Got My Cursor @ 123Cursors.com
MEU ANIMAL AMIGO: Julho 2009

sexta-feira, 31 de julho de 2009

SEU FIEL AMIGO COM DIABETES


Só quem tem um animal em casa sabe como ele deixa a vida mais colorida e alegre. Mas os cães, gatos e canários também podem ter problemas de saúde. Portanto, não se alarme se seu bichinho de estimação tiver diabetes. Ele vai continuar saudável e feliz desde que seja tratado adequadamente e com amor.

A população de animais de estimação está crescendo em todo o mundo. No Brasil ocorre o mesmo fenômeno. Difícil você encontrar uma pessoa que não tenha em casa um cão, um gato, uma ave ou um peixinho colorido. Além de atraentes, eles deixam o ambiente mais bonito, aconchegante, descontraído e cheio de energia positiva. É impossível ficar deprimido e sentir solidão quando se tem um bichinho por perto. Mas esse companheiro de todas as horas, pode vir a ter diabetes.

Um gato ou um cão com diabetes, por exemplo, precisa tomar doses diárias de insulina para sobreviver. E quem tem que fazer isso com uma dose enorme de afeto é você, porque o bichinho normalmente está debilitado. O animal exige amor sem limites e muita paciência. “Uma dedicação recompensada pela alegria e afago espontâneo do animal”,afirma Ana Elisa De Rizzo. Ela é dona de Vickie, uma cadela Setter Irlandês, com diabetes desde 1999.

Ana conta: “Foi necessário muita coragem e perseverança até receber o diagnóstico correto de que o animal tinha diabetes. Depois foi outra batalha. Uma verdadeira epopéia para acertar a dosagem correta de insulina. Confesso que já estava desanimando quando soube que na USP/SP havia um grupo veterinário que trabalhava especificamente com animais com diabetes.

Desde o início, os veterinários Dra. Denise Simões e Dr. Ricardo Duarte deram à Vickie toda a atenção”. Eles me explicaram: “se você quiser que o animal viva mais e saudável, isso vai depender muito de você”. “Na época ela tinha 8 anos. Hoje é uma cadela atleta aos 12 anos, alegre e feliz.

Como os demais cães que têm diabetes, Vickie é insulino-dependente. Todos os dias aplico na região lombar duas doses de insulina, às 9 horas da manhã e às 21 horas. Um bicho com diabetes não pode ficar sozinho nunca! Quando viajo costumo deixá-la com minha mãe, ou no hotel veterinário, porque sei que está sendo muito bem cuidada”.

Muita dedicação e amor

Segundo os médicos veterinários, especialistas em diabetes, Dr. Ricardo Duarte, Dra. Denise Simões e Dra. Cristina Fotin que também é especialista em animais silvestres, “Os animais de estimação se vêm desenvolvendo diabetes com bastante freqüência. As raças caninas mais predispostas ao diabetes são poodle, cocker, beagle, fox paulistinha, pinscher, rotweiller, schnauzers. Nos gatos, a disfunção tem sido diagnosticada em raças mais populares, como o siamês, por exemplo. Em aves, a maior incidência é em canários”, observam.

Os veterinários, em entrevista exclusiva a De Bem com a Vida (Roche), falam mais sobre o assunto:

Qual a relação de incidência de diabetes em animais comparada ao homem?

- Dr. Ricardo: Sem dúvida a incidência do diabetes em cães e gatos é menor do que em seres humanos. Entretanto, nas útimas décadas a ocorrência da doença em animais de estimação vem aumentando consideravelmente. É muito provável que isso se deva ao aumento de expectativa de vida dos nossos bichos. Embora possa ocorrer em qualquer idade, o DM acomete principalmente animais idosos. Além disso, é cada vez mais comum nossos pacientes serem sedentários e obesos, provavelmente reflexo de nosso próprio estilo de vida!

Quais os fatores que podem desencadear o diabetes nos animais?

- Dra. Denise: A causa de DM em cães, gatos e canários ainda está sendo estudada, mas acredita-se que alguns fatores podem ser responsáveis por isso: predisposição genética, organismo mais debilitado, pancreatite e fatores de resistência à insulina, como a obesidade entre outros.

Como é feito o diagnóstico do diabetes em animais?

- Dra. Denise: O diagnóstico do DM em cães e gatos é realizado pela demonstração de hiperglicemia (> 250 mg/dl) e glicosúria persistentes e sintomas/sinais clínicos apropriados (excesso de produção de urina e aumento de ingestão de água, emagrecimento). Cães geralmente manifestam esses sintomas quando o quadro já é avançado e o diagnóstico é relativamente simples. Por ocasião do diagnóstico, esses pacientes em geral apresentam glicemia por volta de 400 a 500 mg/dl. Assim o diagnóstico de diabetes em cães não é um dilema. Gatos sem diabetes podem ter glicemias próximas a 200 mg/dl, em condições de estresse (como, por exemplo a colheita de sangue) e isso às vezes torna o diagnóstico do diabetes em felinos um pouco mais complexo.

