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MEU ANIMAL AMIGO: 2009

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

PROTEJA SEU ANIMAL DOS FOGOS DE REVEILLON



Reveillon

1) Cuidados com Fogos de Artifício
Os fogos são responsáveis por acidentes dos mais variados tipos, principalmente com cães. Natal, Ano Novo, Copa do Mundo, finais de campeonatos de futebol são ocasiões em que os animais mais se perdem de seus donos.
Todos os animais se assustam facilmente nas épocas festivas com o barulhos dos fogos e rojões. O pânico desorienta o animal, que tende a correr desesperado e sem destino.
Procure evitar tudo isso garantindo condições mínimas de segurança, evitando ambientes conturbados e barulhentos (desde antes do espocar dos fogos), passe-lhe paz e tranqüilidade, e a sensação de que tudo está bem e sob controle.
Tudo isso pode ser evitado com prudência, atenção e um pouco de boa vontade.

2) Os Perigos dos Fogos
Fugas - tornando-se animais perdidos, atropelados e que vão provocar acidentes;
Mortes - enforcando-se na própria coleira quando não conseguem rompê-la para fugir; atirando-se de janelas; atravessando portas de vidro; batendo a cabeça contra paredes ou grades;
Graves ferimentos - quando atingido ou sem saber abocanhando um rojão achando que é algum objeto para brincar;
Traumas - com mudanças de temperamento para agressividade;
Ataques - investidas contra os próprios donos e outras pessoas;
Brigas - com outros animais com os quais convivem, inclusive;
Mutilações - no desespero de fugir chegam a se mutilar ao tentar atravessar grades e portões;
Convulsões (ataques epileptiformes);
Morte e alteração do ciclo reprodutor dos animais da fauna silvestre;
Afogamento em piscinas;
Quedas de andares e alturas superiores;
Aprisionamentos indesejados em porões e em lugares de difícil acesso;
Paradas cardiorespiratórias etc..

3) Recomendações para Com os Animais
Acomodar os animais dentro de casa, em lugar onde possam se sentir em segurança, com iluminação suave e se possível um radio ligado com música;
Fechar portas e janelas para evitar fugas e suicídios;
Dar alimentos leves, pois distúrbios digestivos provocados pelo pânico podem matar (torção de estômago, por exemplo);
Cobrir gaiolas de pássaros e checar cercados de animais (cabras, galinhas etc.);
Cobertores pesados estendidos nas janela abafam o som, assim como cobertores no chão ou um edredom sobre o animal;
Não deixar muitos cães juntos, pois, excitados pelo barulho, brigam até a morte. Tente deixá-los em quartos separados pois, na hora dos fogos, eles poderão morder-se uns aos outros, no desespero;
Um pouco antes da meia-noite leve seu animal para perto da tv ou de um aparelho de som e aumente aos poucos o volume de tal forma que ele se distraia e se acostume com um som alto. Assim não ficará tão assustado com o barulho intenso e inesperado dos fogos;
Procurar um veterinário para sedar os animais no caso de não poder colocá-los para dentro de casa. Animais acorrentados acabaram se enforcando em função do pânico;
Alguns veterinários aconselham o uso de tampões de algodão nos ouvidos que podem ser colocados minutos antes e tirados logo após os fogos;
Assim como calmantes naturais que apresentam resultado bastante eficiente para os animais que historicamente apresentam o estresse.

