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MEU ANIMAL AMIGO: VIVISSEÇÃO INÚTIL

sábado, 17 de janeiro de 2009

VIVISSEÇÃO INÚTIL


Loucura? O titulo é repugnante para o seu raciocínio? Incompreensível? Como alguém pode acreditar que um veterinário que cuida de cães e gatos pode curar doenças humanas? Incontestável.
Infelizmente, milhões de pessoas foram induzidos a uma crença errônea de que a cura para doenças humanas pode ser encontrada através de experimentos em diferentes espécies de animais - que são totalmente diferentes não apenas dos seres humanos, mas também de outras espécies animais. Igualmente ridículo e totalmente ilógico.
Se fosse verdade que a cura das doenças que atingem os seres humanos pudessem ser encontradas através de pesquisas com animais, sua visita a um veterinário quando ficasse doente não seria má idéia. Aliás, seria uma grande idéia e nosso título, afinal, não seria tão louco assim.
Professores da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP estão utilizando uma substância que diminui o sacrifício de animais para fins educativos. A solução de Larssen, usada para embalsamar cadáveres humanos, foi modificada por pesquisadores da FMVZ.. Aplicada no sistema vascular dos animais mortos, a solução permite aos professores reutilizar (congelar e descongelar) um cadáver por até sete ou oito vezes, equivalentes, aproximadamente, a um semestre letivo.
Porque a experimentação animal deve acabar
Se sua gata, Mimi, ficasse doente e estivesse morrendo, você acreditaria que seria clinicamente e cientificamente possível encontrar a cura através de experiências com seu saudável tio Walter? Você acha obsceno? Claro que é! Mesmo assim milhões de pessoas foram levadas a acreditar que as doenças humanas podem ser curadas através de experimentos realizados em animais não-humanos. Pesquisas realizadas com animais não funcionam e as razões são simples:
- Cada espécie de animal é um ente biomecânico e biomédico diferente. Animais não-humanos são diferentes não apenas dos humanos, mas também entre si, anatômicamente, fisiologicamente, psicológicamente, imunológicamente, histológicamente, geneticamente até a básica sua estrutura celular. O cão é diferente do gato que é diferente do rato. O rato é também diferente do camundongo. Todos eles são diferentes dos seres humanos.
- Os animais reagem de forma diferente às drogas, vacinas e substâncias químicas, não somente dos humanos, mas também uns dos outros. Aspirina mata gatos e penicilina mata porquinhos da Índia. Mas os mesmos porquinhos da India são imunes a estriquinina - um dos venenos mais mortais para humanos, mas igualmente inofensivo aos macacos. Ovelhas podem inferir grandes quantidades de arsênico - o veneno que era o preferido dos assassinos. A lista é infindável. Conseqüentemente, todos os anos a FDA (Food and Drug Administration, órgão regulador nos Estados Unidos) se vê forçada a retirar milhares de drogas farmacêuticas das prateleiras - drogas consideradas "seguras"para o consumo dos humanos, com base nos testes realizados com animais e aprovadas pelo próprio FDA - devido aos problemas graves que causam à saúde humana.
- As doenças humanas não podem ser recriadas em animais ou mesmo em outro ser humano - simplesmente porque uma vez que uma doença é "recriada" se torna artificial, Não é mais a doença original, produzida de forma natural pelo próprio organismo. Por exemplo, se você não tem epilepsia ninguém pode lhe dar, muito menos a um animal não-humano. Os animais não contraem as doenças infecciosas humanas. Apesar dos massivos esforços em se criar um animal-modelo da AIDS humana, sendo que os pesquisadores jamais foram capazes de infectar um único animal com a AIDS humana. Pense a respeito. Além disso existem diferenças enormes entre o sistema imunológico dos seres humanos e de outros animais (ratos vivem nos esgotos, cães bebem água de poças, e gatos lambem a sujeira de seus corpos sem ficarem doentes!).
- Nosso meio ambiente - ar, terra, água e fontes de alimento - está sendo sistematicamente destruído por milhares de pesticidas e produtos tóxicos que, não importando o quão destrutivos sejam, são rotinamente e convenientemente classificados como "seguros" - com isso, sua comercialização liberada - baseados inerentemente inválidos enganosos (errôneos) em animais. Consequentemente, a sobrevivência econômica está também em risco. Por exemplo, em 1995, somente os Estados Unidos gastaram mais de 1.4 trilhões de dólares - uma cifra que vem crescendo assustadoramente - num eufemismo chamado de "cuidados com a saúde" ou seguro-saúde.
EXPLICAR MELHOR. O fato é que depois de mais de 100 anos de pesquisas em larga escala utilizando animais, ao custo de incontáveis bilhões $$$ em impostos e doações, as doenças que alejam deformam e são mortais vem aumentando e afetando um número sempre crescente de pessoas. Longe de encontrar alguma cura, estamos perdendo tempo e dinheiro em testes em animais na batalha contra o câncer, doenças cardiovasculares, diabetes, AIDS, distrofia muscular, esclerose múltipla, mal de Alzheimer, defeitos congênitos, apenas para mencionar alguns exemplos, porem altamente divulgados pela mídia. Tanto é que testes em animais não funcionam que nos USA todos os dias durante o dia todo chamam as pessoas com qualquer doença, desde as mais simples doenças como a constipação devido efeitos de certos remédios até cancer, aids, alzheimer, etc., gratuitamente ou até mesmo recebendo, sendo pagos, para se apresentarem como voluntarios cobaias. Na realidade este seria o único experimento valido, pela lógica.
Um número altamente crescente de médicos e cientistas concordam que a única maneira de tratar nossos problemas de saúde, cada vez maiores, é de engajar em prevenção e a pesquisa clínica (observação e tratamento de seres humanos, sofrendo de doenças humanas).
Ao longo dos anos pudemos compreender da maneira mais dolorosa que a forma de suicídio mais rápida é continuar permitindo que o império biomédico e a indústria farmacêutica continuem retratando que todos os oponentes dos experimentos animais como seres anti-humanos, anti-progresso, anti-ciência e que preferem ratos, gatos, cachorros, chimpanzés, cavalos, porcos, coelhos, em vez da saúde humana.
Basta! Isto precisa acabar. Eis a imagem da nova campanha contra as pesquisas com animais: Racional, inteligente, compassiva e, acima de tudo, pró-humana.
Os experimentos animais são diretamente responsáveis por falhas escandalosas na busca de se encontrar a cura e igualmente responsável para doenças, em número sempre crescente que assolam a humanidade, degradação do meio-ambiente e pelo colapso da economia.
Nós temos o conhecimento, argumentos inegáveis, a convicção, o compromisso. Com a sua ajuda a nossa mensagem salva-vidas finalmente chegará a milhões de pessoas que foram levados à crença errônea de que a medicina humana pode ser comparada à medicina veterinária. Pode ter certeza que quando o público compreender que os experimentos animais não são apenas desnecessários e inúteis, mas de fato altamente perigosos e contraproducentes. Estes rituais medievais precisam ser abolidos para sempre.
Livros recomendados:
1) A verdadeira face da experimentação animal - Sérgio Greif e Thales Tréz - Sociedade Educacional Fala Bicho - 2000.
2) Vítimas da Ciência - Limites éticos da experimentação animal - Tamara Bauab Levai - Editora Mantiqueira - 2001.
3) Alternativas ao uso de animais vivos na educação - pela ciência responsável - Sérgio Greif - Editora: Instituto Nina Rosa - 2003.