Como é feito o tratamento do diabetes em animais?

- Dr. Ricardo: A insulinoterapia, geralmente combinada a uma alimentação adequada, é o tratamento de escolha para cães e inicialmente para felinos. As insulinas de ação intermediária (NPH ou Lenta) ou longa (Ultralenta) são utilizadas no tratamento de longo-prazo do animal com diabetes. Virtualmente, todos os cães são insulino-dependentes e vão precisar de insulina o resto de suas vidas. Geralmente são necessárias duas aplicações ao dia e o tratamento é bastante individualizado. Uma parcela dos felinos pode ser tratada com anti-diabéticos orais ou mesmo dieta e exercícios (um quadro semelhante ao diabetes tipo 2 do ser humano). Existem rações comerciais especiais para animais com diabetes. Além do tratamento, os pacientes são avaliados quanto a outras doenças que podem ser associadas, como hipertensão arterial e infecções, principalmente do trato urinário.

Como é feito o teste de glicemia? Existe algum monitor específico para medir a glicose em animais?

- Dr. Ricardo: Geralmente usamos monitores de glicemia portáteis destinados a uso humano. O pêlo do bicho dificulta um pouco a colheita do sangue capilar com utilização de lancetas convencionais. Entretanto, já existem lancetas que facilitam esse procedimento e alguns donos de pacientes com diabetes conseguem monitorar a glicemia de seus animais em casa.

O tempo de vida do animal com diabetes é menor do que aquele que não tem diabetes?

- Dr. Ricardo: Segundo alguns estudos, cães e gatos com diabetes têm menor sobrevida do que animais que não apresentam o problema. Entretanto, esses dados devem ser analisados com cuidado. Esses estudos geralmente incluem animais com quadros graves de diabetes, como a cetoacidose diabética ou portadores de outras doenças, não relacionadas ao diabetes. Outro ponto que vale a pena lembrar é que a maioria das complicações crônicas do diabetes mal controlado demora de 10 a 15 anos para se manifestar. Cães e gatos com diabetes geralmente são idosos por ocasião do diagnóstico e não terão tempo de vida suficiente para desenvolver tais complicações. Na nossa experiência, cães e gatos com diabetes bem controlado têm a mesma expectativa de vida de animais normais.

No caso dos canários como são feitos o diagnóstico e o tratamento do diabetes?

- Dra. Cristina: É interessante notar que não tem sido observado diabetes em outras espécies de aves, além das famílias de canários. Os sintomas apresentados pelos canarinhos de estimação são iguais aos dos cães, gatos e do próprio homem. O animal começa a beber muita água. Em geral, o dono atento acaba percebendo que alguma coisa está errada por essa razão. Embora o animal emagreça as penas não deixam a pessoa perceber de imediato esse sintoma. O diabetes pode se desenvolver em torno de 5 ou 6 anos de idade. Praticamente é impossível aplicar insulina. O medicamento é colocado na água. O tratamento com remédios homeopáticos também tem sido usado. Estas aves são propensas a apresentar catarata. O teste de glicemia é feito com monitor e o sangue é colhido embaixo da unha. Infelizmente o diabetes encurta a vida dos canários, já que não se consegue fazer um tratamento ideal. Eles costumam apresentar cetoacidose, hipoglicemia e hiperglicemia freqüentes.

Fonte: Revista “De Bem com a Vida” da Roche Diagnóstica

quarta-feira, 29 de julho de 2009

CAMPANHA NACIONAL PARA CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE CHARLATANISMO NA MEDICINA VETERINÁRIA

Uma grande campanha para a valorização da medicina veterinária está em curso na Internet brasileira.
A fase de envio de mensagens para os proprietários de animais e todos os profissionais ligados à área de saúde já se iniciou com o texto abaixo. Veja a íntegra do texto que está sendo distribuido.

