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MEU ANIMAL AMIGO: Dezembro 2009

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

PROTEJA SEU ANIMAL DOS FOGOS DE REVEILLON



Reveillon

1) Cuidados com Fogos de Artifício
Os fogos são responsáveis por acidentes dos mais variados tipos, principalmente com cães. Natal, Ano Novo, Copa do Mundo, finais de campeonatos de futebol são ocasiões em que os animais mais se perdem de seus donos.
Todos os animais se assustam facilmente nas épocas festivas com o barulhos dos fogos e rojões. O pânico desorienta o animal, que tende a correr desesperado e sem destino.
Procure evitar tudo isso garantindo condições mínimas de segurança, evitando ambientes conturbados e barulhentos (desde antes do espocar dos fogos), passe-lhe paz e tranqüilidade, e a sensação de que tudo está bem e sob controle.
Tudo isso pode ser evitado com prudência, atenção e um pouco de boa vontade.

2) Os Perigos dos Fogos
Fugas - tornando-se animais perdidos, atropelados e que vão provocar acidentes;
Mortes - enforcando-se na própria coleira quando não conseguem rompê-la para fugir; atirando-se de janelas; atravessando portas de vidro; batendo a cabeça contra paredes ou grades;
Graves ferimentos - quando atingido ou sem saber abocanhando um rojão achando que é algum objeto para brincar;
Traumas - com mudanças de temperamento para agressividade;
Ataques - investidas contra os próprios donos e outras pessoas;
Brigas - com outros animais com os quais convivem, inclusive;
Mutilações - no desespero de fugir chegam a se mutilar ao tentar atravessar grades e portões;
Convulsões (ataques epileptiformes);
Morte e alteração do ciclo reprodutor dos animais da fauna silvestre;
Afogamento em piscinas;
Quedas de andares e alturas superiores;
Aprisionamentos indesejados em porões e em lugares de difícil acesso;
Paradas cardiorespiratórias etc..

3) Recomendações para Com os Animais
Acomodar os animais dentro de casa, em lugar onde possam se sentir em segurança, com iluminação suave e se possível um radio ligado com música;
Fechar portas e janelas para evitar fugas e suicídios;
Dar alimentos leves, pois distúrbios digestivos provocados pelo pânico podem matar (torção de estômago, por exemplo);
Cobrir gaiolas de pássaros e checar cercados de animais (cabras, galinhas etc.);
Cobertores pesados estendidos nas janela abafam o som, assim como cobertores no chão ou um edredom sobre o animal;
Não deixar muitos cães juntos, pois, excitados pelo barulho, brigam até a morte. Tente deixá-los em quartos separados pois, na hora dos fogos, eles poderão morder-se uns aos outros, no desespero;
Um pouco antes da meia-noite leve seu animal para perto da tv ou de um aparelho de som e aumente aos poucos o volume de tal forma que ele se distraia e se acostume com um som alto. Assim não ficará tão assustado com o barulho intenso e inesperado dos fogos;
Procurar um veterinário para sedar os animais no caso de não poder colocá-los para dentro de casa. Animais acorrentados acabaram se enforcando em função do pânico;
Alguns veterinários aconselham o uso de tampões de algodão nos ouvidos que podem ser colocados minutos antes e tirados logo após os fogos;
Assim como calmantes naturais que apresentam resultado bastante eficiente para os animais que historicamente apresentam o estresse.

4)Recomendações para com Gatos
Escolha um quarto da casa que tenha uma cama e um armário, e prepare para ser o quarto dos gatos no reveillon.
Abra um ou dois armários e coloque cobertores para forrar e formar tocas confortáveis;
Desarrume a cama e coloque cobertores formando tocas; tocas embaixo da cama também são boas;
Feche toda a janela, passe a cortina e, se possível, encoste um colchão na janela para abafar o barulho;
Água, comida e caixinha de areia devem ficar distribuídos estrategicamente pelo quarto, sempre encostados na parede, para evitar serem derrubados e tudo acabar na maior sujeira;
Tire qualquer coisa que possa ser derrubada, quebrada, derramada;
Feche os gatos neste quarto a partir dos primeiros rojões e deixe-os lá. Deixá-los soltos aumenta o medo, a correria e o desespero, e eles acabam se enfiando em lugares como embaixo da máquina de lavar e da geladeira;
Para quem mora em casa, com gatos que tem acesso à rua, recolha os gatos antes do pôr-do-sol e feche-os da mesma maneira. Na rua é mais perigoso, pois, quando se assustarem, podem se perder. Além disso, podem ser alvo de maus-tratos.

