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MEU ANIMAL AMIGO: Setembro 2009

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

OPTAR POR UM GATO PRESO OU SOLTO




Talvez o miado de um gato querendo entrar em casa nos cause pena. Quando se trata da porta da frente, muitos de nós acreditam que nosso gato não ficará satisfeito enquanto ele não sair de casa. Mas, mesmo assim, a maioria age do mesmo jeito quando quer entrar em casa (ou, na verdade, quando querem passar por qualquer porta). Os gatos querem mesmo sair de casa? Eles precisam disso? E mesmo se a resposta para ambas as perguntas for "sim", é essa a melhor opção para os gatos?

Os gatos precisam sair de casa como os cães?
O principal motivo para sairmos com nosso cão é para que façam suas necessidades fisiológicas, acompanhada pelo exercício físico. Apenas os menores cães conseguem sobreviver correndo dentro de casa. Os cães caçam em matilhas, o que significa que trabalham em conjunto para cansar a presa. A caça pode durar o dia todo, ou seja, os cães têm um instinto natural para correr...correr...e correr. É preciso muito espaço livre para esse tipo de comportamento. Os gatos, por outro lado, são "caçadores de emboscada". Eles costumam correr muito por períodos relativamente curtos. Um corredor de comprimento razoável dá espaço suficiente para isso. Esse comportamento combinado ao instinto de enterrar as fezes (é por isso que os gatos se acostumam a usar uma caixa de areia) contribuem para que não haja motivo sufuciente para levar o gato à rua.

É natural o gato ir à rua?
Claro, ar fresco e luz do sol são bons para todos - pessoas ou gatos. Mas será que a vida ao ar livre realmente é mais "natural" para o seu gato? Claro, os ancestrais selvagens dos gatos viviam à solta, mas isso foi há alguns milhares de anos e várias centenas de gerações atrás. Para completar, esses ancestrais habitavam as regiões áridas do Oriente Médio - bem diferentes do clima e do ambiente dos Estados Unidos hoje. Depois que os gatos foram domesticados, eles deixaram de ser totalmente "naturais"; depois de retirados de seu habitat original, eles tiveram que se esforçar para adaptar os instintos apurados durante dezenas de milhares de anos vivendo em desertos às novas circunstâncias. Eles nunca conseguiram se adaptar a algumas dessas circunstâncias - o frio cortante do inverno do meio-oeste, cães e animais selvagens que os transformam de caçadores em caçados e caminhões e carros velozes - para citar apenas algumas.

