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MEU ANIMAL AMIGO: Outubro 2009

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

AVANÇO DA "INTELIGÊNCIA SOCIAL" DOS CÃES CHAMA A ATENÇÃO DA CIÊNCIA

Pesquisadores americanos afirmam que os cachorros estão ficando cada vez mais inteligentes e ameaçando o segundo lugar do macaco.
O minúsculo Charles caminha animadíssimo em direção ao laboratório. Chega fantasiado de abóbora, distribuindo lambidas. A dona do Charles manda, e ele senta, deita e sai rolando pelo chão. A mamãe orgulhosa, rapidamente conclui: "Charles é um gênio!"
Truques ligados a muito treinamento, como buscar a bolinha, sentar, levantar a pata, muitos outros bichos são capazes de fazer. O que nem a dona do Charles sabe é que os cachorros têm o que os cientistas chamam de inteligência social, uma rara capacidade de compreensão.
Novos estudos indicam que esse dom seria algo relativamente recente, resultado de um processo evolutivo parecido com o que foi descrito por um outro Charles (esse realmente era um gênio). Charles Darwin, o naturalista britânico, nascido há exatamente 200 anos, desenvolveu a teoria da evolução das espécies.
Descobriu que, ao longo dos anos, as espécies sofrem processos de mutação. E que as mutações que mais contribuem para a sobrevivência dos seres vivos são transmitidas ao longo das gerações. O processo, conhecido como seleção natural, é exatamente aquele que fez os nossos antepassados evoluírem até virar Homo sapiens.
Só que no caso do Canis lupus familiaris - o popular cão doméstico - a evolução recebeu uma forcinha da mão do homem. Teria sido resultado de mutações naturais combinadas com a seleção feita pelo próprio ser humano, responsável por cruzamentos e novas raças.
Acredita-se que, há provavelmente 100 mil anos, por causa de mutações, o cachorro deixou de ser lobo e em vez de caçar assumiu as funções de pastor. E passou a viver perto do homem.
Há cerca de 15 mil anos, aconteceram mudanças no focinho, os dentes caninos diminuíram. Os cães ficaram menores e cada vez mais dependentes dos humanos para se alimentar. Os homens também evoluíram, e os cães cada vez mais inteligentes foram para os quintais. Recentemente, vieram para dentro de casa, passando a fazer parte da família.
Fora os humanos, os cães são provavelmente os únicos animais na face da Terra com a capacidade de realmente entender o que dizemos a eles.Será então que o cachorro é mais inteligente do que o macaco? No quesito inteligência social, sim. Segundo a psicóloga Alexandra Horowitz, pesquisadora da Universidade Columbia, em Nova York, para compreender os humanos o cachorro é o número um. "Eles reagem ao nosso olhar de uma forma como apenas os humanos são capazes de fazer", diz Alexandra. "Acho que os cachorros são os bichos mais parecidos conosco."
Os cães estão ficando mais inteligentes, mais parecidos com os humanos, diz a pesquisadora Alexandra. Para a pesquisadora Kara Schroepfer, a evolução continua e os cães estão ficando cada vez mais parecidos com os humanos. (Fonte: G1)

ABANDONO, UMA AGRESSÃO AO ANIMAL E À SOCIEDADE

Várias situações poderão levar uma pessoa a tomar esta atitude tão condenável. Em muitos casos, está diretamente ligado a impulsividade. A pessoa se encanta com o filhote e se esquece que para ele se tornar um animal adulto exige muitos cuidados. Ao deparar com as tarefas do dia-a-dia, acabam por desistir do animal.