Fonte: PEA

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

A ESSÊNCIA DOS ANIMAIS



Olhe bem dentro dos olhos de um animal.
E ao olhar você vê que este ser é a expressão do Universo ...
Preste atenção no que você vê: os anos de vida presentes dentro desses olhos  e a vitalidade que brilha através da cor e transparência.
Contemple sua forma.
Note os ângulos e curvas de individualidade que fazem desta criatura uma obra de arte única, moldada pelo tempo e pelo desejo ...
E enquanto você olha dentro dos olhos desse ser, atente para aquilo que não pode ver; o interior, um ser tão singular como sua expressão.
O que você vê é um espírito vivo. Acolha-o, respeite-o. Aprecie-o por isto.
Pergunte a si mesmo: o que parece sentir esta criatura? Como, através desses olhos, o mundo parece ser?
Saiba que há antigüidade dentro destes olhos, milênios de evolução.
Eles trazem na sua contemplação, uma aguda solidão que você nunca poderá compreender completamente ...

Esteja certo de que este ser é tão oprimido e sofrido como você nunca imaginou.
É um ser que tem vivido momentos de rudeza e inocência das quais você nunca poderá compartilhar.
Saiba ainda que é ima criatura viva e que tem desejos como você.
Ela anda sobre o mesmo chão e respira o mesmo ar.
Sente dor e alegria, o calor do brilho do sol, a agradável sombra das florestas, o sabor refrescante da água pura ...
Como você. E nisto somos todos iguais. Numa igualdade onde existe toda a vida.
Através dela podemos encontrar a totalidade. A partir desta igualdade podemos extrair discernimento e compreensão para a cura do nosso lar comum.

Gary Kowalsky - The soul of animals , 1991



domingo, 27 de dezembro de 2009

CUIDADOS COM OS FOGOS DE ARTIFÍCIO NA PASSAGEM DE ANO



Você tem um cão ?
Ah, é um gato que você tem?
Se você não tem, algum parente, um vizinho ou amigo seu tem, não?
Por favor, leia e repasse esta mensagem

Fogos de artifício são responsáveis pelos mais variados tipos de acidentes com animais.

É grande o número de fugas, desaparecimentos, atropelamentos, ataques (investidas contra os próprios donos e outras pessoas), brigas (inclusive com outros animais com os quais convivem), mutilações em grades e portões, enforcamentos com as próprias coleiras, afogamentos em piscinas, quedas de andares superiores, choques elétricos, aprisionamentos ocasionais em porões, garagens, buracos e outros lugares de difícil acesso, alem de paradas cardiorespiratórias, etc.

O pânico o desorienta. Isso não é bom para ele, e no caso de animais de grande porte passa a ser também perigoso para as pessoas e outros animais. Procure administrar tudo isso garantindo condições mínimas de segurança, evitando ambientes conturbados e barulhentos, desde antes mesmo do espocar dos fogos. Passe-lhe paz, tranquilidade e a sensação de que tudo está bem e sob controle. Reações de medo, susto e espanto demonstradas pelo(s) dono(s) e/ou outras pessoas, poderão deixá-lo inseguro, o que pode resultar em agressividade, fuga, e/ou farão com que procure tomar o controle da situação.

Cães são lobos domesticados que por natureza identificam um líder. Na ausência deste, o (ou um) animal poderá buscar a liderança. Tudo isso depende das características de cada animal. A voz de comando é o exemplo de comunicação e liderança entre homens e cães.

As consequências dos acidentes podem ser sérias mutilações e ferimentos, o aumento do números de animais perdidos nas ruas, além, é claro, da dor da perda definitiva de um animal estimado.

Tudo isso pode ser evitado com prudência, atenção e um pouco de boa vontade.

Alguns veterinários aconselham o uso de tampões de algodão nos ouvidos que podem ser colocados minutos antes e tirados logo após os fogos, assim como calmantes naturais que apresentam resultado bastante eficiente para animais que historicamente apresentam o estresse.