A vida ao ar livre não é assim tão boa
O que espera por seu gato do lado de fora da porta de entrada da casa? Claro, há árvores e grama e todas as paisagens, sons, aromas e alegrias da natureza - coisas boas para todos nós aproveitarmos. Mas também há animais perigosos, pessoas cruéis, tráfego, doenças e autoridades do controle de zoonoses (que poderão estar em seu direito legal de apanhar e prender o seu gato se ele estiver fora de casa). O único modo confiável de manter o seu gato protegido de todos esses riscos fatais é mantê-lo dentro de casa.
A verdade seja dita, gatos do campo não têm necessariamente mais segurança ao ar livre do que os gatos urbanos. Claro, há muito mais chance de ser atingido por um carro ou atacado por um cão de rua na cidade. Mas no campo, temos alguns predadores que correm mais, mais rapidamente e com mais astúcia do que um cão urbano feroz. Nós também temos vias menos iluminadas, tornando gatos de rua mais difíceis de ser vistos - e mais fáceis de serem atropelados - além de mais tipos de insetos transmissores de doenças, por exemplo os carrapatos.
Uma série de doenças felinas graves e fatais dissemina-se apenas com o contato com gatos infectados - ou com regiões onde há gatos infectados. O vírus da imunodeficiência felina (FIV), que causa uma perturbação no sistema imunológico do gato, é transmitido, sobretudo, por mordidas de gatos infectados. E o vírus da leucemia felina (FeLV) geralmente requer contato direto prolongado com um gato infectado, por exemplo, o compartilhamento de caixas de areia ou de vasilhas de água e de alimentos, além do fato de que um animal acaba lambendo o outro, uma limpeza mútua. Muitas vezes, os riscos de doença são pequenos ou desprezíveis para gatos presos, significativamente maiores para gatos soltos ou gatos que vivem presos e soltos. Donos de gatos - sobretudo aqueles que têm filhos pequenos - devem saber que gatos que vão às ruas têm maior probabilidade de contrair doenças e parasitas que podem contaminar o homem, desde probleminhas como pulgas até doenças mais graves como a doença de Lyme, transmitida pelo carrapato e a perigosíssima raiva.
Sair com segurança
Só porque é mais seguro para o seu gato viver dentro de casa e não vagar pelas ruas, isso não significa que ele nunca poderá ver a luz do dia, exceto pela janela. Uma correia (sem coleira) é um modo razoavelmente seguro para você e para o gato saírem e tomar ar fresco e um pouco de sol. Mas alguns gatos nunca vão se acostumar a saírem presos a uma correia. A experiência regular desde a fase de filhote ajuda, e alguns gatos treinados até mesmo pedem para sair. Obviamente, mesmo com a correia, o gato corre o risco de pegar pulgas - e de encontrar gatos e cães soltos na vizinhança.
Construir uma passarela para gatos não é tão complicado quanto parece. As passarelas precisam ser fechadas de todos os lados (até mesmo na parte superior), com ancoragem firme e construção sólida. As telas devem ser as mais resistentes do mercado e as laterais devem estender-se alguns centímetros abaixo da superfície do solo para impedir que os gatos cavem buracos para sair - ou que outros animais cavem buracos para entrar. Se a passarela não for anexa à sua casa com uma portinhola (gateira) ou outro vão que leve ao interior da casa, é necessário acrescentar algum tipo de abrigo aquecido e à prova d##água para que o gato possa usar em caso de condições climáticas adversas.
É importantíssimo que a passarela ou outro abrigo similar ao ar livre sejam fechados na parte superior. Gatos têm grande habilidade para escalar e saltar, e mesmo um muro de 2 a 3 metros não os intimida, sobretudo se houver telas às quais eles possam se agarrar. O teto e as laterais da passarela também oferecem outro tipo de segurança - eles impedem a entrada de outras coisas. Aberturas no teto ou nas laterais permitem a entrada de animais perigosos ou violentos, pessoas e coisas em uma área da qual o gato talvez não consiga escapar.
A segurança é um problema para os gatos soltos, que vão às ruas
Gatos soltos entram em brigas barulhentas com outros gatos à noite, comem ou arrancam as plantas dos vizinhos, matam pássaros (mas também podem ajudar a controlar a população de roedores da região), e enterram seus dejetos nos jardins alheios. Embora algumas pessoas - e alguns donos de gatos - considerem esses problemas insignificantes, muitas outras os consideram gravíssimos. Se o seu gato entrar em uma briga, as conseqüências serão piores do que o fato de acordar os vizinhos com os miados e berros. Os arranhões superficiais na face ou no dorso do animal não são tão problemáticos. Mas ele também pode ter ferimentos provocados por mordidas que se fecham rapidamente, com sujeira e germes em seu interior, e que criam um abcesso doloroso vários dias depois. As mordidas durante as brigas também são a forma principal de disseminação do vírus da imunodeficiência felina. Gatos não esterilizados que vagueiam pelas ruas também contribuem para o aumento da população felina, um problema que lota os abrigos e resulta em milhões de animais "sacrificados" anualmente.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

MANTER EM DIA A CARTEIRA DE VACINAÇÃO DOS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO GARANTE A SUA LONGEVIDADE