Existe também, casos de pessoas que adquirem o animal buscando através dele status, e depois se cansam do animal e os descartam como um objeto que não tem mais utilidade.
Outras pessoas acabam adotando o animal e por questões financeiras, acabam não tendo como mantê-los e acabam dando a ele a chance de buscar outro dono, ou seja, o entregando à própria sorte. Outro fator que favorece o abandono é a mudança de casa ou o envelhecimento do animal.
Infelizmente o abandono está aumentando no Brasil, inclusive raça pura e pedigree já foram garantia de conforto e bons tratos para cães e gatos. Não são mais. Atualmente, 30% dos bichos abandonados não têm nada de vira-latas. São poodles, rottweilers, huskies siberianos cocker spaniels e outros.
As feiras que comercializam os filhotes acabam criando uma facilidade muito grande para que ocorra a posse irresponsável.
O abandono precisa ser encarado como um ato desprezível. O trato dispensado ao animal deveria caracterizar o perfil do caráter da pessoa. Quem o maltratasse deveria ser marginalizado pela sociedade. É um absurdo comercializar vidas dessa forma. São verdadeiras fábricas de filhotes, que não pagam impostos nem emitem nota fiscal.
Uma atitude reprovável é praticada por pessoas que entregam o animal num abrigo ou Centro de Zoonoses (CCZS), na busca de uma solução fácil e imediata, sendo que umas, até mesmo, jogam simplesmente os filhotes na porta. Abrigo não é solução, é problema gerado pelo descaso social.
Do lado oposto de quem sonha montar um, existe a crença das pessoas em geral de que basta pegar um animal na rua e colocá-lo num abrigo para resolver o problema.
Se visitassem o abrigo, mudariam de idéia, pois conheceriam a triste realidade: centenas de cachorros se digladiando por comida, muitos doentes, e até casos de canibalismo gerados pela fome.
Outra questão sem solução: para quem doar através dos abrigos tantos animais estressados e resultantes dos naturais cruzamentos, que nascem todos os dias?
O que a sociedade não vê, está muito claro para nós que buscamos a solução para o problema. Faz-se necessário implantarmos uma campanha educativa, através da qual serão salientados: a importância da posse responsável e o controle da natalidade, tornando “CADA CIDADÃO RESPONSAVEL PELO SEU CÃO”.
O animal precisa de identidade, não só de um teto, mas de carinho e respeito, e principalmente de liberdade para correr, brincar e se sentir importante na vida de quem o criou.
A natureza faz o filhote, mas o homem forma o cão. O animal não precisa de DOAÇÕES para conseguir ter garantido seus direitos legais, mas de AÇÕES que visem valorizá-lo na sociedade.
O abrigo é a pior opção para quem busca uma solução para o abandono, armazena o problema, permitindo que os irresponsáveis acabem adotando novamente, criando um facilitador para o sofrimento dos animais.
As doenças de origem animal capazes de infectar os seres humanos ( zoonoses), representam atualmente uma ameaça invisível e registram um aumento que preocupa os especialistas em saúde pública em todo o mundo, também estão relacionadas aos maus-tratos aos animais e ao abandono.
A Organização Mundial da Saúde (OMS), alertou que essas enfermidades representam um problema de importância crescente, o que significa uma continuidade do que temos visto nos últimos 15 anos.
Os especialistas reconhecem que as atividades e condutas dos homens precipitam o surgimento das zoonoses. Entre outros exemplos, mencionaram a posse irresponsável e não cumprimento das medidas de prevenção recomendadas.
O próximo passo da OMS será no sentido de conscientizar e obter apoio político para a colocação em funcionamento de uma infra-estrutura de saúde pública e animal, incentivando a posse responsável e o controle de natalidade.
O principal alerta desta entidade diz respeito ao risco de disseminação de doenças como a raiva, especialmente entre cães abandonados nas grandes cidades.
Um dos países com experiências consideradas modelo para OMS é a Costa Rica, onde os donos de cães podem pegar até 3 anos de cadeia se não cumprirem determinação de cuidar de seus animais.
“Os cachorros têm que ser socializados para evitar mordidas. E os donos têm de saber que a responsabilidade é deles”, afirmou Eduardo Cárdenas, vice-ministro da Saúde da Costa Rica . “Assim como é deles o dever de esterilizar e evitar que os filhotes fiquem na rua pegando e transmitindo doenças”.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