"Experimentos com animais e métodos alternativos igualmente inúteis (que na maioria das vezes se baseiam em culturas de células derivadas de animais) são a maior fraude em todo campo da ciência e da medicina e estão transformando a busca da cura de um número sempre crescente de doenças humanas, numa catástrofe biomédica. Isto pode nos causar estranheza, já que a medicina humana não pode se basear na medicina veterinária, pois somente através de métodos verdadeiramente científicos, os quais são de fato relevantes para as pessoaso; que inclui estudos clínicos em pacientes humanos, investigações epidemiológicas em populações humanas, investigações conseguidas através de autópsia e biópsia, observação em voluntários humanos, experimentos com células, tecidos humanos e cultura de órgãos) para que possamos ter a esperança de compreender as causas das doenças humanas e encontrar suas curas." Dr. Christopher Anderegg
Dr. Christopher Anderegg é Médico, PhD , Chefe do Comitê Consultivo Médico de "The Nature of Wellness", graduado em medicina, bem como obteve seu PhD em biologia pela Universidade de Yale em 1987. Foi o primeiro aluno de Yale a concluir sua graduação em apenas 5 anos. Depois de formado, trabalhou com experimentos em animais em diversos labortórios, incluindo os da Universidade de Yale, Swiss Federal Institute of Technology em Zurique, Suiça e ainda no mesmo instituto prestou serviços para Biomedical Research of F. Hoffmann-La Roche (companhia farmacêutica suiça, mundialmente conhecida).
O Dr. Anderegg se tornou antivivisseccionista depois de compreender a futilidade e os perigos advindos dos experimentos com animais. Desde então se dedica a lutar contra tais experimentos.