"Quando foi a última vez que você vacinou seu animal de estimação?". A pergunta faz quem tem um pet em casa colocar a memória para funcionar e a verdade é que por esquecimento ou falta de informação até mesmo donos que mantêm uma preocupação com a saúde e o bem-estar dos seus animais deixam de atualizar a carteira de vacinação que deve acompanhar cães, gatos e outros animais durante toda a vida.
“É preciso lembrar que os animais precisam ser vacinados anualmente e não apenas quando são filhotes”, esclarece o Dr. Marcelo Quinzani, médico veterinário e diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care.
A unidade especializada no tratamento de pequenos animais aposta na informação e nos avisos constantes aos proprietários para fazer valer a máxima que diz que prevenir é melhor do que remediar.
Os clientes cadastrados no Pet Care contam com uma ajuda para não esquecer a data da próxima vacina do seu pet. É que o hospital possui um programa que armazena as informações sobre cada animal que é atendido no local e gera avisos referentes às datas das próximas imunizações. Esses alertas são encaminhados para os proprietários via e-mail ou por telefone.
“Para cães as vacinas consideradas essenciais são a V8 ou V10 e a vacina anti-rábica”, ensina o veterinário. As vacinas contra gripe, giárdia e de leptospirose são consideradas opcionais. “E a idicação depende da avaliação do médico veterinário frente a exposição do animal a essas três doenças”.
“Os gatos devem receber anualmente as vacinas anti-rábica e a quádrupla felina e os ferretes ou furões devem ser imunizados contra cinomose”.
Exija um médico veterinário:
As vacinas consideradas éticas só podem ser comercializadas e aplicadas por um médico veterinário, pois é esse profissional que possui o conhecimento necessário para realizar a indicação da vacina e para os cuidados de armazenamento e manipulação do produto. Outro ponto importante é que todo animal deve passar por uma avaliação clinica antes de receber a imunização.
“São verificados itens como idade, data da última vacinação e quais vacinas já foram aplicadas, o seu estado geral, condição física, condição da pelagem, peso atual e peso anterior, temperatura, antecedentes mórbidos, doenças concomitantes, possibilidade de gestação, entre outras informações importantes para avaliar se o animal deve ser vacinado ou não”, explica Quinzani.
“Isso evita que animais que não estejam em condições de responder de maneira adequada ao estimulo vacinal recebam a vacina” alerta o veterinário.
O diretor clínico do Pet Care lembra ainda que para muitos animais a vacinação anual é a única visita ao veterinário, o que torna a consulta ainda mais importante.
“Muitas vezes durante essa avaliação clínica descobrimos algumas doenças, prevenimos outras, controlamos peso, saúde dos dentes, sempre procurando proporcionar saúde e longevidade ao animal”, ressalta. “Sabemos que cuidados preventivos são extremamente importantes para isso e a vacinação é só uma parte desses cuidados”.
Quinzani ressalta também que animais doentes, filhotes com menos de 30 dias, fêmeas em gestação e animais com históricos de reações alérgicas à vacina não devem receber vacinação.

sábado, 26 de setembro de 2009

ANIMAIS DE COMPANHIA

Radar Pet identifica comportamento dos proprietários de cães e gatos no Brasil
Dados do Radar Pet 2009, pesquisa inédita com representantes das classes econômicas A, B e C, que acaba de ficar pronta, indicam que a posse de animais domésticos ainda está muito relacionada com a faixa etária dos membros da família e com a formação dos lares. Com base na pesquisa, a população estimada total para as classes A, B e C é de 25 milhões de cães e 7 milhões de gatos, no Brasil. O cachorro continua sendo o animal de estimação preferido nos lares que possuem cão ou gato, atingindo 79% das escolhas, sendo que o gato é preferido por 10% destas residências. Cães e gatos coexistem em 11% dos lares que têm animais de companhia.

Encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), do SINDAN (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal) o Radar Pet tem por objetivo acompanhar hábitos e tendências dos proprietários de pets brasileiros. Alguns números ajudaram a desmistificar a idéia de que os membros da classe A preferem gatos, que são preferidos por apenas 9% deste grupo. Os cães são prediletos em 85%, e as duas espécies convivem em 6% dos lares desta classe.

O gato também não é preferido dos solteiros, que – acreditava-se até então – enfrentavam mais desafios para cuidar dos cães. Os felinos são escolhidos por apenas 20% dos solteiros e os cachorros, por 73% destes proprietários. A coexistência está em 7% dos lares de quem vive sozinho. No caso dos casais sem filhos, a preferência por cachorro é ainda maior: 83% contra 6% dos que elegem os gatos.