O seu melhor amigo está correndo risco de morte
Campanha Nacional para conscientização sobre charlatanismo na MedicinaVeterinária.
Iniciativa UNIVET, a maior Comunidade Virtual Veterinária do Brasil.
Visite http://www.univet.org
Você gosta realmente de seu animal de estimação?
Leva-o regularmente ao Médico Veterinário ou a um charlatão?
A principal queixa de clientes nos consultórios veterinários de todo o país nos permite afirmar que a prática vergonhosa do charlatanismo vem aumentando significativamente nos últimos anos.
Todos os dias chegam aos consultórios veterinários animais moribundos, alvos da irresponsabilidade de marginais que ao se passarem por profissional Veterinário, comprometem não só a saúde de seu melhor amigo, como também a sua e a de seus familiares porque não sabem diagnosticar ou fazer a correta profilaxia contra importantes doenças que podem ser transmitidas ao homem, as chamadas zoonoses.
Não permita que isso aconteça. Participe da Campanha pela valorização profissional do Médico Veterinário.
Se você tem uma história para contar sobre barbáries cometidas por um charlatão, escreva e faça o seu comentário.
Ela poderá ser útil para a conscientização de outras pessoas.
Envie um e-mail com o seu relato para univet@univet.org, que disponibilizaremos em nosso site, http://www.univet.org
O que é um charlatão?
Charlatão é aquele indivíduo que se faz passar pelo que não é, obtendo ou não vantagem financeira, aproveitando-se de sua boa fé.
Charlatão é aquele dono de Petshop, de avicultura ou de loja veterinária que acredita que só lhe falta o diploma para ser veterinário e por conta prescreve receitas, aplica vacinas, faz internações ou até pequenas cirurgias nos fundos de seu estabelecimento.
Charlatão é aquele balconista que altera a receita do profissional responsável porque não dispõe do medicamento em seu estabelecimento.
Charlatão é aquele indivíduo que vai em sua casa vestido de branco e se faz passar por médico veterinário consultando o seu animal.
O que fazer para identificar o Médico Veterinário?
Exija em caso de dúvida a sua carteira profissional, documento que comprova sua inscrição no Conselho Regional de Medicina Veterinária de seu estado, ou até mesmo seu diploma.
Como denunciar um charlatão?
Junte os originais ou cópias autenticadas dos documentos que ele possa ter emitido ( receitas, atestados de vacinas, orientações profissionais para animais em situações especiais. )
Caso tenha testemunhas aponte-as e indique endereços onde possam ser encontradas.
Encaminhe através de carta registrada para o CRMV de seu estado o material disponível, solicitando ao Presidente do órgão providências no sentido de encaminhar sua denúncia ao Juizado Criminal Especial, para que seja instaurado o devido processo.
Maiores informações, visite: http://www.univet.org