4)Recomendações para com Gatos
Escolha um quarto da casa que tenha uma cama e um armário, e prepare para ser o quarto dos gatos no reveillon.
Abra um ou dois armários e coloque cobertores para forrar e formar tocas confortáveis;
Desarrume a cama e coloque cobertores formando tocas; tocas embaixo da cama também são boas;
Feche toda a janela, passe a cortina e, se possível, encoste um colchão na janela para abafar o barulho;
Água, comida e caixinha de areia devem ficar distribuídos estrategicamente pelo quarto, sempre encostados na parede, para evitar serem derrubados e tudo acabar na maior sujeira;
Tire qualquer coisa que possa ser derrubada, quebrada, derramada;
Feche os gatos neste quarto a partir dos primeiros rojões e deixe-os lá. Deixá-los soltos aumenta o medo, a correria e o desespero, e eles acabam se enfiando em lugares como embaixo da máquina de lavar e da geladeira;
Para quem mora em casa, com gatos que tem acesso à rua, recolha os gatos antes do pôr-do-sol e feche-os da mesma maneira. Na rua é mais perigoso, pois, quando se assustarem, podem se perder. Além disso, podem ser alvo de maus-tratos.

Fonte: PEA

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

A ESSÊNCIA DOS ANIMAIS



Olhe bem dentro dos olhos de um animal.
E ao olhar você vê que este ser é a expressão do Universo ...
Preste atenção no que você vê: os anos de vida presentes dentro desses olhos  e a vitalidade que brilha através da cor e transparência.
Contemple sua forma.
Note os ângulos e curvas de individualidade que fazem desta criatura uma obra de arte única, moldada pelo tempo e pelo desejo ...
E enquanto você olha dentro dos olhos desse ser, atente para aquilo que não pode ver; o interior, um ser tão singular como sua expressão.
O que você vê é um espírito vivo. Acolha-o, respeite-o. Aprecie-o por isto.
Pergunte a si mesmo: o que parece sentir esta criatura? Como, através desses olhos, o mundo parece ser?
Saiba que há antigüidade dentro destes olhos, milênios de evolução.
Eles trazem na sua contemplação, uma aguda solidão que você nunca poderá compreender completamente ...

Esteja certo de que este ser é tão oprimido e sofrido como você nunca imaginou.
É um ser que tem vivido momentos de rudeza e inocência das quais você nunca poderá compartilhar.
Saiba ainda que é ima criatura viva e que tem desejos como você.
Ela anda sobre o mesmo chão e respira o mesmo ar.
Sente dor e alegria, o calor do brilho do sol, a agradável sombra das florestas, o sabor refrescante da água pura ...
Como você. E nisto somos todos iguais. Numa igualdade onde existe toda a vida.
Através dela podemos encontrar a totalidade. A partir desta igualdade podemos extrair discernimento e compreensão para a cura do nosso lar comum.

Gary Kowalsky - The soul of animals , 1991



domingo, 27 de dezembro de 2009

CUIDADOS COM OS FOGOS DE ARTIFÍCIO NA PASSAGEM DE ANO



Você tem um cão ?
Ah, é um gato que você tem?
Se você não tem, algum parente, um vizinho ou amigo seu tem, não?
Por favor, leia e repasse esta mensagem

Fogos de artifício são responsáveis pelos mais variados tipos de acidentes com animais.

É grande o número de fugas, desaparecimentos, atropelamentos, ataques (investidas contra os próprios donos e outras pessoas), brigas (inclusive com outros animais com os quais convivem), mutilações em grades e portões, enforcamentos com as próprias coleiras, afogamentos em piscinas, quedas de andares superiores, choques elétricos, aprisionamentos ocasionais em porões, garagens, buracos e outros lugares de difícil acesso, alem de paradas cardiorespiratórias, etc.

O pânico o desorienta. Isso não é bom para ele, e no caso de animais de grande porte passa a ser também perigoso para as pessoas e outros animais. Procure administrar tudo isso garantindo condições mínimas de segurança, evitando ambientes conturbados e barulhentos, desde antes mesmo do espocar dos fogos. Passe-lhe paz, tranquilidade e a sensação de que tudo está bem e sob controle. Reações de medo, susto e espanto demonstradas pelo(s) dono(s) e/ou outras pessoas, poderão deixá-lo inseguro, o que pode resultar em agressividade, fuga, e/ou farão com que procure tomar o controle da situação.

Cães são lobos domesticados que por natureza identificam um líder. Na ausência deste, o (ou um) animal poderá buscar a liderança. Tudo isso depende das características de cada animal. A voz de comando é o exemplo de comunicação e liderança entre homens e cães.