Ainda nos lares dos casais sem filhos a pesquisa mostra que a penetração de cães e gatos é de 43%. Porém, ao considerar o ciclo de vida dos proprietários como casal com filhos pequenos, de até nove anos, esse número cai para 33%, o que demonstra que os casais preferem não manter animais quando estão com filhos pequenos, devido a preocupações e mitos ligados a segurança e higiene.

“Essas informações são fundamentais para que possamos investir na desmistificação desse conceito, uma vez que é possível e especialmente, saudável, a convivência entre crianças e animais de estimação. Inúmeras pesquisas indicam claramente o impacto positivo do animal no dia a dia e também na saúde e no comportamento das crianças”, acrescenta Luiz Luccas, presidente da Comac.

A pesquisa ainda aponta que os lares de casais com filhos jovens e adolescentes lideram na presença de cães e gatos com 50%. “Esses dados, inclusive, podem nos auxiliar a melhorar o índice citado acima entre os casais com filhos pequenos, pois é justamente o valor dos animais na relação com as crianças, jovens e adolescentes que explicam a concentração maior de animais nesse ciclo de vida do proprietário. É possível que essas crianças possam se tornar adultos e idosos que prefiram mais ter pets”.

Nos lares da terceira idade, nota-se, porém uma queda na presença de cães e gatos, segundo a pesquisa. Isso provavelmente se deve a diversos fatores, desde ao fato de que o animal nesse período está mais velho e morre, até ao fato do filho que morava com os pais ir embora e levar o cão, e ainda ao casal idoso que ficou com o cão do filho que foi morar sozinho, o cão faleceu e não foi reposto.

“Diante desse quadro, é também importante realizarmos um trabalho de conscientização da terceira idade para a questão de que os cães são muito benéficos também nesse período de vida. Uma alternativa excelente é a adoção de animais adultos, menos dependentes de seus donos”, analisa Luccas.

Outro dado interessante diz respeito ao tipo de moradia. O cão está em 79% dos proprietários que moram em casa e em 78% dos que vivem em apartamento. No caso do gato, 8% moram em casas e 18% em apartamentos.

Dentre as raças caninas mais apreciadas na hora de adotar um animal de estimação, os animais sem raça definida (SRD) estão em 36% das escolhas, seguidos por poodle (24%), daschund (7%), pinscher (7%), entre outros. No caso dos gatos, os animais SRD representam 77% das respostas, seguidos por siamês (26%), persa (4%), angorá turco (3%) e outras raças.

Outro ponto destacado na pesquisa é o nome mais comum entre cães e gatos. No caso dos felinos, Mimi (3%) e Mel (2%) são os nomes preferidos, seguidos por Kiko, Nino, Belinha, Chiquinha, Fredy, Garfield e Preto (cada um destes aparece em 1% das respostas). Para batizar os cães, os proprietários preferem Mel (3%), Nina (2%), Billy (2%), Bob (2%), Suzi (2%), Princesa (2%) e Rex (1%).