segunda-feira, 27 de julho de 2009

PESQUISA IDENTIFICA COMPORTAMENTO DOS DONOS DE CÃES E GATOS NO BRASIL

Dados do Radar Pet 2009, pesquisa inédita com representantes das classes econômicas A, B e C, que acaba de ficar pronta, indicam que a posse de animais domésticos ainda está muito relacionada com a faixa etária dos membros da família e com a formação dos lares. Com base na pesquisa, a população estimada total para as classes A, B e C é de 25 milhões de cães e 7 milhões de gatos, no Brasil.
O cachorro continua sendo o animal de estimação preferido nos lares que possuem cão ou gato, atingindo 79% das escolhas, sendo que o gato é preferido por 10% destas residências. Cães e gatos coexistem em 11% dos lares que têm animais de companhia.
Encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), do SINDAN (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal) o Radar Pet tem por objetivo acompanhar hábitos e tendências dos proprietários de pets brasileiros. Alguns números ajudaram a desmistificar a idéia de que os membros da classe A preferem gatos, que são preferidos por apenas 9% deste grupo. Os cães são prediletos em 85%, e as duas espécies convivem em 6% dos lares desta classe.
O gato também não é preferido dos solteiros, que, acreditava-se até então, enfrentavam mais desafios para cuidar dos cães. Os felinos são escolhidos por apenas 20% dos solteiros e os cachorros, por 73% destes proprietários. A coexistência está em 7% dos lares de quem vive sozinho.
No caso dos casais sem filhos, a preferência por cachorro é ainda maior: 83% contra 6% dos que elegem os gatos.
Ainda nos lares dos casais sem filhos a pesquisa mostra que a penetração de cães e gatos é de 43%. Porém, ao considerar o ciclo de vida dos proprietários como casal com filhos pequenos, de até nove anos, esse número cai para 33%, o que demonstra que os casais preferem não manter animais quando estão com filhos pequenos, devido a preocupações e mitos ligados a segurança e higiene.
“Essas informações são fundamentais para que possamos investir na desmistificação desse conceito, uma vez que é possível e especialmente, saudável, a convivência entre crianças e animais de estimação. Inúmeras pesquisas indicam claramente o impacto positivo do animal no dia a dia e também na saúde e no comportamento das crianças”, acrescenta Luiz Luccas, presidente da Comac.
A pesquisa ainda aponta que os lares de casais com filhos jovens e adolescentes lideram na presença de cães e gatos com 50%. “Esses dados, inclusive, podem nos auxiliar a melhorar o índice citado acima entre os casais com filhos pequenos, pois é justamente o valor dos animais na relação com as crianças, jovens e adolescentes que explicam a concentração maior de animais nesse ciclo de vida do proprietário. É possível que essas crianças possam se tornar adultos e idosos que prefiram mais ter pets”.
Nos lares da terceira idade, nota-se, porém uma queda na presença de cães e gatos, segundo a pesquisa. Isso provavelmente se deve a diversos fatores, desde ao fato de que o animal nesse período está mais velho e morre, até ao fato do filho que morava com os pais ir embora e levar o cão, e ainda ao casal idoso que ficou com o cão do filho que foi morar sozinho, o cão faleceu e não foi reposto.
“Diante desse quadro, é também importante realizarmos um trabalho de conscientização da terceira idade para a questão de que os cães são muito benéficos também nesse período de vida. Uma alternativa excelente é a adoção de animais adultos, menos dependentes de seus donos”, analisa Luccas.
Outro dado interessante diz respeito ao tipo de moradia. O cão está em 79% dos proprietários que moram em casa e em 78% dos que vivem em apartamento. No caso do gato, 8% moram em casas e 18% em apartamentos.
Dentre as raças caninas mais apreciadas na hora de adotar um animal de estimação, os animais sem raça definida (SRD) estão em 36% das escolhas, seguidos por poodle (24%), daschund (7%), pinscher (7%), entre outros. No caso dos gatos, os animais SRD representam 77% das respostas, seguidos por siamês (26%), persa (4%), angorá turco (3%) e outras raças.
Outro ponto destacado na pesquisa é o nome mais comum entre cães e gatos. No caso dos felinos, Mimi (3%) e Mel (2%) são os nomes preferidos, seguidos por Kiko, Nino, Belinha, Chiquinha, Fredy, Garfield e Preto (cada um destes aparece em 1% das respostas). Para batizar os cães, os proprietários preferem Mel (3%), Nina (2%), Billy (2%), Bob (2%), Suzi (2%), Princesa (2%) e Rex (1%).
Primeira pesquisa Radar Pet avalia com profundidade o mercado de cães e gatos do Brasil e identifica as principais características e tendências deste mercado
Levantamento inédito foi encomendado pela Comissão de Animais de Companhia do SINDAN e envolveu donos de animais das classes A, B e C. Segmento conta, agora, com estatística confiável, feita sob base científica
O Brasil conta com 25 milhões de cães e 7 milhões de gatos nas classes A, B e C e representam a base deste segmento. Estes são os mais atualizados números do País, segundo o Radar Pet 2009, pesquisa inédita com representantes das classes econômicas A, B e C, que acaba de ficar pronta. O levantamento foi encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), do SINDAN (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal), e realizada pela Diferencial Pesquisa de Mercado.
“O mercado necessitava deste número oficial, pois até então havia apenas uma estimativa sem base concreta na realidade do Brasil. O Radar Pet tem base científica e foi esmiuçado para apresentar características importantes sobre os proprietários de cães e gatos e os seus animais de estimação”, analisa o médico veterinário Luiz Luccas, presidente da Comac.
Para levantar os números do Radar Pet, a Comac contratou a Diferencial Pesquisa de Mercado que avaliou mais de 2.100 domicílios em Abril deste ano. Trata-se de uma pesquisa abrangente envolvendo seis regiões do País que, somadas, representam 20% dos domicílios brasileiros. A pesquisa identificou que 44% dos lares das três classes possuem pelo menos um cão ou gato.
Os números ajudam a desmistificar algumas ideias pré-concebidas entre poder econômico e posse de pequenos animais. Na classe A, por exemplo, 52% dos domicílios têm pets. Este percentual cai para 47% na classe B. Na classe C, são 36% dos lares com pets.
“A presença de pets decresce à medida que a renda familiar cai. Isso é explicado pelo custo dos produtos para este segmento, especialmente em um país com carga tributária equivalente a 50% do preço final dos produtos”, informa Luiz Luccas. Segundo o presidente da Comac, no segmento de animais de companhia os impostos brasileiros estão entre os mais elevados do mundo.
Por outro lado, a pesquisa confirmou a preferência do brasileiro por cães. Entre os lares que optam por algum tipo de animal doméstico, eles representam 79% das escolhas, sendo que 10% preferem os gatos. No Brasil, porém, a população felina cresce mais rapidamente que a canina, mas ainda é menor. Os lares que possuem as duas espécies ao mesmo tempo representam 11% do total.
Quanto aos dados divididos por classe econômica, os cães se destacam nos lares da classe A (85% das escolhas nesta categoria). Nas classes B e C, a escolha pelos cães é de 77% em cada uma. Quando analisadas em conjunto, as três classes atingem média de 1,55 cães por lar e 1,83 gatos. A maior parte dos lares opta por um único animal, sendo que 65% têm um único cão e 63% possuem apenas um gato.
Porém, o grande valor da pesquisa reside na avaliação do perfil e comportamentos dos lares brasileiros com animais de companhia. Foram analisados diversos aspectos ligados a atitudes e preferências dos diferentes proprietários e núcleos familiares com relação à saúde, alimentação, cuidados e serviços relacionados aos seus pets. “São dados importantes e inéditos que auxiliam na analise do perfil e tendências deste mercado, de acordo com as necessidades dos proprietários, servindo de base para uma orientação sólida aos veterinários e demais envolvidos no setor. Pretendemos atualizar esta pesquisa a cada dois anos para observar a evolução do segmento no Brasil”, conclui Luiz Luccas, da Comac.
Fonte: Altair Albuquerque

SOMOS DONOS OU RESPONSÁVEIS?

