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MEU ANIMAL AMIGO: Maio 2009

quinta-feira, 28 de maio de 2009

COMO TRATAR UM CÃO ENGASGADO


Quando um cachorro está se afogando com um corpo estranho, precisa de ajuda imediatamente. Quanto mais ele tenta respirar, mais entra em pânico. Seu objetivo nesta situação de emergência é liberar as vias aéreas sem ser mordido.
Os sinais de que o cachorro está engasgado incluem tentar limpar a boca com as patas, língua pálida ou azulada, agonia evidente ou inconsciência. Se o cachorro estiver inconsciente e você acha que há um corpo estranho, libere as vias aéreas antes de fazer ressuscitação cardiopulmonar. Se o cachorro não consegue respirar não adianta tentar a ressuscitação.
Embora possa parecer difícil, você pode ajudar um cachorro engasgado ou inconsciente seguindo as dicas básicas abaixo. Seu esforço pode salvar a vida de um cachorro.
Contenha o cão, se necessário.
Aproxime-se do cachorro lentamente, falando em um tom de voz tranqüilizador.
Desobstrua as vias aéreas.

Abra a boca do cachorro cuidadosamente, segurando a mandíbula superior com uma mão sobre o focinho.
Pressione os lábios do cão sobre os dentes superiores apertando com seu polegar em um lado e os outros dedos no outro, de maneira que os lábios do cachorro fiquem entre seus dentes e os dedos. Aperte com firmeza para forçar a boca a ficar aberta.
Se você consegue ver o objeto, tente removê-lo com seus dedos.
Se você não conseguir remover o objeto e o cachorro for pequeno o suficiente, segure ele pelas pernas traseiras, vire-o de cabeça para baixo e chacoalhe vigorosamente. Bater nas costas também pode ajudar a mover o objeto.
Se você não consegue remover o objeto e o cachorro é grande demais para ser erguido, coloque-o deitado de lado no chão. Coloque a sua mão atrás da caixa torácica e aperte para baixo e um pouco para frente, com firmeza. Solte. Repita rapidamente várias vezes até o objeto ser expelido.
Se você não conseguir retirar o objeto, leve o cachorro imediatamente ao veterinário.
Se você retirar o objeto e o cachorro ainda não estiver respirando, sinta sua pulsação colocando seus dedos 5 cm atrás do cotovelo do cachorro no meio do peito.
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Faça respiração artificial. Deite o cachorro de lado; estique a cabeça e o pescoço do cão. Mantenha a boca e lábios fechados e assopre com força pelas narinas. Faça uma respiração de 3 a 5 s. Respire fundo e repita até sentir resistência ou ver o peito subir. Após 10 s pare. Observe o peito para ver se está se movendo, o que indica que o cachorro está respirando sozinho. Se o cachorro não estiver respirando, continue a respiração artificial. Se o coração não estiver batendo faça uma ressuscitação cardiopulmonar.




Ressuscitação cardiopulmonar para cães de até 20 kg

Deite o cachorro de costas.
Ajoelhe-se perto da cabeça do cão.
Feche suas mãos sobre o peito do cachorro com as palmas sobre cada lado do peito.
Comprima as palmas sobre o peito com firmeza contando até dois e solte contando um. Pressione moderadamente. Repita aproximadamente 60 a 90/min.
Alternativamente (após 30 s), segure a boca e lábios do cachorro fechados e assopre com força nas narinas. Assopre por 3 s, respire fundo e repita, até sentir resistência ou ver o peito do cachorro subir. Tente repetir 10 a 20/min. Como regra geral, faça cinco compressões cardíacas para cada respiração.
Pare após um minuto. Observe se há movimento do peito e sinta o batimento cardíaco colocando os dedos a 5 cm do cotovelo no meio do peito.
Se o coração não estiver batendo continue a ressuscitação cardiopulmonar.


Ressuscitação cardiopulmonar para cães com mais de 20 kg



Deite o cachorro de lado.
Coloque a palma da sua mão no meio do peito do cachorro.
Comprima contando até dois e solte contando um. É preciso pressionar com firmeza. Repita aproximadamente 60 a 90/min.
Alternativamente (após 30 s), segure a boca e lábios do cachorro fechados e assopre com força nas narinas. Assopre por três segundos, respire fundo e repita, até sentir resistência ou ver o peito do cachorro subir. Tente repetir 10 a 20/min.
Pare após um minuto. Observe o peito para ver se o cachorro está respirando e sinta o batimento cardíaco colocando os dedos meio centímetro atrás do cotovelo, no meio do peito.
Se o coração não estiver batendo, continue a ressuscitação cardiopulmonar.
Leve o cachorro imediatamente ao veterinário. A ressuscitação e a respiração devem continuar no caminho ou até o cachorro começar a respirar e o coração começar a bater sem assistência.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