As consequências dos acidentes podem ser sérias mutilações e ferimentos, o aumento do números de animais perdidos nas ruas, além, é claro, da dor da perda definitiva de um animal estimado.

Tudo isso pode ser evitado com prudência, atenção e um pouco de boa vontade.

Alguns veterinários aconselham o uso de tampões de algodão nos ouvidos que podem ser colocados minutos antes e tirados logo após os fogos, assim como calmantes naturais que apresentam resultado bastante eficiente para animais que historicamente apresentam o estresse.

FESTAS


sábado, 19 de dezembro de 2009

DICAS PARA QUE SEUS AMIGOS TENHAM UM FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO


A melhor maneira de garantir ao seu animal de estimação um feliz  natal e um próspero ano novo, é mantê-lo longe das festas e na sua rotina alimentar.
O costume de oferecer os restos da mesa pode resultar em sérios problemas de saúde e até levá-lo a morte.
Ossos de frango, de porco, de carneiro e caroços de frutas, especialmente de pêssego, pode causar obstruções de perfurações no intestino.Outro descuido sério é permitir a ingestão de bebidas alcoólicas. Uma pequena quantidade de cerveja, por exemplo, em muitos casos é suficiente para causar coma e morte rápida.
A chegada dos convidados para a festa pode alterar o comportamento do animal, onde mesmo os mais dóceis, podem se tornar agressivos diante de pessoas estranhas ao seu convívio. É aconselhável que ele fique em um lugar tranqüilo e que possam ter acesso ao seu esconderijo, quando explodirem os rojões.
Para quem deseja presentear alguém com um filhote, é muito importante consultar o futuro proprietário, se ele deseja realmente ter, cuidar e se responsabilizar pelo animal.
Entre os cães existem inúmeras raças, cada uma tem sua peculiaridade e isto deve ser analisado na hora da aquisição. Alguns se adaptam melhor à pessoas ativas e outras são excelentes para companhia, podendo permanecer ao lado do dono simplesmente observando-o.
A compra impulsiva de certas pessoas e a falta de orientação,  associadas aos maus criadores resultam no aumento do número de  animais abandonados ou sujeitos a enormes sofrimentos.
Um presente muito interessante é oferecer ao amigo um animal adotado, pois agindo assim , estará dando prova que sua amizade é sincera e sem preconceito.
Jamais entregue o filhote durante a festa, isto poderá gerar muita curiosidade nas pessoas presentes e um enorme pânico no indefeso animalzinho.
Infelizmente, durante esta época do ano, ocorre um crescente número de incidentes com os cães e gatos, mas evita-los é fácil, basta-se agir com os devidos cuidados.
Guarde para o animal o seu melhor momento, sua intimidade.
Ele não precisa de muita gente em volta para se sentir feliz, mas de um dono consciente que saiba garantir segurança e muito carinho.

sábado, 12 de dezembro de 2009

FOGOS DE ARTIFICIO E O CACHORRO



Cães que têm medo de fogos de artifício: o que fazer?
O período de festas é sinônimo de rojões. Para nós, a chegada do ano novo representa paz, alegria e harmonia… Mas, para alguns cachorros, significa um verdadeiro pesadelo.