Esses dias me peguei pensando… Até que ponto, por termos comprado ou ganhado, somos DONOS de outra vida? Somente pelo fato de termos pago ou ganho por ela, significa mesmo que ela é NOSSA?

Nós mesmos aqui do PetsBR costumamos chamar os… bem.. donos, de donos. Isso continuará ocorrendo por facilidade, mas gostaríamos de demonstrar alguns aspectos sobre a diferença de “dono” e responsável, o real cargo de quem comprou ou adotou o animal.Com esse “título” de dono, é possível que nos tornemos pessoas um pouco mais possessivas para com nossos animais?Por exemplo. Antigamente, os nobres “compravam” escravos. Dar dinheiro à uma terceira pessoa, o vendedor de escravos, dava o direito ao senhor de mandar e desmandar em sua posse. Não interessa que aquela pessoa, aquele escravo, fosse uma vida. Uma vida que sente fome, medo, frio e dor.
Sim, você já deve ter ouvido essa frase quando falamos sobre os animais, que eles sentem como nós, mas talvez nunca tenha pensado no fato que antigamente, pessoas com cor de pele mais escura também eram consideradas posses.Evoluimos? É claro que sim. Dizem que não se pode comparar humano com animal, mas por que não? Sim, nós somos diferentes… Nós fabricamos ferramentas. Só essa diferença? Ora, basicamente sim. “Mas nós amamos”. Os animais também. “Mas nós raciocinamos”. Os animais também! A diferença básica é que construímos, construímos e construímos, a ponto de nos achar donos do mundo. Ei ei, calma aí. Somos donos dos respectivos narizes e ponto final. Nada, dinheiro algum no universo, nos dá o direito de nos acharmos realmente “donos” de algum outro ser vivo. Apesar de ser comumente chamado assim, o responsável pelo animal deve-se considerar apenas um amigo, alguém que dá comida, afeto e um teto sobre a cabeça.Nós não temos o direito de nada sobre um animal apenas pelo fato de termos pagado por ele. Isso nos dá direitos legais, feitos por humanos, mas não direitos universais, feitos pela… bem, aí você coloca o que desejar, dependendo de sua religião.“Onde você quer chegar com isso?”.Donos utilizam cães para guarda, pois os consideram posse. Não se importam que o animal esteja sofrendo com falta de carinho.

Como os senhores utilizavam escravos para o trabalho. (não há nada de errado em um cão guardar uma casa, desde que essa não seja sua função por obrigação, e desde que o cão receba amor e carinho de seu… dono?)Responsáveis não utilizam cães. Eles os ajudam a viver. Não os dão somente comida, somente a sobrevivência. Responsáveis são amigos, e levam seus animais ao veterinário quando é necessário, enquanto donos simplesmente compram outros quando morrem, ou esperam que se curem sozinhos. Responsáveis amam. Donos… de verdade, eu não sei o que sentem.Sim, continuaremos chamando os responsáveis de “donos” por aqui, por ser de mais fácil entendimento, mas desejamos que compreenda – somos à favor da amizade, do amor e do afeto. Dinheiro não compra isso. VOCÊ cria isso. E recebe de volta, é claro.
Você, antigo dono, agora torna-se um responsável. Ama seus animais, preza suas vidas e os acaricia apenas para ver seus olhinhos felizes. Não, isso não é uma hipnose. É para que perceba o tamanho da bondade que existe dentro de si, e que aguarda para ser liberada. Tente, ame um bichinho com todo o seu enorme coração!
SEJA UM RESPONSÁVEL
Marina Avila

terça-feira, 21 de julho de 2009

TER UM OU MAIS CÃES? VANTAGENS E DESVANTAGENS


Revista Cães & Cia, n. 354, novembro de 2008
Muitos proprietários de cães perguntam se devem ou não comprar um segundo cão.
Mostramos os prós e os contras de cada alternativa