FESTAS


sábado, 19 de dezembro de 2009

DICAS PARA QUE SEUS AMIGOS TENHAM UM FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO


A melhor maneira de garantir ao seu animal de estimação um feliz  natal e um próspero ano novo, é mantê-lo longe das festas e na sua rotina alimentar.
O costume de oferecer os restos da mesa pode resultar em sérios problemas de saúde e até levá-lo a morte.
Ossos de frango, de porco, de carneiro e caroços de frutas, especialmente de pêssego, pode causar obstruções de perfurações no intestino.Outro descuido sério é permitir a ingestão de bebidas alcoólicas. Uma pequena quantidade de cerveja, por exemplo, em muitos casos é suficiente para causar coma e morte rápida.
A chegada dos convidados para a festa pode alterar o comportamento do animal, onde mesmo os mais dóceis, podem se tornar agressivos diante de pessoas estranhas ao seu convívio. É aconselhável que ele fique em um lugar tranqüilo e que possam ter acesso ao seu esconderijo, quando explodirem os rojões.
Para quem deseja presentear alguém com um filhote, é muito importante consultar o futuro proprietário, se ele deseja realmente ter, cuidar e se responsabilizar pelo animal.
Entre os cães existem inúmeras raças, cada uma tem sua peculiaridade e isto deve ser analisado na hora da aquisição. Alguns se adaptam melhor à pessoas ativas e outras são excelentes para companhia, podendo permanecer ao lado do dono simplesmente observando-o.
A compra impulsiva de certas pessoas e a falta de orientação,  associadas aos maus criadores resultam no aumento do número de  animais abandonados ou sujeitos a enormes sofrimentos.
Um presente muito interessante é oferecer ao amigo um animal adotado, pois agindo assim , estará dando prova que sua amizade é sincera e sem preconceito.
Jamais entregue o filhote durante a festa, isto poderá gerar muita curiosidade nas pessoas presentes e um enorme pânico no indefeso animalzinho.
Infelizmente, durante esta época do ano, ocorre um crescente número de incidentes com os cães e gatos, mas evita-los é fácil, basta-se agir com os devidos cuidados.
Guarde para o animal o seu melhor momento, sua intimidade.
Ele não precisa de muita gente em volta para se sentir feliz, mas de um dono consciente que saiba garantir segurança e muito carinho.

sábado, 12 de dezembro de 2009

FOGOS DE ARTIFICIO E O CACHORRO



Cães que têm medo de fogos de artifício: o que fazer?
O período de festas é sinônimo de rojões. Para nós, a chegada do ano novo representa paz, alegria e harmonia… Mas, para alguns cachorros, significa um verdadeiro pesadelo.

Vocês não estão ouvindo???
É bastante comum encontrar cães que têm medo excessivo de barulhos, levando em conta que a audição deles é bem melhor que nossa. Os fogos de artifício não machucam o ouvido do cachorro, mas lhe dão a sensação de que uma guerra está começando.
O pavor de alguns cães é tão grande, que pode provocar tremedeiras, problemas no coração e alterações de comportamento. E, nos filhotes, até um trauma pro resto da vida.
Ahhh, eu tô maluco!
O pânico causado pelo barulho muda radicalmente o comportamento de certos cachorros: uns tentam fugir, outros ficam muito agressivos… Existem cães que são capazes até de pular contra uma janela de vidro!
Dá pra fazer alguma coisa?
Existem várias maneiras de reduzir esse medo. Uma delas é preparar o cão para a barulheira que está por vir. Mas como? Aí vai um truque super eficaz e fácil de colocar em prática: dias antes do ano novo, bata panelas enquanto dá comida ou brinca com o cachorro. É um bom jeito de mostrar pra ele que o barulho não significa perigo. Se preferir, você pode fazer isso também com aqueles estalinhos (biribinhas).
Independente do que escolher, aumente o volume do barulho gradativamente. Não comece esse processo já estourando biribas pra todo lado ou produzindo algo ensurdecedor batendo um monte de panelas ao mesmo tempo… Senão, você vai acabar traumatizando o cão antes do ano novo!
Se o cachorro já está traumatizado, a melhor opção é consultar um veterinário sobre a possibilidade de dar um calmante pra ele. Sob o efeito de um medicamento com essa finalidade, o cachorro vai ficar mais calmo e sonolento, e sua capacidade de gravar na memória tais acontecimentos diminuirá bastante.
Atenção: nunca medique o cachorro sem orientação de um profissional!!!
Pior do que está, pode ficar!
Tome cuidado pra não piorar ainda mais a situação. Ficar pegando o cão no colo ou acolhe-lo toda hora durante a festa só vai transmitir mais medo e ansiedade pra ele, que logo vai pensar: “Hum… se ele está me protegendo desse jeito, é porque vem coisa feia por aí!”. Portanto, procure agir com naturalidade. Para tanto, brinque com o cachorro e o alimente como se nada de diferente estivesse acontecendo.
Se quiser conter o cão, use a guia com uma coleira e nunca com um enforcador, pois ele pode se asfixiar num momento de pânico.
Caso tenha de deixar o cachorro preso, escolha um lugar que ele confie, como sua casinha ou um cômodo da casa.
Boas festas!!!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

OS ANIMAIS TEM ALMA?