DOS ANIMAIS AOS MENINOS

Meu pequeno amigo:
Ouça.
Não nos faça mal, nem nos suponha seus adversários.
Somos imensa classe de servidores da Natureza e criaturas igualmente de Deus.
Cuidamos da sementeira para que lhe não falte o pão, ainda que muitos de nossa família, por ignorância, ataquem os grelos tenros da verdura e das árvores, devorando germens e flores. Somos nós, porém, que, na maioria das vezes, garantimos o adubo às plantações e defendemo-las contra os companheiros daninhos.
Se você perseguir-nos, sem comiseração por nossas fraquezas, quem lhe suprirá o lar de leite e ovos?
Não temos paz em nossas furnas e ninhos, obrigados que estamos a socorrer as necessidades dos homens.
Você já notou o pastor, orientando-nos cuidadosamente? Julgávamo-lo, noutro tempo, um protetor incondicional que nos salvava do perigo por amor e lambíamo-lhe as mãos, reconhecidamente. Descobrimos, afinal, que sempre nos guiava, ao fim de algum tempo, até ao matadouro, entregando-nos a impiedosos carrascos. Às vezes, conseguíamos escapar por momentos, tornando até ele, suplicando ajuda, e víamos desiludidos que ele mesmo auxiliava o verdugo a enterrar-nos o cutelo pela garganta a dentro.
A princípio, revoltamo-nos. Compreendemos, depois, que os homens exigiam nossa carne e resignamo-nos, esperando no Supremo Criador que tudo vê.
As donas-de-casa que comumente nos chamam, gentis, através de currais, pocilgas e galinheiros, conquistam-nos a amizade e a confiança, para, em seguida, nos decretarem a morte, arrastando-nos espantados e semivivos à água fervente.
Não nos rebelamos. Sabemos que há um Pai bondoso e justo, observando-nos, decerto, os padecimentos e humilhações, apreciando-nos os sacrifícios.
De qualquer modo, todavia, estamos inseguros em toda parte. Ignoramos se hoje mesmo seremos compelidos a abandonar nossos filhinhos em lágrimas ou a separar-nos dos pais queridos, a fim de atendermos à refeição de alguém.
Por que motivo, então, se lembrará você de apedrejar-nos sem piedade?
Não nos maltrate, bom amigo.
Ajude-nos a produzir para o bem.
Você ainda é pequeno e, por isto mesmo, ainda não pode haver adquirindo o gosto de matar. Não é justo, assim, colocarmo-nos de mãos postas, ante o seu olhar bondoso, esperando de seu coração aquele amor sublime que Jesus nos ensinou?

Neio Lúcio
ANTOLOGIA DA CRIANÇA - Francisco Cândido Xavier - Autores Diversos

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

HOMEOPATIA E COMPORTAMENTO ANIMAL : UMA ABORDAGEM SEMIOLÓGICA

Dr. Mauro Lantzman©
A homeopatia, arte médica que valoriza o indivíduo como um todo, é um sistema terapêutico que busca, através da compreensão do paciente, assisti-lo em seus processos biológicos, que oscilam entre a saúde e a doença. Para realizar esta tarefa, o homeopata agrega a pesquisa da etiologia e dos sintomas patognomônicos às reações individuais, procurando por sintomas, objetivos e subjetivos, que revelem o modo como cada um interage com o meio que o cerca. A partir de suas observações o homeopata irá escolher e administrar o medicamento mais adequado ao paciente auxiliando-o em seu processo de cura.
Para uma maior precisão na discussão acerca da abordagem semiológica da homeopatia, apresentamos seus princípios, que permanecem imutáveis desde que foram estabelecidos e fundamentados por Samuel Hahnemann, médico alemão que viveu no final do século dezenove. São eles: a lei da semelhança, a experimentação no homem são, e a dose mínima.
A lei da semelhança diz que toda substância capaz de produzir em doses ponderáveis, tóxicas ou fisiológicas, no indivíduo sadio porém sensível, um conjunto sintomático determinado será igualmente capaz de, em doses convenientes conforme o caso, curar um indivíduo sensibilizado pela doença com um quadro mórbido semelhante, excetuando-se as lesões irreversíveis. Esta lei lembra a famosa frase de Hipócrates "Similia similibus curantur" isto é a doença é produzida pelos semelhantes e, através dos semelhantes, o paciente retorna à saúde.
O segundo fundamento preconiza que a substancia a ser pesquisada deverá ser antes experimentada no Homem aparentemente sadio e sensível. Baseado neste princípio, inúmeras substâncias foram experimentadas e suas patogenesias foram registradas em livros denominados de Matéria Médica Homeopática. A dose mínima estabelece o padrão característico da farmacotécnica homeopática para o preparo do medicamento. Assim, a substância deverá sofrer dinamização, isto é, diluição e sucussão , para então adquirir poder terapêutico.