Amenizar a solidão
Como animais sociais que são, os cães não gostam de ficar sozinhos. Embora sintam a falta do dono, a companhia de outro cão ameniza bem a solidão. Mas, por outro lado, infelizmente, nem todo cão aprende a substituir a companhia de um ser humano pela de outro cão. Principalmente quando não foi sociabilizado adequadamente com outros cães.
A bagunça aumenta ou diminui?
A destrutividade canina tanto pode aumentar quanto diminuir com a vinda de um segundo cão. Se os dois brincarem juntos, o estrago que produzirão será menor do que se um deles for deixado sozinho. Mas, na maioria das vezes, um dos cães incentiva o outro a fazer coisas erradas!
Quando sozinho, em geral, o cão fica desmotivado e inativo. Pouco destrói, portanto. Nesse caso, se a presença de outro cão estimular o primeiro a agir durante a ausência das pessoas, a bagunça será maior do que quando o único cão era deixado sozinho. Mas é preciso lembrar que mais bagunça é também mais alegria e mais bem-estar para o cão.
Pode haver briga
É normal e aceitável que haja alguma agressividade entre os cães que vivem numa mesma casa. Mas, em certos casos, as brigas resultam em machucados sérios que podem, inclusive, levar à morte.
Quanto mais cães houver, maior a chance de sair uma briga séria. Ter só dois cães é muito mais seguro do que ter três, quatro, etc. Em grupos grandes, muitas vezes o cão que está perdendo a briga é atacado pelos demais e, nesse caso, a conseqüência costuma ser grave.
Para reduzir as chances de brigas sérias, é preciso ter um bom controle sobre os cães e fazer a escolha correta dos indivíduos que comporão o grupo. Muitas pessoas acham que filhotes da mesma ninhada não brigarão quando adultos, assim como mãe e filha, pai e filho, etc. Esse é um conceito errado.
O risco de um macho brigar com uma fêmea é menor do que o de dois exemplares de mesmo sexo brigarem, mas o casal deverá ser separado duas vezes por ano quando a fêmea entrar no cio, se o macho não for castrado e se não se quer reproduzi-los. A separação pode ser bastante inconveniente - o macho costuma ficar desesperado para chegar na fêmea.
Se houver possibilidade de ocorrerem brigas, os proprietários não podem deixar brinquedos e ossos muito atraentes à disposição dos cães. A restrição dependerá de como é o convívio dos cães e de como eles expressam sua agressividade possessiva.
Ciúmes e competitividade
Quando se tem mais de um cão, ciúmes e competitividade são comuns, principalmente visando ganhar a atenção do dono. Para conseguir manter os cães sob controle é preciso demonstrar segurança e firmeza e ter liderança sobre eles.
Exemplares ciumentos podem se tornar agressivos quando disputam um objeto ou a atenção de alguém. A competitividade sem controle aumenta drasticamente os comportamentos indesejados, como pular nos donos e nas visitas, correr atrás do gato da casa, etc. Mas, por outro lado, a competitividade pode levar cães sem apetite a comer mais e cães medrosos a se tornarem mais corajosos.
Cão velhinho X novato
Muitas vezes um filhote faz o cão velhinho voltar a brincar, a comer com mais apetite e a disputar o carinho de seus donos. Mas é preciso ter cuidado para não deixar o mais velho de lado e para não permitir que o filhote o incomode demais. Devemos limitar o acesso do filhote aos locais preferidos pelo veterano, assim como repreender as brincadeiras indesejadas, para garantir sossego ao cão mais velho.
Educação do segundo cão
Sempre pergunto para as pessoas se é o primeiro ou o segundo cão que mais se parece com gente. A resposta costuma ser a mesma: o primeiro! Isso ocorre porque a nossa influência na educação e no comportamento do cão é muito maior quando não há outra referência canina. Se você estiver pensando em ter um segundo cão, prepare-se, portanto, para o novo cão ser mais parecido com cachorro e menos com gente. O primeiro cão costuma entender melhor o que nós falamos e fazemos, procura mais a atenção de pessoas do que de outros cães e costuma ser menos possessivo com seus brinquedos.
Conclusão
Sou a favor de se ter mais de um cão - com companhia a vida fica muito mais ativa e estimulante. Mas o proprietário precisa escolher adequadamente o outro cão e também ser ou se tornar um bom líder de matilha

sexta-feira, 17 de julho de 2009

CÃES COM FERIMENTO NAS PATAS


As solas das patas dos cães são firmes e grossas, já que por natureza, foram projetadas para resistir a superfícies ásperas. Mas, ainda assim, são suscetíveis a ferimentos, queimaduras e arranhões. Solas de patas doloridas são um efeito de um longo dia de caminhada ou de andar em ruas aquecidas pelo sol.

O que fazer

Se as patas de seu cão ficarem sensíveis, você pode aliviar um pouco com uma camada espessa de pasta de resina de pinho e de argila. Aplique a mistura na área afetada, para aliviar e curar. Após um passeio ao ar livre, examine sempre as patas de seu cão, à procura de cortes e arranhões. Se seu cão tiver corrido por uma área enlameada, lave suas patas com água e sabão e seque-as bem.

Quando ir ao veterinário

Normalmente, patas doloridas não precisam de uma consulta com o veterinário, a menos que você perceba que seu cão esteja mancando ou que tenha uma ferida na pata.

terça-feira, 14 de julho de 2009

VOCÊ DEIXA SEU CÃO DE CASTIGO?