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

REMÉDIOS CASEIROS PARA CÃES

Introdução
Há muita coisa que você pode fazer pelo seu cão com os primeiros socorros caseiros. Não queira rivalizar com o veterinário em experiência - e nem tente. Algumas vezes, um cão doente precisa ir ao veterinário. Mas, um conhecimento amplo das doenças de cães e seus sintomas mais comuns tornará você um melhor dono de cão e pode significar uma vida mais longa e feliz para seu cachorro. Neste artigo, veremos vários tópicos relativos a cuidados com cães.
• Avaliação da saúde de seu cão
Por diversas razões, é útil saber avaliar a saúde de seu cão. Seu cão doente deve ser levado ao veterinário? Ou é algo que pode ser feito em casa? Nesta seção, oferecemos uma lista básica de exames que você pode fazer em seu cão e que vão ajudá-lo a reconhecer as enfermidades mais comuns e como tratá-las ou quando levar ao veterinário. Por exemplo, ensinaremos como examinar os olhos, as orelhas e a boca do cão. Todos os donos de cães devem se familiarizar com estas informações.
• Cães com pulgas
Pulgas são um problema comum em cães e é fácil de saber o porquê. Elas pulam facilmente de um cão para outro. E é aí que começa o problema. Pulgas são sugadoras de sangue, de modo que podem ser prejudiciais para a pele dos cães. Em alguns casos, as pulgas podem causar infecções bacterianas nocivas. Saber como tratar de um cão com pulgas é de fundamental importância. Esta página oferece algumas informações sobre pulgas, incluindo como livrar seu cão das pulgas sem apelar para produtos químicos.
• Cães afetados pelo capim rabo-de-raposa
A rabo-de-raposa é um tipo de capim que tem cerdas aguçadas no topo. A rabo-de-raposa pode facilmente grudar na pelagem de um cão e então perfurar a pele do animal. Esses ferimentos podem provocar infecções perigosas. O que fazer? Após seu cão ter feito um passeio externo, examine a pelagem. Se encontrar uma rabo-de-raposa, retire imediatamente. Se você não conseguir removê-la, leve o cão ao veterinário. Siga nossas instruções para lidar com essa ameaça espinhenta.
• Cães com sarna
A sarna designa uma ampla gama de ácaros que podem infestar a pelagem de seu cão e provocar danos. A melhor maneira de tratar a sarna é evitá-la totalmente. Isso pode ser feito com banhos e escovações freqüentes. Algumas vezes, os ácaros da sarna se instalam na pele de seu cão, não importa o que você faça. Esta seção explica como livrar seu cão da sarna.
• Cães com excesso de peso
A obesidade é um problema de saúde para seres humanosm e para os cães não é diferente. Os cães também podem engordar, especialmente cães idosos que se movimentam menos. Nesta seção, explicaremos como descobrir se seu cão está acima do peso. Caso esteja, damos algumas dicas sobre como exercitá-lo regularmente e como resistir ao impulso de dar comida em excesso. Os conselhos desta seção podem ajudar a assegurar que seu cão terá uma vida mais feliz, mais saudável e mais longa.
• Cães afetados por espinhos de ouriço
É pouco provável que em um cãozinho de estimação sejam encontrados ouriços, mas cães com muita atividade externa podem ter. E alguns cães nunca aprendem como evitar ouriços, mesmo depois de uma experiência dolorosa. Se o seu cão não consegue ficar longe dos ouriços, você precisa aprender como removê-los. Veja como extrair espinhos de ouriço ou reconhecer quando é hora de levar o cão para tratamento veterinário.
• Cães com ferimento nas patas
Depois de um longo dia andando, seus pés doem. Acredite, cães também machucam os pés, especialmente cães que adoram correr e brincar. Apesar das patas serem resistentes, elas são suscetíveis a arranhões, queimaduras e muito mais. Veja como tratar de seu cão se essa situação acontecer.
• Cães com queimaduras solares
Até os cães estão sujeitos a queimaduras solares, especialmente aqueles com pelagem curta que ficam ao sol com o abdômen exposto. Nós simplesmente aplicamos uma camada de protetor solar para nos protegermos do sol e o mesmo pode ser feito com cães. Mas assegure-se de que ele não lamba a loção. Há maneiras de remediar queimaduras solares em cães e de impedir que ocorram enfermidades. Saiba como nessa seção.
• Cães afetados por vermes
Os vermes são prejudiciais ao seu cão. Ainda que diferentes tipos de vermes exijam diferentes tipos de tratamento, geralmente a doença pode ser tratada com remédios. Leia esta seção para conhecer os detalhes sobre como reconhecer e tratar verminoses em cães.
• Como cuidar de um cão doente
Não importa a doença, você fará de tudo para acelerar a recuperação de seu cão. Há muita coisa que você pode fazer em casa. Nem sempre é necessário levar seu cão ao veterinário quando ele estiver abatido. Damos instruções para recuperar a saúde de seu cão em sua própria casa.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