Vocês não estão ouvindo???
É bastante comum encontrar cães que têm medo excessivo de barulhos, levando em conta que a audição deles é bem melhor que nossa. Os fogos de artifício não machucam o ouvido do cachorro, mas lhe dão a sensação de que uma guerra está começando.
O pavor de alguns cães é tão grande, que pode provocar tremedeiras, problemas no coração e alterações de comportamento. E, nos filhotes, até um trauma pro resto da vida.
Ahhh, eu tô maluco!
O pânico causado pelo barulho muda radicalmente o comportamento de certos cachorros: uns tentam fugir, outros ficam muito agressivos… Existem cães que são capazes até de pular contra uma janela de vidro!
Dá pra fazer alguma coisa?
Existem várias maneiras de reduzir esse medo. Uma delas é preparar o cão para a barulheira que está por vir. Mas como? Aí vai um truque super eficaz e fácil de colocar em prática: dias antes do ano novo, bata panelas enquanto dá comida ou brinca com o cachorro. É um bom jeito de mostrar pra ele que o barulho não significa perigo. Se preferir, você pode fazer isso também com aqueles estalinhos (biribinhas).
Independente do que escolher, aumente o volume do barulho gradativamente. Não comece esse processo já estourando biribas pra todo lado ou produzindo algo ensurdecedor batendo um monte de panelas ao mesmo tempo… Senão, você vai acabar traumatizando o cão antes do ano novo!
Se o cachorro já está traumatizado, a melhor opção é consultar um veterinário sobre a possibilidade de dar um calmante pra ele. Sob o efeito de um medicamento com essa finalidade, o cachorro vai ficar mais calmo e sonolento, e sua capacidade de gravar na memória tais acontecimentos diminuirá bastante.
Atenção: nunca medique o cachorro sem orientação de um profissional!!!
Pior do que está, pode ficar!
Tome cuidado pra não piorar ainda mais a situação. Ficar pegando o cão no colo ou acolhe-lo toda hora durante a festa só vai transmitir mais medo e ansiedade pra ele, que logo vai pensar: “Hum… se ele está me protegendo desse jeito, é porque vem coisa feia por aí!”. Portanto, procure agir com naturalidade. Para tanto, brinque com o cachorro e o alimente como se nada de diferente estivesse acontecendo.
Se quiser conter o cão, use a guia com uma coleira e nunca com um enforcador, pois ele pode se asfixiar num momento de pânico.
Caso tenha de deixar o cachorro preso, escolha um lugar que ele confie, como sua casinha ou um cômodo da casa.
Boas festas!!!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

OS ANIMAIS TEM ALMA?

"A alma dorme na pedra, sonha no vegetal, agita-se no animal e desperta no homem" (León Denis.)