Revista Cães & Cia,

Não é recomendável trancar o cão num quartinho quando erra. Saiba por quê
Ao educar um cão, existem muitas maneiras de estabelecer limites e de deixar claro quais comportamentos não são aceitáveis. Mas algumas punições, como trancá-lo sozinho, devem ser evitadas. A seguir justifico a minha posição e ofereço alternativas mais eficientes e seguras do ponto de vista psicológico.
Não associar isolamento com punição
Cães são extremamente sociais. Por isso, não gostam de ficar sozinhos. Até aí, tudo bem. Se gostassem, deixá-los de castigo nem seria punição. O problema é que o cão associa ficar sozinho com bronca e toda vez que tiver que ficar sozinho, se sentirá ainda pior. Sempre recomendo fazer o oposto: associar o fato de ficar sozinho com coisas boas. Dessa maneira, nossas ausências serão encaradas com mais tranqüilidade pelo cão e causarão menos sofrimento para ele, o que resultará em menores chances de ele desenvolver ansiedade de separação ou compulsões, como ficar lambendo a pata sem parar.
Castigo ou prêmio?
Imagine a cena: o dono conversa animado com visitas e o cão late para conseguir atenção. Decidido a punir o cão, o dono se dirige até ele, agarra-o ou dá comandos, e o acompanha até o lugar do castigo. O centro das atenções, por alguns momentos, é o cão. O resultado é que, logo depois de fazer o que não deve, o cão se sente recompensado. A punição que virá posteriormente será ineficaz, por mais desagradável que seja.
Quando o cão consegue escapar antes de chegar ao castigo, às vezes até brincando de pega-pega, ganha ainda mais atenção e se sente mais recompensado pelo comportamento errado. Muitas vezes fica evidente o quanto o cão se diverte, adorando ver o dono tentar pegá-lo. Se fosse possível punir os cães num passe de mágica, sem precisar levá-los até o local do castigo, a punição seria muito mais eficaz. Mas, mesmo assim, persistiria a associação de bronca com o fato de ficar sozinho.
É errando que se aprende
Para educar o cão a conviver com humanos, nada melhor do que o contato prolongado entre ambos. A repetição das recompensas e repreensões, dependendo de o cão agir corretamente ou de maneira inadequada, torna claros os limites e diminui os comportamentos impróprios. Por causa da importância da repetição, é usada a técnica de induzir o cão a errar para poder repreendê-lo mais vezes. Por exemplo, ao treiná-lo a não atravessar a rua, tentamos estimulá-lo a ir para o outro lado jogando uma bolinha ou mostrando um gato. As repreensões resultantes, nas mais diversas situações, ajudam o cão a entender exatamente o que não deve fazer e a saber se segurar. Se um cão pula e late para visitas, o melhor é repreendê-lo no momento exato do pulo e do latido. Cada vez que ele latir ou pular de novo, levará outra repreensão. Se não estiver surtindo efeito, corrigimos. Com tudo isso, o comportamento errado vai ficando claro para o cão e sendo associado a coisas desagradáveis. Essas oportunidades de educar, importantes demais, são desperdiçadas quando o “aluno” é isolado em outro lugar.
Substitutos para o castigo
Em vez de nos preocuparmos somente em punir os erros do cão, sempre enfatizo que devemos procurar ensinar os comportamentos adequados e recompensá-los. Por exemplo, se o cão pular para conseguir atenção, em vez de puni-lo o melhor é ensiná-lo a sentar para ganhar carinho. A punição, quando necessária e útil para dar ao cão uma vida mais gostosa e próxima das pessoas de que gosta, pode ser aplicada sem ser preciso deixar o animal sozinho e inseguro. Antes de tudo, a repreensão deve ser instantânea. De preferência, no mesmo momento em que o comportamento errado acontece. Melhor ainda se for no início do comportamento, como quando o cão começa a abrir a boca para latir. Centésimos de segundo fazem toda a diferença! A repreensão mais indicada é aquela que causa susto ou desconforto ao cão, sem machucá-lo nem traumatizá-lo. Recomendo espirrar um jato de água no focinho dele, com spray, ou chacoalhar uma lata com moedas ou, ainda, se o cão não for muito medroso, estalar biribinhas. O método de repreensão bem como a maneira correta de aplicá-lo são essenciais e a eficácia varia conforme o cão.
Por isso, em caso de dúvida, é importante recorrer ao auxílio de um adestrador ou especialista em comportamento.

domingo, 5 de julho de 2009

COMO FAZER UM CACHORRO PARAR DE PULAR



Pode ser um encontrão de uma raça alegre e gigante ou o balé nas patas traseiras das raças pequenas: pular é uma característica e um problema universal do mundo canino. Não há duvidas de que esse comportamento é uma graça nos filhotes, mas à medida em que o filhote cresce, especialmente se é um cão grande, o que era antes engraçadinho pode ficar perigoso. Você pode não ligar para esse cumprimento de corpo inteiro, mas a primeira vez em que sua sobrinha de 2 anos ou sua tia de 87 anos forem abraçadas ao cruzar a porta de entrada, você vai mudar de idéia.

Na verdade, mesmo que pular possa ser um comportamento solícito e amigável, é mais freqüentemente um lance de dominância. Especialmente entre os cães adultos, um subordinado nunca pensaria em colocar suas patas no corpo de um dominante. Então, o cumprimento excitado que mais parece uma bola de canhão e que faz você se sentir tão amado pode na verdade ser seu cachorro dizendo "Você voltou! Tudo bem, mas não esqueça quem manda aqui." Você pode responder de duas maneiras: ensine seu cachorro que pular espontaneamente não é aceitável e adestre ele para pular somente ao seu comando.