"A alma dorme na pedra, sonha no vegetal, agita-se no animal e desperta no homem" (León Denis.)

Algumas questões filosóficas e científicas povoam o cenário mental dos homens de nossa era. Na conceituação espírita de Universo, e dos seres que o compõem, já é de entendimento consensual a inter-relação entre os diversos reinos (mineral, vegetal, animal e hominal), propiciando uma visão sistêmica e encadeada. Da proximidade entre homens e animais, portanto, exsurge a questão que é o título deste nosso ensaio: os animais têm alma? De início é necessário buscar a conceituação de Alma - ser inteligente, imaterial e individual, que interage com o corpo humano e que sobrevive após a morte biótica dele. Representa, de plano, a fase encarnada do Espírito, enquanto o Espírito representa a fase em que este ser inteligente encontra-se desencarnado. O conceito de alma só é representativo quando se refere ao ser humano. Isto porque, da exegese dos itens 597, 597 a, e 598, de O livro dos espíritos (OLE), depreende-se que há, nos animais, um princípio independente da matéria e que sobrevive ao corpo. In verbis: "É também uma alma se quiserdes", diz o Espírito de Verdade. Mas, de essência inferior à dos homens, havendo entre um e outro uma distância tão grande quanto a que se instala entre os homens e Deus. A alma dos animais, pois, conserva sua individualidade, embora sem a consciência do eu, de vez que a vida permanece em estado latente. Mas, há um importante qualificativo: a alma dos animais é alma animal. É semelhante, análoga, parecida com a do homem, porém não é igual. Complementarmente, em A gênese, capítulo 3, item 21, encontramos: "(...) a verdadeira vida, do animal, tal como a do homem, não se encontra no envoltório corporal; ela está no Princípio Inteligente que preexiste e que sobrevive ao corpo."
Com a morte biótica, a alma do animal se separa do corpo, dirigindo-se para a Erraticidade, onde é acolhida por Espíritos humanos que a classificam, estudando-lhe o comportamento fisiológico do seu "corpo perispiritual", antes submetido às intempéries (crosta terrestre, ou meios aquático e aéreo) e dificuldades (luta pela sobrevivência, seleção natural e cadeia alimentar dos ecossistemas). Ocorrem, então, as mutações genéticas perispirituais, porque em razão da "seleção natural", as almas sofrem sucessivas mudanças (acompanhadas das citadas mutações genéticas espirituais, justificando, assim, a relativa rapidez que a Teoria da Evolução Darwiniana preconiza). O corpo perispiritual é sempre o modelador biológico do corpo físico (denso). Possuindo a citada individualidade, a alma dos animais submete-se à reencarnação imediata (quesitos 600 e 601, OLE), não sem antes ser estudada e classificada, para que as citadas - possíveis e necessárias - alterações possam ser processadas pelos Espíritos encarregados de efetuarem as mutações.
Darwin conseguiu comprovar e explicar as variações nos bicos das aves, nos cascos dos animais, na colocação de mariposas e insetos operários (teoria social), e a distribuição da vida em todo o globo e em todas as eras. Mas há inúmeras lacunas inexplicáveis pela teoria de evolução darwiniana. A nível celular, inclusive, os recentes esforços e descobertas científicos, na pesquisa do mecanismo da vida em nível molecular (animal, vegetal e humana), confirmou-se a idéia do planejamento inteligente da vida. A vida é vivida nos pormenores, em partículas pequenas demais para serem vistas. Se, todavia, ampliarmos a idéia de EVOLUÇÃO para os mundos material e espiritual, poderemos encontrar a resposta (no nosso nível de compreensão) dos inúmeros questionamentos que temos. As moléculas alteram seus comportamentos, sob a direção dos genes, os quais são direcionados pelas forças espirituais que, no campo experimental dos animais, realizam as alterações devidas, muitas das quais serão transmitidas aos perispíritos humanos, futuramente. É assim que são recebidas as "almas" animais por Espíritos sábios, procedendo-se ao amplo estudo de seus comportamentos celulares, propondo-se as mutações genéticas necessárias, as quais quando inscritas nos genes perispirituais modeladores dos genes corporais densos, darão lugar à especialização dos seres (mutações genéticas corporais). Veja-se, a propósito, algumas linhas, ainda que superficiais, da matéria em questão, em Evolução em dois mundos, de André Luiz/Francisco Cândido Xavier, sobretudo o capítulo 5.
Aquela mencionada individualidade só ocorre em uma fase específica da evolução do princípio inteligente, na fase hominídea, onde se emancipa intelectualmente dos instrutores espirituais, ganhando a denominação de Espírito. Neste sentido, mesmo entre os animais, percebe-se uma certa "diversidade" evolutiva. Há animais mais evoluídos que outros. E há, também, aqueles que se comportam apenas em coletividades (algo que os hindus identificam como almas-grupo), não possuindo, ainda, uma chamada identidade emocional individual, como alguns insetos (cupins, abelhas, formigas, etc.).
Neste estudo generalizado, há espaço para abordarmos as mais freqüentes curiosidades dos espíritas quanto à essência da alma dos animais:

1) Afeição entre animais e pessoas da casa (família): os animais (sobretudo, os domésticos) são seres extremamente sensíveis. Qualquer mudança de comportamento das pessoas é por eles percebida. Desta forma, percebem com muita clareza e especificidade quando a pessoa está doente ou, mesmo, até para desencarnar.

2) Mediunidade dos animais: Erasto, em O livro dos médiuns (OLM), capítulo 22, item 236, faz diversos comentários a respeito da capacidade dos animais em perceberem a presença de Espíritos. Sensitividade. Em termos mediúnicos, podemos destacar as seguintes três circunstâncias: 1) Manifestações inteligentes (OLM, 2a parte, cap. 3) - os efeitos inteligentes são o que o Espírito produz, utilizando-se dos elementos existentes no cérebro do médium. A ligação é mente-a-mente e o médium, como o próprio nome sugere, é intermediário. Logo, o animal não pode participar do processo como médium de uma manifestação inteligente, até pela precariedade do meio (seu cérebro); 2) Manifestações de efeitos físicos (OLM, cap. 2) - o médium atua como colaborador no processo (fenômeno) doando fluidos que, combinados com o fluido do agente (Espírito desencarnado, em geral), satura a matéria-objeto do fenômeno. Neste caso, em determinadas circunstâncias pode-se admitir a atuação de animais como doadores de fluidos na produção de tais manifestações; 3) Animais médiuns? - na condição de médiuns sensitivos, os animais podem perfeitamente perceber a presença de espíritos, embora não sejam médiuns, na exata acepção do termo.

3) A saudade dos animais domésticos que desencarnaram: guardamos afeição, simpatia, carinho e, mesmo, amor, em relação aos animais com quem convivemos. Natural, então, aspirar que, brevemente, possamos conviver novamente com aqueles animais que morreram. Há, na literatura espírita o caso Don Pedrito, um cãozinho que pertenceu a Chico Xavier. O pobre animal morreu atropelado e, algum tempo depois, Emmanuel chamou-lhe a atenção dizendo: - "Don Pedrito está voltando para você!" Chico, emocionando, tomou o cachorro nos braços e passou a chamá-lo de briquinho, animal que passou a ser citado como personagem em diversos de seus livros.

4) A razão das doenças, dores e sofrimentos dos animais: possuindo corpo físico, os animais podem vivenciar as dores físicas. A propósito do tema, Emmanuel, em uma belíssima página denominada Animais e Sofrimento, preleciona: "Ninguém sofre de um modo ou de outro tão-somente para resgatar o preço de uma coisa. Sofre-se, também, angariando os recursos preciosos para obtê-la. Assim é que o animal atravessa longas eras para instruir-se. O animal igualmente para atingir a auréola da razão, deve conhecer benemérita e comprida fieira de experiências que terminarão por integrá-lo na posse definitiva do raciocínio. Dor física no animal é passaporte para mais amplos recursos nos domínios da evolução." Se não há, neles, a mesma significação da dor humana, pelo menos há a referência expressa de que as dores têm uma fundamental importância para o processo evolutivo do ser espiritual, ainda que nesta fase preliminar, de alma. Ademais, as diferenças de sofrimentos entre os distintos animais resulta do próprio processo de individualização, onde alguns animais, ao experimentarem determinadas vivências, apressam seu ingresso na fase de contextura espiritual plena (homens). O reflexo imposto pelas condicionantes materiais, nos diferentes lugares onde os mesmos se acham sujeitos, constitui elemento fundamental para as experiências genéticas "espirituais". Cunha-se, então, um novo termo, dissonante de "sofrimentos": oportunidades (de aprendizado).