COMO TRATAR UM CÃO SANGRANDO














As patas e pernas de um cachorro são vulneráveis a machucados causados por vidro quebrado, pregos e outros objetos afiados e vão sangrar muito quando cortadas. Orelhas também sangram bastante porque a pele sobre a orelha é muito fina.
Em qualquer ferimento que esteja sangrando, o maior objetivo dos primeiros socorros é evitar a perda excessiva de sangue, que pode levar a um choque. Os sinais de choque incluem gengivas pálidas ou brancas, batimento cardíaco acelerado ou respiração rápida. Se um ferimento estiver jorrando sangue, significa que uma artéria foi cortada. Isso requer atendimento profissional imediato.
Como você vai lidar com seu cachorro depende do local e tamanho do sangramento. As seguintes dicas de cuidados com um cão vão ajudar na hora de prestar primeiros socorros nas várias partes do corpo.
Sangramento na cabeça ou tronco
Contenha o cão se necessário.
Aproxime-se do cachorro lentamente, falando em um tom de voz tranqüilizador.
Passe uma guia pelo pescoço do cachorro e então em volta de um objeto fixo. Puxe o cão contra este objeto e amarre a guia de maneira que o cachorro não consiga mover a cabeça.
Faça uma focinheira para sua maior proteção.
Cubra o ferimento com uma compressa de gaze estéril ou toalha limpa.
Enrole pedaços de pano ou outro material macio ao redor do curativo e amarre ou cole com esparadrapo, pressionando apenas o suficiente para segurar a bandagem no lugar.
Leve o cachorro imediatamente ao veterinário.
Sangramento na perna, pata ou cauda
Contenha o cão se necessário.
Aproxime-se do cachorro lentamente, falando em um tom de voz tranqüilizador.
Corte o pêlo em volta do local machucado.
Examine o ferimento para ver se não há pedaços de vidro ou objetos estranhos. Se visíveis, remova com os dedos ou com uma pinça. Se o tecido sob o ferimento aparecer quando você move a pele, provavelmente, vai precisar de pontos.
Lave bem o ferimento com água limpa. Evite usar antissépticos, pois podem causar dor.
Cubra o ferimento com um pano limpo ou curativo estéril.
Coloque sua mão sobre o curativo e pressione com firmeza.
Mantenha a pressão sobre o curativo até parar de sangrar. Se o sangue encharcar o curativo NÃO o remova. Coloque outro curativo por cima e continue pressionando até parar de sangrar. Se o sangramento não parar em até cinco minutos, continue pressionando o ferimento e leve o cachorro imediatamente ao veterinário.
Enrole pedaços de pano ou outro material macio ao redor do curativo e amarre ou cole com esparadrapo, pressionando apenas o suficiente para segurar a bandagem no lugar. Comece abaixo do ferimento e cubra de baixo para cima.
Se o ferimento for profundo o suficiente para precisar de pontos, evite que o cachorro lamba a perna machucada e leve-o imediatamente ao veterinário.
Sangramento no peito ou abdômen
Contenha o cão se necessário.
Aproxime-se do cachorro lentamente, falando em um tom de voz tranqüilizador.
Faça uma focinheira para sua maior proteção.
Se o ferimento é no peito e você ouve um som parecido com sucção, faça um curativo para evitar a entrada de ar e leve o cachorro imediatamente ao veterinário.
Se houver um objeto saindo do ferimento, como uma flecha, NÃO tente remover o objeto.
Coloque panos limpos ou compressas estéreis ao redor do ponto de entrada.
Faça uma bandagem firme ao redor do ponto de entrada.
Leve o cachorro imediatamente ao veterinário.
Corte o pêlo em volta do local machucado.
Examine o ferimento para ver se não há pedaços de vidro ou objetos estranhos. Se visíveis, remova com os dedos ou com uma pinça. Se o tecido sob o ferimento aparecer quando você move a pele, provavelmente vai precisar de pontos.
Lave bem o ferimento com água limpa.
Cubra o ferimento com um pano limpo ou compressa estéril.
Coloque sua mão sobre o curativo e pressione com firmeza.
Mantenha a pressão sobre o curativo até parar de sangrar. Se o sangue encharcar o curativo NÃO o remova. Coloque outro curativo por cima e continue pressionando até parar de sangrar.
Enrole tiras de lençol ou outro material macio ao redor do curativo e amarre ou cole com força suficiente para manter a bandagem no lugar.
Se o ferimento é profundo o suficiente para precisar de pontos, leve o cachorro imediatamente ao veterinário.
Sangramento na orelha
Contenha o cão se necessário.
Aproxime-se do cachorro lentamente, falando em um tom de voz tranqüilizador.
Faça uma focinheira para sua maior proteção.
Cubra o ferimento com um pano limpo ou compressa estéril. Coloque o curativo nos dois lados da orelha. Depois, dobre por cima da cabeça do cachorro e segure firme para controlar a hemorragia.
Enrole as orelhas e a cabeça com tiras de lençol. Amarre ou cole a bandagem no lugar com esparadrapo.
Leve o cachorro imediatamente ao veterinário.
Sangramento nas unhas
Uma unha quebrada ou que foi cortada muito curta pode sangrar. Leve seu cachorro ao salão, pet shop ou clínica veterinária para cortar as unhas se você não se sente confortável cortando em casa.
Se a unha estiver quebrada
Contenha o cão se necessário.
Aproxime-se do cachorro lentamente, falando em um tom de voz tranqüilizador.
NÃO tente cortar ou remover uma unha quebrada sem colocar uma focinheira no cachorro.
Comprima um pano limpo ou compressa estéril contra a unha. O sangramento vai parar em alguns minutos.
Leve o cachorro a um veterinário o mais rápido possível.
Se a unha foi cortada muito curta
Contenha o cão se necessário.
Aproxime-se do cachorro lentamente, falando em um tom de voz tranqüilizador.
Passe uma guia ao redor do pescoço do cachorro e, então, ao redor de um objeto fixo. Puxe o cachorro para perto deste objeto e amarre a guia de maneira que ele não possa mover a cabeça.
Faça uma focinheira para sua proteção.
Pressione um pano limpo ou compressa estéril contra a unha.
Mantenha pressão firme na área por pelo menos cinco minutos. NÃO remova a bandagem até que o sangramento pare.
Se o sangramento não parar em 15 a 20 minutos, leve o cachorro a um veterinário o mais rápido possível. Uma hemorragia contínua indica um problema de coagulação que deve ser tratado rapidamente.
Hemorragia interna
Uma hemorragia interna é sempre uma emergência. Os sinais de hemorragia interna são gengivas pálidas ou brancas, batimento cardíaco ou respiração acelerada e sangramento pelas orelhas, nariz, boca ou reto.