Homeopatia veterinária
Ainda que a homeopatia esteja associada ao tratamento de seres humanos, o emprego de medicamentos homeopáticos na prática veterinária pôde comprovar a utilidade deste sistema terapêutico no tratamento de animais.
Veterinários pioneiros na utilização da homeopatia tiveram a coragem e a perseverança de aprofundar seu conhecimento da matéria médica experimentando os medicamentos em sua clientela e extraindo preciosas informações a partir de tratados de toxicologia veterinária, como no caso de Solanum malacoxylon. A partir da constatação de que esta solanácea provoca, em doses tóxicas, calcinose generalizada em ruminantes, cavalos e coelhos, com emagrecimento, diminuição na produção de leite, apatia, cifose, deformação das extremidades anteriores, débito cardíaco e dispnéia expiratória, esta planta foi dinamizada e passou a ser utilizada por veterinários homeopatas no tratamento de alterações na deposição óssea de cálcio.
Na medida que medicamentos homeopáticos foram sendo utilizados em animais, inúmeros efeitos e características sintomáticas, antes somente observadas no ser humano, puderam ser constatadas. Por outro lado, muitos dos sintomas patogênicos observados no homem ainda estão para ser confirmados nos animais. No livro Homéopathie Vétérinaire, seus autores registraram medicamentos que tiveram sua utilização em veterinária verificada através do emprego clínico de acordo com a espécie animal, e medicamentos cujas patogenesias foram realizadas em animais aparentemente saudáveis, porém sensíveis.

Semiologia comportamental
Dentre os sintomas pesquisados pelo homeopata, um dos mais valorizados é o "mental". No que diz respeito aos animais o veterinário esbarra em uma dificuldade fundamental: a comunicação é limitada. Não se pode ter acesso ao interior, à mente de um animal, mas somente observar seu comportamento, ou receber tais informações através do proprietário. Ao observar-se um animal pode-se apenas descrevê-lo de fora; inferir significados a seu comportamento é projetar valores e sentimentos humanos nele. Pode-se apenas dizer que esse é o modo como parece que ele sente. Quando o proprietário fala, explica ou interpreta o comportamento de seu animal, poderá muitas vezes estar falando de si mesmo ou de outro ser humano.

Antropomorfismo
Muitas vezes também o veterinário pode interpretar, avaliar ou tentar decifrar o comportamento animal de maneira projetiva ou usando a si mesmo como referência..
O erro da visão antropomórfica não está no fato de se encontrar similaridades ou homologias entre o comportamento do homem e dos animais ou porque o animal evoca sentimentos de empatia, mas no fato de se justificar o comportamento animal de acordo com valores próprios do ser humano .
Quando se considera a importância adaptativa do comportamento atual de um animal deve-se lembrar que estas foram adquiridas durante a história evolutiva da espécie (filogênese) e de desenvolvimento individual (ontogênese). Uma forma de estudar essa evolução é comparar o comportamento de espécies próximas. Neste caso o estudo de lobos e outros canídeos pode nos auxiliar a entender o significado de certos fenômenos comportamentais, seu significado ou valor adaptativo a um ambiente particular e ao ambiente social.