5) Existência de animais no Plano Espiritual: Há variados casos de animais presentes na literatura mediúnica. André Luiz, inclusive, em Nosso Lar, fala de cães puxando uma espécie de trenó. Hermínio Correa de Miranda (Diálogo com as sombras) se refere ao dirigente das trevas identificando-o como um ser montado em animais. Irvenia Prada, autora de um belo e recente livro, A questão espiritual dos animais, descreve um caso em que a estratégia utilizada pelos Espíritos Socorristas para fazer um espírito muito magoado despertar na espiritualidade.

6) Aparições espirituais na "forma" de animais: Há inúmeros relatos de "entidades" que aparecem (materialização ou vidência) como animais, alguns grotescos, de aparência selvagem, ofensiva, provocando pânico e pavor. Trata-se, em grande maioria, da utilização espiritual do "formato" de animais desse teor, apenas para incutir medo nos homens, visando sugar o fluido vital ou subjugá-los. Todavia, como ilustram diversas obras espíritas, em circunstâncias especiais (tudo tem seu motivo e fundamento) animais podem ser materializados ou, mesmo, constituirem-se em objeto de aparições (Os animais têm alma?, de Ernesto Bozzano, é um excelente exemplo neste sentido).

Eis as considerações preliminares que gostaríamos de fazer sobre a temática. Remetemos, outrossim, os leitores para outras considerações e entendimentos, compulsando, entre outras, as obras citadas neste ensaio. Esperamos, ainda, que as linhas aqui esboçadas possam efetivamente propiciar uma melhora nas relações entre homens e animais, lídimos parceiros neste Universo em constante construção.

Marcelo Henrique: Advogado, Auditor Público, Mestre em Ciência Jurídica, Jornalista, Escritor e Conferencista Espírita, é atualmente presidente da Associação de Divulgadores do Espiritismo de Santa Catarina - ADE-SC e Diretor de Política e Metodologias de Comunicação da Associação Brasileira de Divulgadores do Espiritismo - ABRADE

sábado, 5 de dezembro de 2009

PREPARANDO A CASA




Antes de levar o filhote para casa, alguns cuidados devem ser administrados para que a sua chegada não seja traumática para aqueles que já vivem no local
Feita a escolha do filhote, alguns preparativos devem ser tomados para a sua chegada ao novo lar. Em primeiro lugar, é necessário preparar o local onde o animal vai viver. Se for no quintal, por exemplo, deve haver um lugar para que se abrigue do clima, como chuva e sol intenso. Dentro de casa, ele também irá precisar de seu cantinho para dormir e descansar. Uma boa dica é comprar-lhe ou improvisar uma cama ou cesto. Ainda é importante estabelecer locais para a alimentação, brincadeiras e higiene. Os potes de comida e água não podem ficar ao lado do local estabelecido para banheiro. Esses recipientes precisam sempre ficar limpos e a água deve estar sempre
fresca e abundante. O filhote não pode ficar em lugares úmidos e frios, pois isso pode acarretar doenças. Esse espaço precisa ser muito limpo e o jornal utilizado para suas necessidades deve ser trocado com freqüência. Saiba como se comportar:
* Pegue o filhote na parte da manhã ou no final de semana, para que se tenha mais tempo para lhe dar atenção, apresentá-lo aos outros moradores da casa e para que vá se habituando ao cotidiano de seus donos, como andar de carro, contato com outros animais e pessoas, os barulhos comuns da residência e seus arredores, entre outros.
* Não exagere nos cuidados nem passe o tempo todo com o filhote no colo. Isso irá criar hábitos de dependência nada saudáveis ao animal. Carinho e atenção devem ser bem dosados.
* Nos primeiros dias, é comum o cãozinho chorar à noite. Uma boa dica para ele se sentir “protegido” é colocar a seu lado um relógio “tic-tac”, deixando-o bem confortável e aquecido.
* Se tiver outros animais em casa, evite lhes apresentar o filhote logo no dia de sua chegada. Nas primeiras semanas, o melhor é deixá-lo em um lugar onde os outros não tenham acesso.
* Assim que ele estiver adaptado ao novo lar e às pessoas, pode-se começar as apresentações aos outros animais, aos poucos. Nos primeiros dias, não os deixe sozinhos, esteja sempre por perto. O tempo para que fiquem juntos de início, deve ser bem pequeno e ir aumentando-se conforme sentir que o “entrosamento” entre eles esteja mais acentuado.