Os passos a seguir vão ajudar a tratar o cachorro em caso de um possível choque. Leve o cachorro a um veterinário imediatamente.
Se houver sangramento por qualquer ferimento externo, trate para evitar o choque.
Examine as gengivas levantando o lábio superior. Gengivas pálidas ou brancas indicam que o cão está em choque e pode ter ferimentos ou hemorragia interna grave. Se as gengivas estiverem rosadas provavelmente o cão não está em choque.
Determine o batimento cardíaco. Coloque seus dedos com firmeza sobre o cão aproximadamente 5 cm atrás do cotovelo no centro do peito. Conte o número de batidas em 10s e multiplique por 6. Se o cachorro estiver em choque seu batimento deve ser mais de 150 batidas por minuto.
Coloque o cachorro de lado com a cabeça estendida.
Puxe a língua do cachorro com cuidado para manter a entrada de ar livre.
Eleve um pouco a parte traseira do cachorro, usando um travesseiro ou toalhas dobradas.
Para conservar a temperatura corporal, enrole o cachorro em um cobertor ou casaco.
Leve o cachorro imediatamente ao veterinário.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

COMO TRATAR UM CÃO MORDIDO POR ANIMAL SELVAGEM, UM GATO OU OUTRO CÃO




Quando um cão entra em uma briga com outro cão, com um gato ou com um animal selvagem, podem ocorrer ferimentos na pele e em tecidos adjacentes. Muitas brigas podem ser evitadas não deixando seu cachorro solto e usando sempre uma guia quando passeia com ele. O cachorro também deve ser treinado para obedecer seus comandos.
Se seu cachorro entrar em uma briga, não tente separar os brigões com as mãos. Um cachorro brigando vai morder qualquer coisa em seu caminho, inclusive você. Puxe seu cachorro pela guia ou use um bastão longo. Quando a briga terminar, examine seu cachorro com cuidado para ver se há ferimentos ocultos. Você provavelmente vai achar furos ao redor do pescoço e nas pernas. Examine bem o pêlo a procura de manchas de sangue, que podem indicar que a pele foi perfurada.
É importante determinar se o animal que mordeu é vacinado contra raiva. Se for um animal selvagem, como um gambá ou guaxinim, tente caçá-lo para poder examinar o cérebro para verificar a raiva. Nunca toque um animal selvagem com as mãos desprotegidas, mesmo morto. Use luvas ou enrole o corpo em um cobertor. Seu veterinário vai fazer o exame da raiva.
Para cuidar adequadamente de um cachorro que foi mordido, use as dicas a seguir.
Contenha o cão, se necessário.
Aproxime-se do cachorro lentamente, falando em um tom de voz tranqüilizador.
Passe uma guia pelo pescoço do cachorro e, então, em volta de um objeto fixo. Puxe o cão contra este objeto e amarre a guia de maneira que o cachorro não consiga mover a cabeça.
Faça uma focinheira para sua maior proteção.
Corte o pêlo ao redor do ferimento.
Lave bem o ferimento com água limpa. Evite usar antissépticos, pois podem causar dor.
Examine o ferimento. Se o tecido sob o ferimento aparecer quando você move a pele, provavelmente vai precisar de pontos.
NÃO faça bandagem. Deixe a ferida drenar a não ser que haja sangramento excessivo. Se estiver sangrando muito, siga estes passos:
- cubra a ferida com um pano limpo ou compressa estéril;
- coloque sua mão sobre a compressa e comprima com firmeza;
- mantenha a pressão sobre a compressa para parar o sangramento;
- se o sangue encharcar o curativo NÃO o remova; coloque outro curativo por cima e continue pressionando até parar de sangrar;
- se o ferimento for profundo o suficiente para precisar de pontos, leve o cachorro imediatamente ao veterinário;
verifique com o veterinário se seu cão está devidamente vacinado contra a raiva.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

COMO TRATAR CÃO QUEIMADO





Os cachorros adoram ficar aos pés dos donos quando estes estão cozinhando. Pode ser muito bonito, mas também pode ser muito perigoso para o cachorro quando se está usando água fervente ou óleo quente na cozinha.
O cachorro pode ter queimaduras de primeiro, segundo ou terceiro graus causadas por fogo, calor, líquidos ferventes, produtos químicos e eletricidade. Todas são dolorosas e podem causar danos e até a morte. Queimaduras superficiais, doloridas e avermelhadas normalmente não são graves. Porém, os primeiros socorros devem ser prestados o mais rápido possível para aliviar a dor.
As dicas a seguir vão ajudar a identificar o tipo de queimadura com a qual você está lidando e também como tratar os ferimentos.