DIA DO VETERINÁRIO - 09.09.2009

Foi no dia 9 de setembro de 1933, através do Decreto nº 23.133, que o então presidente Getúlio Vargas criou uma normatização para a atuação do médico veterinário e para o ensino dessa profissão. Em reconhecimento, a data passou a valer como o Dia do Veterinário. Mas escolas de veterinária já existiam no Brasil, desde 1910.
É chamada de medicina veterinária a prevenção, o diagnóstico e o tratamento de doenças dos animais domésticos e o controle de distúrbios também em outros animais.
Pessoas se dedicam a tratar de animais desde os tempos antigos, desde que começaram a domesticá-los. A prática da veterinária foi estabelecida desde 2.000 a.C. na Babilônia e no Egito. Porém, segundo alguns registros encontrados, remonta a 4000 a.C.
O Código de Hammurabi, o mais completo e perfeito conjunto de leis sobrevivente, que se encontra hoje no Museu do Louvre francês, desenvolvido durante o reinado de Hammurabi (que viveu entre 1792 e 1750 a.C.) na primeira dinastia da Babilônia, já continha normas sobre atribuições e remuneração dos "médicos de animais".
Na Europa, a história da veterinária parece estar sempre ligada àqueles que tratavam os cavalos ou o gado. Os gregos antigos tinham uma classe de médicos, chamada de "doutores de cavalos" e a tradução em latim para a especialidade era veterinarius. Os primeiros registros sobre a prática da medicina animal na Grécia são do século VI a.C., quando as pessoas que exerciam essa função - chamados de hippiatros (hipiatras, os especialistas da medicina veterinária que tratam dos cavalos) - tinham um cargo público. As escolas de veterinária surgiram na Europa no meio do século XVIII, em países como Áustria, Alemanha, Dinamarca, Espanha, França, Inglaterra, Itália, Polônia, Rússia e Suécia.
O marco do estabelecimento da medicina veterinária moderna e organizada segundo critérios científicos é atribuído ao hipólogo francês Claude Bougerlat, na França de Luís XV, com a criação da Escola de Medicina Veterinária de Lyon, em 1761. A segunda a ser criada no mundo foi a Escola de Alfort, em Paris.
O Imperador Pedro II esteve, no ano de 1875, visitando a escola parisiense de Medicina Veterinária de Alfort e com a boa impressão que teve, decidiu criar condições para o aparecimento de instituição semelhante no Brasil, porém as duas primeiras escolas do gênero só apareceram no governo republicano: a escola de Veterinária do Exército, em 1914, e a escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária, em 1913, ambas no Rio de Janeiro.
O capitão-médico João Moniz Barreto de Aragão, patrono da medicina veterinária militar brasileira, foi o fundador da Escola de Veterinária do Exército em 1917, no Rio, mas a profissão não tinha regulamentação até o Decreto de Getúlio Vargas, de 9 de setembro de 1932, que vigorou por mais de trinta anos.
Para o exercício profissional passou a ser exigido o registro do diploma, a partir de 1940, na Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinário do Ministério da Agricultura, órgão fiscalizador da profissão.
A partir de 1968, com a lei de criação dos Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária, foi transferida aos conselhos a função de fiscalizar o exercício dessa profissão e é também onde se faz o registro profissional.
A formação em medicina veterinária dura, em média, cinco anos, com os dois primeiros anos tratando das disciplinas básicas anatomia, microbiologia, genética, matemática, estatística, além de nutrição e produção animal. Depois é a vez de estudar as doenças, as técnicas clínicas e cirúrgicas e então optar pela especialização.
As especializações são clínica e cirurgia de animais domésticos e silvestres, e de rebanhos; trabalhar nas indústrias de produtos para animais, acompanhando a produção de alimentos, rações, vitaminas, vacinas e medicamentos; trabalhar em manejo e conservação de espécies, observando os animais silvestres em cativeiro para estudar a sua reprodução e conservação, implantando projetos em reservas naturais; fazer controle de saúde de rebanhos em propriedades rurais ou fiscalizar os estabelecimentos que vendem ou reproduzem animais; usando tecnologia, fazer melhoramentos de qualidade dos rebanhos.
Fonte: IBGE Teen
Dia do Veterinário
Profissionais dedicados
Dos animais muito amigos
Conhecem a sua realidade
E também quando estão em perigo
Não tem gato ou papagaio
Periquito ou cachorro
Todos são seus pacientes
E tratados como gente
Como amor e afeição
Carinho e muita atenção.
Cuidando dos nossos "bichinhos"
Eles também cuidam de nós
Pois quando os vemos sadios
Ficamos felizes também
É uma profissão linda
E também abençoada
E a sua clientela
É um pouco complicada
Pois não sabem falar
Muito menos escrever
Mas nem por isso eles deixam
De se fazer compreender.
Parabéns veterinários
Pela sua profissão
Pelo seu dom divino
E a sua dedicação.
Autora: Sandra Mamede

