânica. “Mônada celeste” seria a célula espiritual, manifestando-se em “o princípio inteligente (PI) em suas primeiras manifestações”, ou seja, na primeira fase de evolução do ser vivo, “os germes sagrados dos primeiros homens”.
(3)DELANNE, Gabriel. A evolução anímica. 12. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2007. “Introdução”, p. 15-16.
(4)XAVIER, Francisco C.; VIEIRA, Waldo. Evolução em dois mundos. Pelo Espírito André Luiz. Ed. Especial. Rio de Janeiro: FEB, 2003. Primeira Parte, cap. 4, p. 39.
(5)KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. 90.ed. Rio de Janeiro: FEB, 2007. Questão 597/597-a.
(6)______. Parte segunda, cap. XI, “Dos três reinos”.
(7)Ambas as obras de André Luiz, autor espiritual, com psicografia de Francisco Cândido Xavier. Ed. FEB

terça-feira, 1 de junho de 2010

PROTEJA SEU CÃO CONTRA AGRIPE CANINA NESTE INVERNO



Assim como acontece com os humanos, com a chegada do frio os animais ficam mais suscetíveis a doenças e muitos são infectados pela gripe, também chamada de tosse dos canis, doença infecciosa respiratória que ataca cães de todas as raças e idades, principalmente filhotes e idosos, que possuem o sistema imunológico mais debilitado.

Altamente contagiosa, a gripe canina pode ser transmitida por contato direto com cães infectados, secreções respiratórias e por contato com objetos contaminados. Quando uma pessoa tem mais de um cão e um deles contrai a gripe, todos os outros acabam ficando doentes, como se fosse uma gripe humana. Portanto, os donos dos animais devem isolá-los, não compartilhar brinquedos e nem alimentos.

Tal como na gripe humana, os principais sintomas nos cães são tosse seca, que costuma piorar com exercícios físicos e agitação, e secreção nasal. Em casos mais graves o cão pode apresentar secreção nos olhos, coriza, falta de apetite e febre. Nos filhotes e nos animais mais debilitados o quadro pode evoluir para uma pneumonia e levar o animal ao óbito. São poucos os cães que morrem de gripe canina. Cerca de 80% deles se recuperam bem. A dica para essa época do ano é evitar lugares em que há concentração de animais, pois a probabilidade de transmissão da doença é maior, como canis, pet shops e parques.

Por isso, a prevenção é o melhor remédio. A vacina intranasal protege o cão da gripe canina, pois confere proteção contra os principais agentes causadores da gripe. Animais a partir de três semanas de vida já podem ser vacinados. A revacinação anual é recomendada para animais expostos ao risco de infecção e para os que vivem em locais onde o número de casos da doença é grande.

Andrea Bonates é Médica Veterinária formada pela Universidade Federal Fluminense e gerente de Produtos da Intervet/Schering-Plough Animal Health

sexta-feira, 28 de maio de 2010

CÃES TERAPEUTAS AJUDAM A TRATAR DEPRESSÃO E ALZHEIMER

O boxer Napoleão recebe carinho dos idosos.


Idosos com Alzheimer, portadores de necessidades especiais, além de crianças e adultos com depressão podem obter avanços no quadro clínico graças ao contato com cães. A afirmação é da ONG Pêlo Próximo - Solidariedade em 4 patas”, que utiliza a chamada "pet terapia" (terapia realizada com a presença de animais) para ajudar no combate a doenças e ainda estimular o respeito ao animal.

São 23 “cães terapeutas”, de diferentes raças, e 35 voluntários no projeto, entre veterinário, adestrador, fonoaudiólogo, psicólogo, fisioterapeuta, acupunturista e terapeuta ocupacional. De acordo com a psicóloga e coordenadora do grupo, Roberta Araújo, os animais realizam atividades para trabalhar o raciocínio, como a escovação, exercícios com arco, boliche e futebol, além da apresentação de shows dos cães.

“A vantagem do cão é que o amor dele é incondicional. Para ele não tem preconceito. Em visitas a idosos, você vê um idoso que não levanta a mão pra pegar um copo de água, mas ele abaixa o tronco pra fazer carinho no cachorro, ele penteia o cachorro, que é um exercício de extensão dos membros. Se é cadeirante, é um tipo de exercício, se é idoso, é outro”, explica Roberta.

Para as crianças, há ainda o “pet health”, quando os cães viram os pacientes e os pequenos, os médicos. “Eles escutam o coraçãozinho do cachorro, examinam os olhos, dão injeção com seringa sem agulha, enfaixam a patinha”, exemplifica.

A calopsita Billy vai auxiliar na pet terapia.