Queimaduras de primeiro ou segundo grau
Os sinais de uma queimadura de primeiro grau incluem pêlos queimados ou intactos, lesões dolorosas e pele vermelha com a possibilidade de formação de bolhas. Os sinais de queimaduras de segundo grau são pêlos queimados ou lesões dolorosas que ficam amarronzadas, com inchaço e bolhas. Se você perceber qualquer um desses sinais, faça o seguinte:
Contenha o cão, se necessário.
Aproxime-se do cachorro lentamente, falando em um tom de voz tranqüilizador.
Aplique água fria ou bolsas de gelo no local deixando em contato com a área afetada por 15 min. NÃO use pomadas ou óleo.
Se a queimadura cobrir uma grande parte do corpo do cachorro ou estiver onde ele possa lamber, cubra o local com uma compressa estéril. NÃO use algodão.
Enrole pedaços de pano ou outro material macio ao redor da compressa e amarre ou cole com esparadrapo somente para manter a compressa no lugar.
Leve o cachorro a um veterinário o mais rápido possível.

Queimaduras de terceiro grau
Os sinais de uma queimadura de terceiro grau incluem destruição de uma área de pele, lesões brancas ou pretas e pêlo que sai com facilidade. Também observe sinais de choque, que incluem gengivas pálidas ou brancas, batimento cardíaco e respiração rápida. Se você vir algum desses sinais, faça o seguinte:
Contenha o cão, se necessário.
Aproxime-se do cachorro lentamente, falando em um tom de voz tranqüilizador.
Veja se o cachorro está em choque.
Examine as gengivas erguendo o lábio superior com cuidado. Gengivas pálidas ou brancas indicam grande possibilidade de choque. Se as gengivas estiverem rosadas o cachorro não está em choque.
Determine o batimento cardíaco. Coloque seus dedos com firmeza sobre o cão aproximadamente 5 cm atrás do cotovelo no centro do peito. Conte o número de batidas em 10 s e multiplique por 6. Se o cachorro estiver em choque, seu batimento deve ser de mais de 150 batidas por minuto.
Coloque o cachorro de lado com a cabeça estendida. Puxe a língua do cachorro com cuidado para manter a entrada de ar livre.
Eleve um pouco a parte traseira do cachorro, usando um travesseiro ou toalhas dobradas. Para conservar a temperatura corporal, enrole o cachorro em um cobertor ou casaco.
NÃO use pomadas ou óleos. Coloque uma compressa limpa e seca sobre a área queimada. NÃO use algodão.
Enrole pedaços de pano ou outro material macio ao redor do curativo e amarre ou cole com esparadrapo, pressionando apenas o suficiente para segurar a bandagem no lugar.
Leve o cachorro a um veterinário o mais rápido possível.
Queimaduras químicas
Os sinais de queimaduras químicas incluem um cheiro característico como de terebentina, gasolina ou inseticida; pele avermelhada ou dor. Se você perceber esses sinais, faça o seguinte:
Contenha o cão, se necessário;
Aproxime-se do cachorro lentamente, falando em um tom de voz tranqüilizador.
Lave a área completamente com água e sabão, repetindo quantas vezes for necessário para remover o produto químico. Use sabão suave e ensaboe bem. NÃO use qualquer tipo de solvente.
Fale com o veterinário para maiores instruções.

terça-feira, 19 de maio de 2009

COMO TRATAR UM CÃO EM CONVULSÃO


Uma convulsão ou ataque epiléptico é o resultado da descarga elétrica do cérebro para os músculos do corpo. Raramente uma convulsão é fatal e a maioria dura apenas alguns minutos. Um ataque epiléptico é normalmente seguido de um período de 15min a 1/2h de tempo de recuperação, durante o qual o cachorro pode ficar tonto e confuso.
Nem todas as convulsões são causadas por epilepsia. Algumas são causadas por chumbo ou outros venenos, doenças hepáticas ou até mesmo tumores no cérebro. As convulsões nunca devem ser ignoradas. O problema deve ser discutido com o veterinário o mais rápido possível.
A coisa mais importante a ser feita se seu cachorro estiver em convulsão é protegê-lo de se ferir sozinho. Seja paciente, não entre em pânico e use as dicas a seguir para prestar o socorro devido.

NÃO coloque os dedos ou qualquer objeto na boca do cachorro.
Puxe o cachorro para longe das paredes e móveis para evitar acidentes.
Enrole o cachorro em um cobertor para ajudar a protegê-lo.
Quando a convulsão parar, chame o veterinário para saber como proceder.
Se a convulsão não parar dentro de 10min ou se uma convulsão acabar e começar outra no período de 1h, leve o cachorro imediatamente ao veterinário.

domingo, 17 de maio de 2009

COMO DAR REMÉDIOS VIA ORAL PARA UM CÃO





Você pode precisar dar remédio para dor após um acidente grave ou um vermífugo mensal, aprender a dar medicação via oral para o seu cachorro é um truque útil. Use as dicas a seguir para dar tanto remédios líquidos como comprimidos para o seu cachorro.
Líquidos
Segure o cachorro. Se ele for difícil de lidar você pode precisar de ajuda para contê-lo. Diminua a apreensão do cachorro conversando com ele com calma e segurança. Passe o braço delicadamente sob o pescoço do cachorro, segurando a garganta na dobra do seu braço. Veja se ele pode respirar sem problemas. Passe o outro braço por cima ou por baixo do meio do cachorro, pressionando com cuidado para segurar o corpo do cachorro contra o seu.