DECLARAÇÃO DOS PRINCÍPIOS CIVIS SOBRE VIVISSECÇÃO
1. A vivisseção (experimentação animal) é condenável, tanto do ponto de vista ético quanto do médico-científico.

2. A vivisseção destrói o respeito pela vida e transforma os experimentadores e os seus defensores insensíveis ao sofrimento alheio, também àquele humano. Da crueldade com os animais se passa imperceptivelmente, mas inevitavelmente à crueldade com os seres humanos. 3. A vivisseção não é o método apropriado para a diagnose, estudo ou cura das doenças humanas. As diferenças anatômicas, orgânicas, biológicas, metabólicas, histológica, genéticas e psíquicas, entre homens e animais são tais que, resultados obtidos nestes últimos são perigosos se aplicados no homem, quanto mais a um doente (catástrofes farmacológicas, erros terapêuticos, etc.);

4. A vivisseção não é uma vantagem para a humanidade, mas unicamente para experimentadores e seus financiadores. A vivisseção tem somente função de álibi porque sempre e até hoje faltam provas estatístico-científicas da sua validade, para o progresso da ciência médica para o homem. As provas da sua periculosidade são inumeráveis e cientificamente irrefutáveis.

5. As provas em animais criam no público e em primeira linha nos médicos e nos doentes a ilusão de um falso senso de segurança, para quem não se importa em prevenir as doenças e de compreender as causas.

6. A maior parte das doenças de hoje não há origens orgânicas mas sim psíquicas, alimentares, sociais, ambientais, ecológicas ou iatrogênicas (causadas pelas terapias prescritas pelos médicos). Todos estes fatores não são reproduzíveis no seu complexo em um animal. Por isto, a medicina oficial é incapaz de efetuar verdadeiras “curas”, não sabe curar nem mesmo o comum resfriado, os reumatismos, as artrites, o câncer, nem nenhuma das outras doenças tradicionais, que muito pelo contrário, conseguiu somente multiplicar, adicionando-lhes uma infinidade de sempre novos danos (AIDS, leucemia, esclerose múltipla, ebola, diversos tipos de herpes, etc.), contentando-se em combater os sintomas, contribui a esconder as causas das doenças e, portanto, o modo de prevenir e curá-las.

7. Uma das tantas vítimas da vivisseção é a assistência sanitária. O desperdício de milhões em inúteis pesquisas prejudicam os fundos necessários para uma adequada assistência hospitalar. Os Estados Unidos, que gastam com a vivisseção mais do que qualquer outro país no mundo deveria ser a nação mais saudável de todas e, ao invés disso, é uma das mais doentes e a esperança de vida dos seus habitantes está em 17º lugar nas estatísticas, atrás de numerosos países subdesenvolvidos, que ignoram a experimentação animal. Análogo é o caso da Suíça, que exalta o mais alto consumo de animais de laboratório no mundo, em relação à população, mas o estado de saúde física e mental da população está entre os mais deploráveis da Europa: o altíssimo consumo de medicamentos é a prova concreta disso.

8. Resultados válidos para a saúde humana não são em nenhum caso obtidos através de provas em animais. A saúde humana depende, antes de tudo, da prevenção e do estilo de vida individual, as curas são obtidas apenas mediante a adoção, o desenvolvimento e a integração de uma ou mais das várias disciplinas que o poder médico e petroquímico criam obstáculos ou nunca deram importância porque são pouco rentáveis. A observação clínica, a dietética, a etiologia, a higiene, a psicoterapia, a homeopatia, o vegetarianismo, a macrobiótica, a acupuntura, a pranoterapia, a urinoterapia, a epidemiologia, as várias escolas de alimentação natural (Bircher-Benner e outros), a fitoterapia, a oligoterapia, a aromaterapia, a hidroterapia, a helioterapia, a eletroterapia, a diatermia e outras comprovadamente eficazes e, além do mais, econômicas.

9. A medicina não deve ocupar-se tanto com a sintomatologia local, quanto de toda a pessoa do doente, no seu complexo psicofísico, baseando-se para isto na observação para descobrir as causas da doença, ao invés de extrapolar ao ser humano, experiências veterinárias que no melhor dos casos, substituem sintomas agudos com doenças crônicas.

10. A formação do veterinário deve seguir os mesmos princípios humanitários; não mais interventos arbitrários e violentos (envenenamentos, mutilações, etc.). Em animais sadios para demonstrar o quanto já se sabe e infringir-lhes doenças que não possuem, mas sim um estudo acurado e um tratamento resguardante de doenças que surgem espontaneamente ou incidentes casuais. Portanto, a abolição total da experimentação animais, por lei, é não somente desejável, mas é também obtenível.
Hans Ruesch’s Civis

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