As crianças e os filhotes
É sempre saudável a convivência das crianças com animais. Mas alguns cuidados devem ser tomados, principalmente com raças mais temperamentais:
* Da mesma forma que é importante sociabilizar o filhote com os outros animais da casa, também será preciso que o dono “ajude” nessa convivência, dando treinamento básico ao cãozinho, como brincar sem morder.
* As crianças também vão precisar saber se comportar adequadamente com o novo amiguinho, sendo necessário ensiná-las coisas do tipo como segurá-lo da maneira correta e a respeitar os limites do cão para as brincadeiras.
* Nunca se deve deixar crianças pequenas sozinhas com o animal, principalmente se ainda não se conseguiu controlar o filhote. Tenha ainda preocupação extra com crianças que visitam a casa, pois o cão pode ficar assustado e ser agressivo.
* Estabeleça regras de contato, principalmente com as crianças menores. Elas ainda não conseguem entender certos comportamentos do animal, como quando ele não está mais querendo atenção, brincadeiras e colo. Isso pode causar estress no animal, tornando-o agressivo com a criança. Por isso, é essencial fazer com que ela aprenda a realizar essa convivência de modo saudável.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

ESTOUROU A BOLSA: E AGORA?!



Como proceder na hora do parto?
A cadela está impaciente e os proprietários também! Está chegando a hora de encher a casa de filhotinhos fofinhos e alegres, mas para isso, é preciso tomar alguns cuidados fundamentais durante a gestação, parto e pós-parto, pois só assim existe a garantia de que nascerão filhotes saudáveis e que a mãe se recuperará bem do trabalho de parto.
O proprietário que optou por não castrar a sua cadela e permitir que ela se reproduza deve ter consciência de que está diante de uma grande responsabilidade. A começar pelos cuidados básicos com a cadela desde a gestação até o encaminhamento seguro dos filhotes, depois de 45 dias de vida.

A gestação canina: evite acidentes
A gestação da cadela leva aproximadamente dois meses para se completar (58 a 63 dias), a partir do dia do acasalamento. Neste período, alguns cuidados básicos devem ser tomados para evitar que ocorram acidentes com a cadela e conseqüentes abortos, principalmente se ela vive em um canil ou na presença de mais cães ou outros animais. As brigas entre eles são inevitáveis e, portanto, recomenda-se separar a cadela dos demais animais para evitar confrontos e acidentes com a grávida, sobretudo nos dias próximos ao parto. A gestação pode ser confirmada com um exame de ultra-sonografia, que também irá apontar o número de filhotes, a sua posição no útero e deformidades e o acompanhamento do desenvolvimento dos fetos pode ser feito por um médico veterinário através de apalpações. Depois de um mês de gravidez, as mamas já começam a ficar mais rosadas e túrgidas e a cadela começa a ganhar peso, até porque a sua alimentação já deve ser reforçada com ração de boa qualidade.

Comportamento pré-parto e função do proprietário


Alguns dias antes do parto, a cadela irá se comportar de forma diferente, inquieta e solitária. É importante que o proprietário ofereça uma caixa de fácil acesso com toalhas, jornais e cobertores e acostume a cadela a se deitar ali, pois neste período ela irá procurar lugares para dar cria e, em muitos casos, esses locais podem ser de difícil acesso, como buracos escuros, embaixo de camas ou atrás de sofás. Assim, ela irá se habituar com o local e se familiarizando, ela se sentirá mais segura.
“Quando percebemos o sumiço da Maricota, saímos procurando feito doidos e de repente a minha filha achou a cadela, dentro do espaço vazio do tanque de lavar roupas já com dois filhotinhos. O local estava molhado, sujo e ela não deixava a gente colocar a mão”- conta a proprietária Ana Lúcia Cardeal, que já passou poucas e boas com as crias de sua Maricota (SRD). O melhor e mais indicado é que a ‘caminha’ seja de plástico para facilitar a higiene, forrada com toalhas e panos que possam ser jogados no lixo depois.
É bom que o proprietário também providencie uma “farmacinha” de primeiros socorros caso ocorram algumas complicações na hora H: telefone do veterinário em mãos, jornais, lixeira, uma lâmpada de 100 volts caso esteja muito frio ou um ventilador para a mãe, caso esteja muito calor, fio dental para amarrar o umbigo, tesoura esterilizada, solução de iodo, toalhas limpas, relógio para controlar o intervalo de nascimentos e uma caixa menor, forrada e limpa.
Geralmente, as cadelas fazem o parto sozinhas e cuidam da higiene dos filhotes, dela e do local, mas também podem ocorrer complicações e nessa hora, o auxílio do proprietário é fundamental. As contrações podem começar a ser sentidas até 48 horas antes do parto, quando começa a produção do colostro pelas glândulas mamárias, descargas de secreção vaginal, decréscimo na temperatura (37ºC) e elas demonstram muito desconforto. As contrações mais fortes podem ser percebidas através dos músculos das costas. A respiração fica acelerada, elas lambem e olham a vagina a todo momento, recusam alimentação e podem querer caminhar, o que facilita o trabalho de parto. O proprietário deve ficar atento, acompanhando.