Se necessário, faça uma focinheira frouxa de maneira que a boca abra apenas um pouco.
Incline a cabeça do cachorro para trás, com cuidado.
Puxe o lábio inferior do cachorro para fazer uma bolsa.
Usando um conta-gotas ou uma seringa plástica, coloque o líquido aos poucos nessa bolsa, esperando que cada porção seja engolida antes de dar mais um pouco.
Massageie a garganta do cachorro para estimular o reflexo de engolir.
Comprimidos
Segure o cachorro. Se ele for difícil de lidar você pode precisar de ajuda para contê-lo.
Diminua a apreensão do cachorro conversando com ele com calma e segurança.
Segure a mandíbula superior do cachorro com uma mão por cima do focinho.
Pressione os lábios do cão sobre os dentes superiores apertando com seu polegar em um lado e os outros dedos no outro, de maneira que os lábios do cachorro fiquem entre os dentes e seus dedos. Aperte com firmeza para forçar a boca a ficar aberta.
Segure o remédio entre o polegar e o dedo médio da outra mão e coloque dentro da boca o mais fundo possível.
Massageie a garganta do cachorro para estimular o reflexo de engolir.
Um método alternativo é esconder o comprimido em um pedaço de salsicha, presunto ou outro petisco que o cachorro goste.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

COMO TRANSPORTAR UM CÃO MACHUCADO







Assim que o cão estiver contido, você precisa levá-lo ao veterinário o mais rápido possível. Tente mexer nele o mínimo possível e avise o veterinário para que ele esteja pronto, a sua espera. Enquanto isso, use as dicas a seguir para ajudar no transporte do cão ferido com o máximo cuidado.
Se o cachorro puder ser levantado
Se o cachorro for pequeno
Segure a coleira com uma das mãos e coloque seu outro braço por cima das costas embaixo da barriga. Ao mesmo tempo, puxe a coleira para a frente e erga o corpo do cachorro, apoiando-o contra seu corpo.
Se o cachorro for grande
Passe um braço por baixo do pescoço, segurando a garganta na dobra do seu braço. Veja se ele está respirando bem. Coloque seu outro braço por baixo da barriga do cachorro. Erga com ambos os braços.
Se o cachorro for muito grande, passe um braço embaixo do pescoço, segurando o peito na dobra do seu braço. Veja se ele consegue respirar bem. Coloque o outro braço por baixo do traseiro e apertando seus braços um contra o outro erga o cachorro.
Leve o cachorro a um veterinário.
Se o cachorro precisar de uma maca
Se estiver usando um cobertor
Coloque uma mão embaixo do peito e a outra embaixo do traseiro do cachorro. Erga cuidadosamente ou puxe o cachorro para cima do cobertor.
Leve o cachorro a um veterinário.
Se estiver usando uma tábua
Dependendo do tamanho do cachorro, use um tampo de mesa, tábua de passar, tábua de cortar carne grande ou uma estante removível. Veja se o que for usar cabe no seu carro.
Coloque 2 ou 3 faixas longas de tecido embaixo da tábua, evitando a área onde vai ficar o pescoço do cachorro; coloque uma mão embaixo do peito e a outra embaixo do traseiro do cachorro. Erga cuidadosamente ou puxe o cachorro para cima da tábua; amarre o cachorro na tábua; leve o cachorro a um veterinário.

sábado, 9 de maio de 2009

ABANDONO...COMO EVITAR!