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

HERANÇA DOS LOBOS

Por Alexandre Rossi
Colaborou Daniela Ramos
O que faz de certas raças, como rottweiler, dobermann, pastor alemão e mastim, entre outros, verdadeiros vigilantes natos? Diversas especulações têm sido feitas a respeito do temperamento naturalmente agressivo de certos cachorros. É fato que cães exibem comportamentos agressivos diante de dor, medo ou frustração, numa interação competitiva e, principalmente, na tentativa de defender seu território ou uma posição hierárquica ameaçada. Fatores como idade, sexo, ambiente e até alguns hormônios exercem influência.
Quando são treinados para isso e, principalmente, quando a herança genética ajuda, o desempenho deles é ainda mais eficiente, e tais cães tornam-se agressores em potencial. Entretanto, o que faz de certos animais grandes guardiões de sua casa, sua família e seu dono é o fato de apresentarem uma natureza protetora. Ou seja, eles defendem a casa e a família mesmo sem terem sido treinados para tal.
Para tentarmos entender a origem dessa agressividade territorial e protetora tão evidente em alguns cães é preciso rememorar as origens de algumas raças caninas e, principalmente, investigar e compreender melhor como se dá esse comportamento entre os lobos, já que esses são os ancestrais caninos. Os lobos se organizam em matilhas e ao líder dessa é delegada a função de segurança, guarda e proteção de todo o grupo, além da vigilância do território. Na tentativa de manter o grupo unido, ele exibe comportamentos desafiadores aos intrusos, o que causa ainda mais admiração por parte do outros membros da matilha. Assim, essa habilidade presente nos cães domésticos pode ter sido herdada de seus ancestrais.
E por que algumas raças são mais agressivas que outras? Embora não possamos generalizar, a maior aptidão de certas raças para a vigilância territorial e proteção teve origem nos antepassados. O rottweiler, por exemplo, foi inicialmente usado como boiadeiro de rebanhos, puxador de carroça e, principalmente, como guarda do Império Romano. Já os tataravôs do fila brasileiro caçavam escravos fugidos. Os antepassados do pit bull tiveram grande participação na luta contra touros em espetáculos semelhantes às touradas. Mais tarde, o palco foi substituído pela arena das rinhas de cães. Assim, o temperamento de cada raça foi sendo selecionado através de diversas gerações, aumentando ou diminuindo determinadas habilidades e potenciais agressores.
Felizmente, essa predisposição genética pode ser, até certo ponto, moldada por treinamento e pelo proprietário. Não se iluda que qualquer cão pode se tornar manso e 100% confiável simplesmente porque você irá dar muito carinho e contratar um bom adestrador. Se você já tem um micro poodle que ataca toda a família e ninguém tem coragem de tirá-lo do sofá, pense duas vezes antes de comprar um filhotinho de rottweiler. Os melhores cães de guarda costumam ser os mais dominantes e os mais destemidos. Portanto, o controle muitas vezes é dificílimo para donos não muito rigorosos e firmes.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

ENSINAR MEU CÃO A FAZER TRUQUES? PARA QUÊ?