Na hora ‘H’

Naturalmente, após o nascimento do primeiro filhote, a cadela irá cortar o cordão umbilical com a boca, lamber o filhote para estimular a circulação e respiração e comer a placenta (que possui nutrientes fundamentais para a mãe). Ela fará o mesmo procedimento após o nascimento de cada filhote. Normalmente, o intervalo de tempo entre um nascimento e outro é de 15 a 20 minutos e se ultrapassar uma hora, é preciso contatar o médico veterinário urgentemente.
Eventualmente, algumas complicações poderão acontecer e aí é que o proprietário deve ficar atento a cada movimento, mas sem alarde. “Apenas uma pessoa, de confiança da cadela, deve ficar perto dela na hora do parto, pois senão, pode atrapalhar e deixar a cadela estressada”- ensina a médica veterinária Bárbara Hellebrekers, da Clínica Pet Shop Fauni Domus, de São Paulo.
A dificuldade de expelir o feto pode ser auxiliada pelo proprietário, que deve tracionar o filhote com cuidado para não provocar uma hérnia no umbigo. Ao nascer, o filhote deve ficar alguns instantes virado de cabeça para baixo para desobstruir e aliviar as vias respiratórias e em seguida, seu umbigo deve ser cortado. O proprietário deve usar um pedaço de fio dental para amarrar o umbigo e cortar o excedente com uma tesoura esterilizada, passando solução de iodo para evitar infecções. O filhotinho então deve ser massageado com uma toalha seca e limpa em movimentos leves e firmes, simulando as lambidas da mãe, para ativar a circulação sangüínea. Só então, deve-se aproximar o filhote do ventre da mãe para mamar.
Mas quando a cadela apresentar complicações mais graves e não estiver conseguindo expulsar o feto ou ficar agressiva e não permitir que o proprietário se aproxime, o médico veterinário deve ser chamado imediatamente. “Dependendo do caso, o veterinário pode aplicar uma medicação correta para acelerar o trabalho de expulsão do feto ou fazer uma cesariana, que geralmente ocorre quando há falta de espaço para passagem do filhote ou contrações intra-uterinas insuficientes”- afirma Hellebrekers.
Após o parto, a cadela não sentirá fome (por causa da placenta ingerida) e sim um cansaço profundo. Não force a alimentação, deixe que ela sinta fome. Veterinários sugerem que se ofereça uma mistura de caldo de galinha e arroz para a cadela, assim ela reporá os líquidos e ficará bem alimentada até voltar a comer ração.

A primeira mamada é importante.

Logo após o nascimento, os filhotes devem mamar o colostro, que é o primeiro leite da mãe, que contém nutrientes e substâncias preventivas. Quando os filhotes são rejeitados pela mãe por algum motivo, o ideal é fornecer alimentação artificial específica para os filhotes.
A rejeição é comum entre os cães, principalmente para as mães de primeira viagem. Existem casos em que as cadelas-mães comem os filhotes logo após o nascimento, como forma de eliminação deles diante de algum risco eminente, defeitos ou falta de instinto maternal, porém, segundo Bárbara, na maioria dos casos de rejeição, as mães simplesmente abandonam a ninhada. Por outro lado, quando as mães se apegam à ninhada, só saem da caixa para fazerem as suas necessidades fisiológicas.
A higiene dos novos cachorros é feita pela própria mãe, que lambe o xixi e o coco dos filhos. Ela terá este cuidado por aproximadamente um mês, até que passe a rejeitar os filhotes naturalmente, quando eles começarem a morder-lhe as tetas durante as mamadas.
Eles abrirão os olhos com 10 ou 15 dias de vida, andarão rapidamente, mas não devem ficar em contato com outros cães porque ainda não foram vacinados e estão muito sensíveis. A partir de 45 dias de idade, eles já poderão ser afastados da mãe.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

NATAL