O abandono é uma das maiores dores que se pode sofrer; ele pode provocar seqüelas físicas e emocionais no abandonado, principalmente se for uma criança ou um animal - para quem a explicação racional das possíveis causas do abandono - surte pouco ou nenhum efeito. Um animal, por se manter mental e emocionalmente “infantil” durante toda a sua existência, será eternamente dependente do seu dono. Ele se afeiçoa à pessoa que cuida dele, desenvolve naturalmente forte sentimento de gratidão e passa a lhe dedicar a sua vida; se for abandonado por quem ele ama, poderá desenvolver várias doenças relacionadas à tristeza, à depressão e à baixa auto-estima, chegando à auto-mutilação.
Você não abandonaria o seu filho, ou seu animal de estimação. Porém, você pode estar contribuindo indiretamente para o abandono de seres sob sua responsabilidade, sem ter consciência disso,
se você tem um animal de estimação mas não lhe dedica atenção, afeto, tempo, amor, ele estará vivendo uma forma de abandono. Assim como a criança, o animal necessita sentir-se acolhido, aceito, amado e precisa que alguém brinque com ele. Se você tem um único animal e ele fica sozinho a maior parte do dia, pense em oferecer-lhe um companheiro para interagir.
Pode ser da mesma ou de outra espécie. Cães e gatos podem conviver em harmonia, quando a adaptação é feita amorosamente pelo humano. É bom lembrar que animais castrados são mais dóceis e adaptáveis. E nesse caso, podem ser da mesma espécie e de sexos diferentes ou não; a escolha é sua.
Animais solitários tendem a desenvolver hábitos destrutivos, auto-destrutivos e depressão. Se tudo que ele tem na vida é você, que só chega em casa à noite, ele praticamente passa a vida a lhe esperar, e demonstra toda sua carência no seu retorno, exigindo muita atenção; se são dois, eles passarão o dia interagindo, ainda demonstrarão toda sua alegria ao revê-lo, porém alegria é diferente de carência, e você terá a consciência mais tranqüila o dia todo.
promover o cruzamento do seu animal, seja ele macho ou fêmea, sem a certeza de ter suficientes donos responsáveis para todos os filhotes que possam nascer, (o que não é tarefa fácil), estará correndo o risco de promover o abandono. Muitas pessoas ainda vêm o animal de estimação como um brinquedo, ou um objeto que pode ser presenteado a alguém ou descartado ao surgir qualquer problema como: mudança de endereço (você mudaria para onde não pudesse levar toda a família?) doença na família, gravidez, o nascimento de um bebê, falta de tempo, de paciência, de dinheiro, de amor.
Um dos “seus” filhotes pode estar indo para alguém que se encanta momentaneamente porque ele é pequenino, ou porque é de raça, ou porque o filho demonstrou interesse... mas que após perceber que um novo membro na família dá trabalho, precisa ser adaptado, cuidado e amado, quer se desfazer. E o entrega para qualquer um – às vezes a um funcionário que não quer o bicho mas quer agradar o patrão ou a um amigo que deseja ajudar a resolver “o problema” e que talvez não o queira “mesmo”.
É bem provável que esse seja o início de uma peregrinação de desamor, e que o animal acabe por aí, vagando, procurando melhor destino. E se ele não for esterilizado, imagine então o que será de seus filhos...netos... quantos deles terão a sorte de uma vida digna?
E você terá sua parcela de responsabilidade por toda essa tristeza.presentear um animal a alguém sem prévio acordo com o adulto que será responsável por ele, poderá indiretamente estar provocando o abandono. Ser responsável por um animal de estimação requer cuidados, gastos, espaço, tempo, disponibilidade interna, requisitos que se a pessoa “presenteada” não dispuser naquele momento, pode acabar “desfazendo-se” daquele animal.
Ainda falta a nós, humanos, a consciência e a convicção de que um animal de estimação é parte da família da mesma forma que a criança e o idoso (sadios ou não) e não há nada que justifique o seu descarte.

CADELA MAIS VELHA DO MUNDO FAZ 21 ANOS

Segundo cientista, idade de Chanel equivale a 147 anos no homem.
A cadela considerada a mais velha do mundo completou 21 anos na quarta-feira (6).
A dachshund Chanel ganhou uma festa em Nova York, com direito a bolo e registro no Livro Guinness dos Recordes.
Segundo cientistas, a idade do animal corresponde a 147 anos no ciclo de vida humano.
Denice Shaugnessey, dona de Chanel, conta que o segredo da longevidade da cadela está na maneira como ela é tratada.
"Eu cuido muito bem dela e trato-a como um membro da família, como uma pessoa", afirmou.
O único problema de saúde de Chanel é uma catarata, manifestada no ano passado. Por isso, a cadela está sempre de óculos escuros.
Fonte: G1

quinta-feira, 7 de maio de 2009

CÃES E GATOS TAMBÉM PODEM TER DOR DE DENTE!


Quantas vezes você já olhou a boca do seu animal de estimação ???
Estudos revelam que cerca de 85% dos cães e gatos acima dos 3 anos de idade apresentam a doença periodontal, considerada a doença mais comum entre os animais de companhia. A doença periodontal acomete o periodonto, ou seja, a estrutura responsável pela fixação do dente na boca. O processo inicia-se com a deposição contínua da placa bacteriana sobre os dentes.
Se ela não for removida, como fazemos diariamente ao passar o fio dental e escovar os dentes, as bactérias presentes começam a causar inflamação na gengiva (gengivite). Com o passar do tempo, a placa bacteriana calcifica-se, formando o chamado cálculo dental, mais conhecido como "tártaro". Com a progressão da gengivite e do acúmulo de "tártaro", as estruturas de sustentação do dente são destruídas e, por fim, o dente é perdido. Porém, o prejuízo não pára por aqui ! Esta é uma lesão infecciosa, logo, as bactérias podem penetrar a corrente sangüínea, espalhando-se pelo corpo do animal e causando lesões em órgãos vitais como coração, rins e fígado.
Como perceber que o seu amigo está sendo acometido pela doença periodontal ?
Fique atento, os sinais mais comuns são:
- Mau hálito- Acúmulo de placa bacteriana
- Presença de "tártaro" (crostas amareladas ou amarronzadas sobre os dentes)
- Sangramento, inflamação ou retração gengival
- Presença de pus na gengiva
- Dentes com mobilidade ou ausentes
- Dificuldade em apreender e/ou mastigar os alimentos
- Dor ao abrir a boca
- Perda do apetite
- Esfregar o focinho no chão ou coçá-lo com a pata
NÃO ESPERE POR ESTES SINAIS, PREVINA-OS. CONSULTE-NOS, AFINAL, A SAÚDE BUCAL COLABORA E FAZ PARTE DE UMA BOA SAÚDE GERAL, AUMENTANDO A EXPECTATIVA E A QUALIDADE DE VIDA DOS ANIMAIS.

ATCHIM ! CÃO TAMBÉM PODE TER GRIPE...!