Calopsita vai ajudar no trabalho
A partir de maio, o projeto ganha um novo integrante: a calopsita Billy. O objetivo é que a ave auxilie no estímulo da motricidade fina, como a ação de segurar um copo, por exemplo.

“Na verdade, isso não é nem um trabalho, é um prazer inenarrável. Se os cães pudessem falar, eles diriam da alegria que é atender quem realmente necessita, quem está abandonado em lares e hospitais. Eles mudam completamente a rotina dessas pessoas. E essas pessoas adquirem uma esperança a mais”, disse a psicóloga, que alegou ainda que, em alguns casos, pacientes até diminuem a ingestão de remédios após a visita da ONG.

Quem já participou, faz festa. A dona de casa Elisabete Teixeira, de 47 anos, é voluntária do grupo e dona de um dos cães e da calopsita. Ela começou o trabalho por causa da filha Nathália, de 21 anos, que sofre de depressão e ansiedade. “Pra gente é altamente gratificante. Faz bem pra gente e a gente vê a felicidade do outro. Minha filha teve uma melhora muito grande. E os visitantes adoram. Na despedida sempre pedem pra gente não demorar a voltar”, contou.

Mas ainda há resistência de algumas clínicas de reabilitação em relação aos animais, segundo a coordenadora. “Há um preconceito. É difícil entrar em hospitais, eles não aceitam. Aqui no Rio é muita luta, em São Paulo eles têm passagem aberta”, revelou.

A poodle Babi joga boliche com uma idosa.

Idosos com Alzheimer exercitam a memória
A assistente social Rita de Cássia Ribeiro, dona de uma clínica para idosos no Grajaú, Zona Norte do Rio, já recebeu o grupo Pêlo Próximo e faz coro com a psicóloga. “A pet terapia é uma coisa muito nova. A vigilância sanitária tem muito medo dos animais. O animal tem que estar totalmente vacinado, entre uma série de outras exigências, e tem gente que não gosta de bichos”, disse.

Para Rita, no entanto, que tem especialização em Gerontologia, os animais são extremamente importantes na recuperação de várias doenças. Segundo ela, o contato com os cães estimula o retorno ao passado para idosos com Alzheimer. Ela conheceu esse tipo de trabalho em um congresso e desde então o adota em sua clínica.

“É um trabalho maravilhoso. Tem uma senhora aqui que ela nunca sorri, e ela sorrindo pra gente com a cachorrinha menor foi fascinante. E aí eles lembram que tiveram animais, lembram do nome”, explicou ela.

Segundo ela, mesmo sabendo que poucos idosos se recordam da experiência com o grupo, os instantes de felicidade que os animais proporcionam nas visitas são compensatórios e transformadores. “É uma coisa que não abro mão”, declarou.

Fonte: G1

quinta-feira, 27 de maio de 2010

ANTÍDOTO CONTRA ENVENENAMENTO DO SEU CÃO (OU GATO) (FUNCIONA , USEM SEM MEDO)

Dr. Marcel Benedeti (veterinário) recomenda como agir em caso de suspeita de envenenamento de animais:

"Quando houver suspeita, dar água morna salgada ou água oxigenada 10 vol (uma colher de sopa) que , em contato com o estomago, vira água morna salgada e faz o animal vomitar .

Em seguida, dar ATROVERAN

(1 gota por kg de peso de 6 em 6 horas),  é o melhor antídoto para venenos do tipo 1080 e chumbinho.

Tenha sempre Atroveram por perto e repasse esta informação para as pessoas que conhece.

Poderá salvar vidas.

O carvão vegetal também ajuda muito em envenenamentos  (inclusive em humanos ), pois é absorvente.

Já existe, nas farmácias, em comprimidos.

"Os animais foram criados pela mesma mão caridosa de Deus que nos criou.

É nosso dever protegê-los e promover o seu bem estar".

Esta mensagem foi enviada por DRª. Carol - Del DIFO/DIR G. FADC/LIDER AF.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