Domesticação
Mas o processo de domesticação poderia modificar o comportamento de um animal a ponto de torná-lo semelhante ao domesticador?
Segundo Fox como conseqüência da domesticação (seleção genética, alteração do ambiente social e ecológico) os animais podem ao longo de sua história filogenética e/ou ontogenética :
1) Sofrer atrofia ou hipertrofia, aumento ou diminuição no limiar de resposta a estímulos de padrões comportamentais
2) Omitir, reordenar ou exagerar um ou mais componentes de uma seqüência comportamental
3) Desenvolver ritualização ou emancipação de um padrão ou componente
4) Desenvolver novos padrões comportamentais resultantes do processo de desenvolvimento
É preciso lembra-se que tais modificações são resultado de uma seleção artificial e portanto acentuaram ou atenuaram propositadamente ou não alguns padrões comportamentais impróprios do cão. O estudo do processo evolutivo nos mostra que sempre que a seleção natural ocorreu, as modificações comportamentais estavam dentro de um contexto ecológico adaptativo relevante, isto é tais comportamentos serviram a melhoria da eficiência de uma função original com vistas na aptidão abrangente (sobrevivência e reprodução).
No caso da seleção artificial os objetivo são outros. São objetivos que visam funções de caça, tração, pastoreio, companhia e estética. Assim surgiram cães das mais diversas raças e para as mais diversas funções. Desse modo alguns componentes de padrões comportamentais foram modificados. Assim podemos ver o Border Collie fazer sua função de pastoreio com grande habilidade, cercando e encurralando ovelhas mas diferentemente de seus parentes distantes, os lobos, não as atacam e comem.
Em alguns casos a seleção artificial privilegiou aspectos estéticos e deixou de considerar aspectos comportamentais. Um exemplo disso é o poodle, selecionado originalmente para a caça hoje um cão de companhia e beleza. Na busca de uma melhoria em suas características exteriores houve uma seleção involuntária de indivíduos com agressividade mais acentuada. Hoje o que pode se assistir são cães de grande beleza mas que comumente atacam e mordem seus donos. Neste caso assim como em outros casos não houve o surgimento de novos padrões comportamentais, mas sim um redirecionamento daqueles originais. É neste sentido que a etologia como modelo metodológico pode contribuir no entendimento do comportamento dos cães domésticos especialmente nos casos em que o animal exibe comportamento não desejados ou patológico

A contribuição da etologia
O modelo metodológico e conceitual da etologia parece ser mais eficiente como ferramenta para o veterinário homeopata possa alcançar a meta da individualização e chegar a uma compreensão dos animais, no que se refere ao fenômeno comportamental
A etologia fundamenta-se em um modelo sistêmico biológico, isto é considera o sistema orgânico como um todo que se relaciona tanto com o meio interno como com o externo. A ênfase é dada na observação e descrição do comportamento dentro de um contexto natural evitando pressupostos a priore . Aplica ao comportamento uma perspectiva essencialmente biológica de modo que as reações dos animais são vistas como aspectos dos fenômenos vitais. Sujeita portanto, as influências dos mecanismos de seleção natural isto é: assegurar a sobrevivência (adaptação e reprodução) do organismo num hábitat determinado .
Ao realizar o estudo comparativo das manifestações comportamentais dos animais pode-se observar similaridades. Todos podem ter comportamento territorial, sexual, apetitivo, social, mas que irão se manifestar de forma particulares segundo a raça, espécie, ou indivíduo, de acordo com o processo evolutivo e segundo o processo particular de adaptação ao meio ambiente, mesmo no caso em que a seleção foi artificial.
Por isso é preciso se conhecer bem todo o repertório de comportamentos próprios da espécie bem como todos aqueles considerados como problemáticos ou adaptativos.
O veterinário de aposse deste modelo metodológico deveria aplicá-lo em sua clínica diária para aprofundar o conhecimento do animal que está tratando e assim escolher o medicamento homeopático mais adequado.

Bibliografia
1. Dehasse, J.& Buyser, C. Comportamento e educação do cão. São Paulo, Livraria Varela, 1995
2. Fox,M.W.Behaviour of Wolves, Dogs and related canids. New York, Harper& Row Publishers, 1971
3. Franz,M.L.O caminho dos sonhos .São Paulo,Cultrix, 1988
4. Hafez, E.S.E. Behavior of domestic animals. London, Bailliere, Tindall. and Cassel,1975
5. Hafez,E S E et all The behaviour of Domestic animals.London,Baillière Tindall
6. Mckeown, D.B.; Luescher, U.A.; Halip, J.W.; Hewson, C., Seminar of canine behavior. Columbia, Academy Veterinary Medicine, 1995
7. Romanach,A.K.,Homeopatia em 1000 conceitos. São Paulo, Elcid,1984