Também chamada GRIPE CANINA ou Traqueobronquite infecciosa canina, a tosse dos canis é uma doença respiratória CONTAGIOSA, causada principalmente pelo Adenovirus Tipo 2, o Parafinfluezavirus e a Bordetella bronchiseptica. Assim como ocorre com a gripe humana, os casos de tosse dos canis aumentam com a chegada do inverno e as mudanças bruscas de temperatura. Todo o animal, não importa a raça ou a idade pode pegar a tosse dos canis através do ar ou no contato direto com cães doentes. Antigamente, essa doença era mais comum em canis ou abrigos de cães, daí o nome Tosse dos canis. Hoje, o risco de infecção existe em qualquer lugar onde há contato entre cães.
Isto significa que em exposições, parques públicos, pet shops, no banho e tosa, no hotelzinho ou mesmo num simples passeio pela rua seu amigo está exposto a essa doença.
Os sintomas normalmente se caracterizam pelo cão apresentar tosse geralmente seca, forte e persistente, que pode durar até 2-3 semanas. As crises frequentemente acontecem após algum esforço físico, causando dificuldade para respirar e ânsia de vômito. Você também pode ter a impressão de que seu cão está "engasgado". Além disso, falta de apetite, apatia e perda de peso também são sintomas que podem estar associados a esta doença.
Para protegê-lo é mais simples do que se imagina. Basta vaciná-lo anualmente, com uma vacina chamada BRONCHI-SHIELD III. Esta, de aplicação intranasal, é indicada especificamente para cães. Além de não sofrer com injeções, seu cão vai ter a melhor e mais completa proteção que existe. Com esta vacinação se forma uma barreira protetora no sistema respiratório do seu cão, impedindo a entrada dos agentes. Além disso, a vacina é gotejada dentro da narina do animal, sem utilizar agulhas, evitando picadas desnecessárias. Por ser uma vacina importada está disponível somente em boas clínicas e hospitais veterinários.
Fonte: Dra. Eliane Thomaselli Fuck

segunda-feira, 4 de maio de 2009

VOCÊ TAMBÉM É UM CACHORRO




Há quem discorde, mas no fundo, todos os seres humanos têm um pouquinho de cachorro sim, tanto que este assunto está até virando um livro...
Quando se fala em personalidade canina, logo nos vêm à mente o comportamento, as manias, vícios e rabujices dos nossos dogs, totós da família e lulus mais chegados, não é mesmo? Sempre tem alguém com uma história engraçada ou comovente sobre o comportamento dos nossos amigos. Mas nesse caso, a personalidade canina que vamos abordar é a sua. Isso mesmo, pois se analisarmos bem o comportamento dos seres humanos, podemos descobrir que eles têm muito a ver com os cachorros!
Se você é uma mocinha que adora fazer fofoca e falar da vida dos outros, pode ter certeza que é um Dachshund , mas se é um sujeito que está sempre disposto a aprender novas lições, é um Border Collie ou um Pastor Alemão . E se adora desvendar mistérios sem deixar-se levar pela opinião alheia, pode ser um Pit Bull ou um Rottweiler .
O estudo - que não é científico - sobre as diversas características das raças caninas que podem se assemelhar com o comportamento dos seres humanos está sendo desenvolvido pelo escritor e jornalista Claudir Franciatto, que lança o seu livro ainda este ano.
O jornalista estava pesquisando alguns temas na Mitologia e na História quando se deu conta de que desde a pré-história, os cães já eram companheiros inseparáveis dos homens e resolveu aprofundar-se neste assunto, chegando a estudar raça a raça e suas particularidades. Como também trabalhava na área de recursos humanos, Franciatto se deparou com algumas 'coincidências' entre homens e cães e decidiu desenvolver o tema, que como ele mesmo diz "é uma brincadeira séria que pode nos trazer muito auto-conhecimento". Para saber qual é a raça que se adapta à pesonalidade humana, Claudir desenvolveu um teste com 112 questões que abordam temas como comportamento. "É incrível como as pessoas se identificam com o resultado"- conta o escritor.
Veja as características de algumas raças e aquela que mais se adapta a você

as características foram retiradas do livro do jornalista Claudir Franciatto
Border Collie: São pessoas muito dispostas a aprender e nunca lhes falta energia para o trabalho. São workaholics! Muito criativas!

Dachshund: Adoram falar da vida dos outros e observar o que se passa ao seu redor. Metidos, correm na hora H.

Golden Retriever: As pessoas "Golden Retriever" adoram aproveitar todos os momentos da melhor forma possível. Se divertem muito e não deixam os problemas do dia-a-dia atrapalharem os seus planos.

Pastor Alemão: Também estão sempre alerta e adoram aprender mais. São curiosos racionais!

Poodle Toy: Gostam de colo, carinho e se sentem "os reis ou rainhas da cocada preta". Mas são frágeis e indefesos!

Labrador: Sabe aquele amigo que sempre está por perto para te fazer feliz, conversar e brincar???

Cocker Spaniel: Preguiçosos, sempre deixam para depois o que poderiam fazer agora. Arteiros e criativos!

Rottweiler: Vão fundo até descobrirem o que está incomodando. Peritos em desvendar mistérios.

Husky Siberiano: É o bonitão que todo mundo quer colocar no colo, mas acaba ficando sempre sozinho.

Lhasa Apso: Carentes, adoram um colinho e um salão de beleza!

Pitt Bull: Também não deixa ninguém passá-lo pra trás. Toma decisões e age rapidamente.

Mastiff: Hein?