Revista Cães & Cia,
Há enormes vantagens em ensinar truques ou comandos aos cães. Conheça-as
Uma das principais funções dos adestradores é ensinar comandos ou truques aos seus alunos. Mas poucos proprietários contratam o serviço com essa finalidade. Aliás, muitos deles até pedem para que não sejam ensinados truques - acham isso uma bobeira ou então justificam que o cão não trabalha num circo.
Espero, neste artigo, estimular cada vez mais pessoas a darem oportunidade a seus cães de serem adestrados e de aprenderem diversos truques. As vantagens aqui explicadas são válidas principalmente quando o cão é ensinado de acordo com as premissas do método adestramento inteligente, que prega o uso exclusivo de reforços positivos e recompensas, como petiscos, brinquedos e atenção, em troca de comandos.
Melhor comunicação
Ao aprender comandos e truques, o cão aprende também que as pessoas se comunicam por gestos e palavras, sinais que podem impactar diretamente a vida dele. Observando esses sinais e agindo de determinada maneira, o cão pode conseguir, por meio de seus donos, coisas que adora.
Quando adestrados, os cães normalmente observam muito mais nossas reações. Costumam olhar diretamente para nossos olhos, como se estivessem querendo descobrir o que pensamos e o que diremos. Essa reação, que ocorre naturalmente, sem ser preciso ensinar, permite que os cães aprendam cada vez mais sobre nós e sobre a nossa maneira de nos comunicarmos. Ou seja, mesmo fora do treinamento formal, aprendem sozinhos cada vez com maior eficiência.
Muitos cães não precisam de adestramento para se comportar dessa forma, mas ensinar o significado de uma porção de gestos e palavras melhora a compreensão até dos cães bastante comunicativos.
Ao ensinar a obediência a gestos aos nossos cães ou ao pedir que executem um comando, também exercitamos a capacidade de sermos compreendidos. Aprendemos a perceber com mais facilidade o que estamos transmitindo e como o cão está nos entendendo.
Mais atividade
A grande maioria dos cães pratica menos atividade física e mental do que necessita. Sempre que possível, portanto, devemos criar tarefas e estímulos para reduzir o "sedentarismo" e o tédio. E a execução de truques e comandos dados por nós são maneiras de aliviar essa situação.
Por isso, não se sinta "culpado" ao pedir para o seu cão buscar chinelos ou achar uma chave em troca de um petisco. Mesmo que ele demonstre preguiça ou resista um pouco, será bom para ele. Os cães, assim como nós, possuem uma programação para economizar energia, que é expressa em forma de preguiça. O problema é que em um ambiente em que tudo é fácil demais (busca de alimento, abrigo, etc.) essa economia de energia acaba sendo prejudicial tanto para a saúde física quanto psicológica do animal.
Estimulo à obediência
Sempre que recompensamos o cão pela execução de um truque ou comando, estamos também recompensando a obediência. Obedecer se torna algo cada vez mais prazeroso, o que diminui a resistência natural e os confrontos. Essa é uma das melhores maneiras de mostrar liderança ao cão. Ao ser recompensado, ele aprende que nós temos o controle sobre diversas coisas importantes para ele. Sem qualquer violência, deixamos claro que estamos no comando. É preciso ter em mente, porém, que alguns cães mais dominantes podem, no início, se recusar a obedecer, mesmo querendo o que temos a oferecer.
Controle facilitado
Praticar truques pode ocupar o cão ou substituir comportamentos dele considerados indesejáveis, como pular em visitas, sair correndo quando abrimos o portão, ficar latindo para conseguir algo, etc. Quando recebe uma pessoa em casa, você pode dar um comando, como “senta”, e mostrar para o seu cão uma maneira mais eficaz de conseguir atenção e até um petisco. Um “deita” e um “fica” podem resolver o problema de sair correndo quando o portão é aberto. Ao aprender que pode obter o que deseja executando comandos, o cão passa a utilizá-los para esse fim. Graças a isso, muitas vezes para naturalmente de pular nas pessoas ou de latir ininterruptamente. Exceto quando latir e pular nas pessoas fizer parte do repertório de comandos que aprendeu. Por isso, escolha bem quais truques ensinará ao seu cão!