ANIMAIS EM SOFRIMENTO


Se os animais estão isentos da lei de causa e efeito, em suas motivações profundas, já que não têm culpas a expiar, de que maneira se lhes justificar os sacrifícios e aflições?
Assunto aparentemente relacionado com injustiça, mas a lógica nos deve orientar os passos na solução do problema.
Imperioso interpretar a dor por mais altos padrões de entendimento.
Ninguém sofre, de um modo ou de outro, tão-somente para resgatar o preço de alguma coisa. Sofre-se também angariando os recursos precisos para obtê-la.
Assim é que o animal atravessa longas eras de prova a fim de domesticar-se, tanto quanto o homem atravessa outras tantas longas eras para instruir-se.
Que mal terá praticado o aprendiz a fim de submeter-se aos constrangimentos da escola?
E acaso conseguirá ele diplomar-se em conhecimento superior se foge às penas edificantes da disciplina?
Espírito algum obtém elevação ou cultura por osmose, mas sim através de trabalho paciente e intransferível.
O animal igualmente para atingir a auréola da razão deve conhecer benemérita e comprida fieira de experiências que terminarão por integrá-la na posse definitiva do raciocínio.
Compreendamos, desse modo, que o sofrimento é ingrediente inalienável no prato do progresso.
Todo ser criado simples e ignorante é compelido a lutar pela conquista da razão, e atingindo a razão, entre os homens, é compelido igualmente a lutar a fim de burilar-se devidamente.
O animal se esforça para obter as próprias percepções e estabelecê-las.
O homem se esforça avançando da inteligência para a sublimação.
Dor física no animal é passaporte para mais amplos recursos nos domínios da evolução.
Dor física, acrescida de dor moral no homem, é fixação de responsabilidade em trânsito para a Vida Maior.
Certifiquemo-nos, porém, de que toda criatura caminha para o reino da angelitude, e que, investindo-se na posição de espírito sublime, não mais conhece a dor, porquanto o amor ser-lhe-á sol no coração dissipando todas as sombras da vida ao toque de sua própria luz.

Emmanuel
Do livro Aulas da Vida. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

terça-feira, 18 de maio de 2010

quinta-feira, 13 de maio de 2010

MATERIAIS

Você gastou meses pensando em ter um cão. Fez uma pesquisa e encontrou o ideal para você. Agora o dia finalmente chegou: você vai levar para casa o totó de seus sonhos. Entretanto, você pode ainda não estar pronto. Antes de levar o cãozinho para casa, esteja certo de ter os materiais abaixo.

Coleira e etiqueta - encomende uma etiqueta com seu nome e número de telefone gravados semanas antes de levar o cãozinho para casa. Prenda-a na fivela da coleira e coloque ambas em seu cachorrinho antes de sair do criador ou do abrigo de animais. Enquanto o filhote cresce, verifique se a coleira não está apertada demais. O ideal é que você consiga colocar dois dedos entre ela e o pescoço do animal. As coleiras podem ser feitas de couro ou nylon, ambos materiais duráveis. Entretanto, cãezinhos adoram mastigar e o couro tem cheiro e textura agradáveis. Se esse material for sua escolha, espere até seu filhote passar da fase de nascimento dos dentes.
Se você tem um filhote ou está adestrando seu cão, vai precisar de uma coleira de adestramento, também conhecida como enforcador. Elas são um dispositivo de adestramento para ensinar que seu cão não deve puxar você enquanto passeiam. Isso só deve ser usado para adestrar seu cão e não substitui uma coleira convencional. A não ser que você esteja perto para supervisionar, nunca deixe nenhum tipo de coleira em um cão preso, pois isso pode esganá-lo ou provocar uma asfixia letal. Pelo mesmo motivo, nunca deixe um enforcador, seja de nylon ou metal, em um cão sem vigilância.

Caixa de transporte - todos estamos acostumados com a imagem clássica de um cão com a cabeça para fora do carro, com as orelhas batendo ao vento e a língua de fora. Entretanto, um carro em movimento não é lugar para um cão de qualquer idade se movimentar livremente. Você precisará de um canil portátil para colocar seu amigo durante o passeio até o novo lar dele, bem como para futuras visitas ao veterinário e ao salão de beleza.
Escolha uma caixa de transporte robusta para acomodar confortavelmente seu cão e mantê-lo seguro em caso de acidente. Caixas para transporte aéreo são leves, duráveis e fáceis de limpar. São adequadas para viagens aéreas, caso seu cão vá fazer passeios pelo mundo e também podem ser usadas no carro, tendo a alça presa com o cinto de segurança. As caixas aramadas são bem ventiladas e podem ser dobradas quando não estão em uso. Elas podem ser cobertas, para dar privacidade e proteção. Os transportadores do tipo bolsa de tecido são confortáveis e fáceis de carregar. O topo com zíper e os fechos nas extremidades fazem com que seja fácil colocar o animal e removê-lo. As bolsas são duráveis e fáceis de limpar. Na maioria das empresas aéreas, esse tipo de transportador é aceitável para cães que viajarão na cabine, mas as bolsas não podem ser usadas na área de bagagem. Independente do estilo escolhido, esteja certo de que os trincos são robustos e as bordas macias. Tenha certeza de que todos os parafusos, porcas e trincos estão firmes. Não desleixe na qualidade só para economizar uns trocados, pois não vale a pena arriscar a vida e a segurança de seu cão.