Vira-latas: No fundo, todo mundo tem um pouquinho de vira-latas!

domingo, 3 de maio de 2009





Que Coceira!
Coça daqui, coça dali e coça um pouquinho acolá. Se o seu Totó está agitado, se esfregando pelas paredes para tentar aliviar a piniqueira, se mordendo todo ou ‘tocando viola’, pode ser que ele esteja sofrendo de um mal que atinge muitos cães: os problemas dermatológicos
Cerca de 40% dos casos atendidos em clínicas veterinárias de animais de pequeno porte são decorrentes de problemas dermatológicos. Mais comuns do que se possa imaginar, estes problemas podem ser apresentados como alergias, hipersensibilidade alimentar, parasitoses, sarnas e até mesmo câncer de pele. O tratamento pode ser feito com sucesso e deve contar, obrigatoriamente, com a experiência de um médico veterinário, que irá fazer alguns exames, testes para detectar a causa da doença e diagnosticar o cão especificamente. Entre os diversos tipos de tratamento para as dermatites estão as vacinas, utilizadas na maioria dos casos, antibióticos, medicamentos de uso tópico ou mudança de alimentação. Mas lembre-se: nunca administre medicamentos sem o conhecimento do veterinário! Além dos sintomas das dermatites tirarem o cachorro do sério com a coceira intensa, outra conseqüência grave é que alguns destes problemas podem ser transmissíveis aos proprietários dos animais, e estes são denominados dermatozoonoses. “É necessário que o proprietário esteja atento aos sintomas e lesões apresentados pelos animais, pois estes podem indicar a presença de doenças alérgicas às quais a população não tem conhecimento, tal como a hipersensibilidade a alimentos habituais, como rações comerciais, arroz, leite, carne bovina e trigo” - explica o médico veterinário Dr. Carlos Eduardo Larsson, Presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia Veterinária. Entre os animais mais atingidos por problemas dermatológicos, estão os cães, os gatos e os cavalos.

Sai pra lá, pulguento! - Entre as brotoejas mais comuns que atingem os cães estão as alergias, que também podem ser causadas pelas pulgas, entre outros.O tipo de alergia mais comum é aquela provocada pelas picadas de pulgas, já que este inseto encontra no clima brasileiro as condições ideais para se reproduzir. O cachorro se coça o dia todo, ‘tocando viola’ ou se mordendo, e o método mais eficaz para o seu controle é a higiene do animal. Banhos regulares e utilização de medicamentos e produtos para eliminar as pulgas são necessários – xampus, sabonetes, talcos, inseticidas. No mercado também existe o anticoncepcional de pulgas, que é ministrado via oral ao cão.
A segunda causa mais comum de alergia é a Atopia, que é desencadeada pela inalação de ácaros, bolores e pólen de flores. Seu diagnóstico é dado somente depois de um exame de sangue específico nos animais. E em terceira posição, a alergia provocada por alimentos de origem protéica (carne, frango e peixe), que geralmente são a base das rações comerciais.

Sai pra lá, sarnento! – Quanto às sarnas, pode-se considerar que existem dois tipos: a escabiose (transmissível de animal para animal através do contato) e a sarna demodécica (transmitida pela mãe para os filhotes, logo depois do parto). A escabiose é a sarna mais conhecida pela população, já que o local infectado apresenta falhas no pêlo e engrossamento da pele. Pode ser transmitida de cachorro pra gato, de gato pra seres humanos, etc. Com uma medicação adequada, ela desaparece em poucos dias. Já a sarna demodécica ou sarna negra é incurável. O tratamento existe, mas ainda não existe a cura para esta doença, portanto cães que apresentam esta anomalia devem ser castrados para evitar a sua disseminação através dos filhotes.

Sai pra lá, perebento! – São as famosas brotoejas que aparecem na pele do animal e são transmitidas pelo contato com objetos e lugares contaminados por fungos. Seu tratamento é fácil e rápido, embora deva ser rigoroso e também pode ser transmitida ao homem. Para evitar, mantenha os acessórios do seu cão – pentes, toalhas, cobertores e casinha – sempre limpos e desinfetados e observe por onde ele anda metendo o focinho, pois as micoses também podem ser adquiridas na rua.As piodermites muitas vezes são confundidas com micoses pelos veterinários não especialistas, pois os seus sintomas são muito semelhantes. Por isso, um exame específico se faz necessário, pois ela é causada por uma infecção bacteriana na pele e como tal, deve ser tratada com antibióticos.

Sai pra lá, desregulado! – Hormônios desregulados também podem causar uma série de problemas na pele do animal, pois as suas glândulas entram em crise, gerando mais problemas, como a piodermite crônica, que além de causar queda dos pêlos, pode provocar alterações em sua coloração e brilho.

Sai pra lá, sujismundo! – A melhor forma de evitar o aparecimento de problemas dermatológicos é manter a higiene dos pêlos, com banhos regulares com produtos desenvolvido para cães, escovação diária do pêlo, limpeza dos apetrechos dele e limitações das áreas de passeio. Também não permita que ele fique ‘conversando’ com cães de origem desconhecida ou que apresentam muitas falhas na pele, pois ele pode se contaminar só de chegar perto. Muitas vezes, perfumes, cremes e produtos para o pêlo também podem prejudicar a pele, causando coceira e perebinhas, por isso, visite sempre o veterinário e pergunte a ele quais os produtos que o seu cachorro pode usar e abusar na hora do banho!