Para corrigir um cumprimento excessivamente físico, aja da mesma maneira relaxada e tranqüila com que quer que ele reaja. Quando chegar em casa, não entre correndo chamando seu cachorro. Ao invés disso, faça dos cumprimentos uma parte da rotina e não um evento especial. Entre, pendure seu casaco e chaves e depois, cumprimente o cachorro com calma, longe da porta de entrada. Se um cachorro tentar pular, saia de perto e não dê a mínima atenção a ele. Assim como as crianças, os cachorros adoram ser notados, não importa se por bom ou mau comportamento. Gritar ou imobilizar seu cachorro no chão só vai deixá-lo mais empolgado. Então, evite qualquer tipo de reforço de seu comportamento, seja verbal ou físico. Quando ele aprender que você não quer que ele pule, ensine-o a sentar quando você chega em casa. Se você recompensar esse comportamento com elogios ou petiscos, seu cão vai logo aprender que acontecem coisas boas quando ele senta e espera.

Quando chamar o veterinário

Esse tipo de comportamento geralmente não requer a atenção do veterinário.


Como ensinar seu cachorro a pular sob comando

Se você quer ensinar seu cachorro a pular apenas sob o seu comando, tenha certeza de que antes disso ele sabe quando não pular. Vista roupas velhas que possam ficar sujas e rasgadas. Além disso, corte e lixe as unhas do cachorro (escovar os dentes também pode ser uma boa idéia). Bata no peito e diga "Sobe!". Quando quiser que ele desça, ande para trás e diga "Desça!"

Sempre use a batida no peito e a palavra sobe para mostrar ao seu cachorro que ele pode cumprimentar você desta forma. Se ele tentar pular em você ou em qualquer outra pessoa sem um convite, diga com firmeza "Desça" e então o ignore. Os cães são espertos e vai entender a mensagem de que só é bom pular quando você mandar. Certifique-se de avisar seu amigos e familiares sobre essa rotina, senão o Totó fica confuso. Os cães gostam de normas e querem que todos sigam as mesmas.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

COMO FAZER UM CACHORRO PARAR DE CAVAR EXCESSIVAMENTE


Cavar é mais um comportamento natural dos cães. Eles fazem isso por várias razões. Os terriers, por exemplo, cavam porque simplesmente foram criados para isso por várias gerações. Descobrir tocas e procurar animais daninhos como ratos e texugos era parte de sua função original. Outros cães cavam para fazer um ninho, para esconder comida, para se esconder ou simplesmente para acabar com o tédio. Outros fazem isso por pura diversão.

Se seu cachorro começou uma escavação no quintal ou cavou buracos no sofá, tente descobrir o motivo. Ele está entediado tentando passar as horas reformando a paisagem do jardim? Ele está com calor, tentando se refrescar na terra fria? Ele é um macho tentando cavar uma saída por baixo da cerca para poder encontrar a fêmea no cio na outra quadra? Talvez ele esteja enterrando ossos e petiscos para saborear mais tarde? Assim que você descobrir por que seu cão cava, vai poder seguir alguns passos para mudar seu comportamento.Agora, se seu cachorro é um daqueles que foi criado para cavar, você tem um "osso duro de roer". Na verdade, você nunca vai conseguir fazê-lo parar. Então, o ideal é achar um lugar onde ele possa cavar sem problemas. Tente disponibilizar um pedaço de terra ou caixa de areia (menos marcas de lama na calçada) para ele cavar. Encoraje o cachorro a cavar lá e faça festa quando ele assim o fizer. Mantenha a área atraente, com vários brinquedos e petiscos. Se ele cava tentando encontrar um local mais fresco para deitar, providencie mais sombra nessa área ou coloque-o em um local onde possa ficar mais confortável, embaixo de uma árvore, por exemplo. Um cachorro tentando escapar pode ser mais difícil de controlar. Algumas pessoas chegam a colocar concreto ou arames embaixo do muro para evitar que o cachorro fuja. A castração dos machos e das fêmeas acaba com o maior motivo para a fuga. Outros cães ficam ansiosos ou assustados se mantidos em local aberto por longos períodos. Apenas fornecer um abrigo, como um acesso a garagem, é o suficiente para acabar com as fugas.

Mais uma vez use técnicas de distração ao pegar seu cachorro cavando onde não deve. Assim que ele parar faça uma festa, elogie, brinque com ele, jogue seu brinquedo preferido ou leve ele para a área onde pode cavar. Nunca corrija um cachorro por cavar depois do fato ter acontecido. Isso só serve para confundi-lo. Assim, ele fica mais ansioso e começa a cavar.


Quando chamar o veterinário

Cavar muito normalmente não requer a atenção de um veterinário.