Guia - aprender a andar com uma guia é uma das primeiras lições de etiqueta canina. Compre uma leve e bem fabricada. As guias de couro são bonitas e duráveis, mas o óleo da pele pode manchá-las e os filhotes adoram roê-las. As feitas de nylon são leves, coloridas e fortes. As correntes são praticamente indestrutíveis, mas são mais pesadas do que as outras, além de serem barulhentas. Uma guia retrátil dá ao filhote a ilusão de liberdade, mas permite que você a enrole quando necessário.

Comida - um cão saudável precisa de combustível adequado. As necessidades nutricionais mudam durante a vida. Um filhote precisa de um equilíbrio nutricional que é diferente do de um cão adulto ou idoso. Então, converse com seu veterinário, criador ou dono do abrigo para obter recomendações da comida certa para seu cão. Esteja certo de que escolheu uma comida rotulada como completa e equilibrada. O ideal é que o rótulo expresse que o fabricante fez testes para garantir o valor nutricional do alimento.
Antes de levar o cão para casa, descubra qual foi a última vez em que ele comeu, com que freqüência tem sido alimentado e o que ele está acostumado a comer. Se você planeja usar um alimento diferente, introduza-o aos poucos, por mais de duas ou três semanas, misturando a ração nova com a antiga. Uma mudança radical na dieta pode causar vômitos ou diarréia.

Vasilhas - as vasilhas para água e comida estão disponíveis em uma grande variedade de materiais. Cada um tem suas vantagens e desvantagens. Tigelas de metal são práticas, duram por anos e são fáceis de limpar. Entretanto, se você usa comida enlatada que precisa ser refrigerada, não pode usar a vasilha para requentar a refeição no microondas. Também são muito leves, facilitando derramamentos. As vasilhas de cerâmica são decorativas, podem ser personalizadas e geralmente vão à máquina de lavar louça e ao microondas. Elas são pesadas, evitam derramamentos e inclinações, mas podem ser quebradas. Algumas tigelas de cerâmica feitas fora dos Estados Unidos têm altas quantidades de chumbo e não devem ser usadas por pessoas ou animais. As vasilhas de plástico são leves, coloridas, baratas, fáceis de limpar e podem ir à máquina de lavar louça e ao microondas. No entanto, os odores dos alimentos aderem ao plástico e alguns cães adoram mastigar esse material.

Itens de beleza - os itens básicos de que você vai precisar são um pente para pulgas, uma escova de cerdas impermeáveis, de pinos ou luva polidora (dependendo da pelagem do seu cão) e de um cortador de unhas. Uma escova e uma pasta de dentes ou solução de limpeza também são soluções prudentes.

Kit de primeiros-socorros - você pode comprar pronto ou montar um. Um kit completo precisa ter um termômetro retal, gaze, tesoura, esparadrapo, pinça, pomada antibiótica, uma seringa sem agulha para medicamentos líquidos, cotonetes e bolas de algodão, água oxigenada ou xarope para induzir o vômito e tabletes de carvão ativado para absorver veneno. Outros itens úteis são um cobertor e uma toalha, um saco ou bolsa plástica para servir de bolsa de gelo e luvas de borracha. Também é uma boa idéia incluir no kit o telefone do veterinário, o telefone do hospital de emergência para animais e um livreto de primeiros socorros.

Brinquedos - se você não dá brinquedos para que seu cão queime a energia ilimitada, ele vai achar alguns: seus sapatos, sua raquete de tênis ou até mesmo seu rádio portátil. Para canalizar a energia na direção certa, forneça brinquedos que exercitem não apenas o corpo do cão, mas também o cérebro. Um brinquedo robusto para mastigar, feito de borracha dura, satisfará a necessidade de mastigar e aliviará a dor que surge quando os novos dentes estão nascendo. O barulho de um brinquedo estridente é infalível para prender a atenção do cão. Apenas certifique-se de que o chocalho de dentro não pode ser descolado e engolido. Um bicho de pano é o brinquedo escolhido por muitos cães. Alguns se enroscam com ele, outros o agitam e jogam no ar. Sempre escolha um brinquedo bem feito, sem olhos de botão, sinos, fitas ou outros acessórios que podem facilmente serem mastigados e engolidos. Por fim, nunca dê nenhum brinquedo parecido com algo que você não queira ver estragado, como, por exemplo, um sapato velho. É praticamente impossível que ele faça a distinção entre o calçado que você quer que ele mastigue e os sapatos do seu closet.

Cama - seu cãozinho vai adorar ter um lugar para se enroscar e tirar uma soneca depois de brincar. Há uma infinidade de camas não apenas para cada bicho, mas também para cada decoração: das do tipo travesseiro às poltronas personalizáveis, das de paislei às de manta. Escolha uma cama bem feita e lavável a máquina. As de vime são clássicas, mas lembre-se: um filhote é um mastigador e pode facilmente destruí-la.