Algumas questões filosóficas e científicas povoam o cenário mental dos homens de nossa era. Na conceituação espírita de Universo, e dos seres que o compõem, já é de entendimento consensual a inter-relação entre os diversos reinos (mineral, vegetal, animal e hominal), propiciando uma visão sistêmica e encadeada. Da proximidade entre homens e animais, portanto, exsurge a questão que é o título deste nosso ensaio: os animais têm alma? De início é necessário buscar a conceituação de Alma - ser inteligente, imaterial e individual, que interage com o corpo humano e que sobrevive após a morte biótica dele. Representa, de plano, a fase encarnada do Espírito, enquanto o Espírito representa a fase em que este ser inteligente encontra-se desencarnado. O conceito de alma só é representativo quando se refere ao ser humano. Isto porque, da exegese dos itens 597, 597 a, e 598, de O livro dos espíritos (OLE), depreende-se que há, nos animais, um princípio independente da matéria e que sobrevive ao corpo. In verbis: "É também uma alma se quiserdes", diz o Espírito de Verdade. Mas, de essência inferior à dos homens, havendo entre um e outro uma distância tão grande quanto a que se instala entre os homens e Deus. A alma dos animais, pois, conserva sua individualidade, embora sem a consciência do eu, de vez que a vida permanece em estado latente. Mas, há um importante qualificativo: a alma dos animais é alma animal. É semelhante, análoga, parecida com a do homem, porém não é igual. Complementarmente, em A gênese, capítulo 3, item 21, encontramos: "(...) a verdadeira vida, do animal, tal como a do homem, não se encontra no envoltório corporal; ela está no Princípio Inteligente que preexiste e que sobrevive ao corpo."
Com a morte biótica, a alma do animal se separa do corpo, dirigindo-se para a Erraticidade, onde é acolhida por Espíritos humanos que a classificam, estudando-lhe o comportamento fisiológico do seu "corpo perispiritual", antes submetido às intempéries (crosta terrestre, ou meios aquático e aéreo) e dificuldades (luta pela sobrevivência, seleção natural e cadeia alimentar dos ecossistemas). Ocorrem, então, as mutações genéticas perispirituais, porque em razão da "seleção natural", as almas sofrem sucessivas mudanças (acompanhadas das citadas mutações genéticas espirituais, justificando, assim, a relativa rapidez que a Teoria da Evolução Darwiniana preconiza). O corpo perispiritual é sempre o modelador biológico do corpo físico (denso). Possuindo a citada individualidade, a alma dos animais submete-se à reencarnação imediata (quesitos 600 e 601, OLE), não sem antes ser estudada e classificada, para que as citadas - possíveis e necessárias - alterações possam ser processadas pelos Espíritos encarregados de efetuarem as mutações.
Darwin conseguiu comprovar e explicar as variações nos bicos das aves, nos cascos dos animais, na colocação de mariposas e insetos operários (teoria social), e a distribuição da vida em todo o globo e em todas as eras. Mas há inúmeras lacunas inexplicáveis pela teoria de evolução darwiniana. A nível celular, inclusive, os recentes esforços e descobertas científicos, na pesquisa do mecanismo da vida em nível molecular (animal, vegetal e humana), confirmou-se a idéia do planejamento inteligente da vida. A vida é vivida nos pormenores, em partículas pequenas demais para serem vistas. Se, todavia, ampliarmos a idéia de EVOLUÇÃO para os mundos material e espiritual, poderemos encontrar a resposta (no nosso nível de compreensão) dos inúmeros questionamentos que temos. As moléculas alteram seus comportamentos, sob a direção dos genes, os quais são direcionados pelas forças espirituais que, no campo experimental dos animais, realizam as alterações devidas, muitas das quais serão transmitidas aos perispíritos humanos, futuramente. É assim que são recebidas as "almas" animais por Espíritos sábios, procedendo-se ao amplo estudo de seus comportamentos celulares, propondo-se as mutações genéticas necessárias, as quais quando inscritas nos genes perispirituais modeladores dos genes corporais densos, darão lugar à especialização dos seres (mutações genéticas corporais). Veja-se, a propósito, algumas linhas, ainda que superficiais, da matéria em questão, em Evolução em dois mundos, de André Luiz/Francisco Cândido Xavier, sobretudo o capítulo 5.
Aquela mencionada individualidade só ocorre em uma fase específica da evolução do princípio inteligente, na fase hominídea, onde se emancipa intelectualmente dos instrutores espirituais, ganhando a denominação de Espírito. Neste sentido, mesmo entre os animais, percebe-se uma certa "diversidade" evolutiva. Há animais mais evoluídos que outros. E há, também, aqueles que se comportam apenas em coletividades (algo que os hindus identificam como almas-grupo), não possuindo, ainda, uma chamada identidade emocional individual, como alguns insetos (cupins, abelhas, formigas, etc.).
Neste estudo generalizado, há espaço para abordarmos as mais freqüentes curiosidades dos espíritas quanto à essência da alma dos animais:

1) Afeição entre animais e pessoas da casa (família): os animais (sobretudo, os domésticos) são seres extremamente sensíveis. Qualquer mudança de comportamento das pessoas é por eles percebida. Desta forma, percebem com muita clareza e especificidade quando a pessoa está doente ou, mesmo, até para desencarnar.

2) Mediunidade dos animais: Erasto, em O livro dos médiuns (OLM), capítulo 22, item 236, faz diversos comentários a respeito da capacidade dos animais em perceberem a presença de Espíritos. Sensitividade. Em termos mediúnicos, podemos destacar as seguintes três circunstâncias: 1) Manifestações inteligentes (OLM, 2a parte, cap. 3) - os efeitos inteligentes são o que o Espírito produz, utilizando-se dos elementos existentes no cérebro do médium. A ligação é mente-a-mente e o médium, como o próprio nome sugere, é intermediário. Logo, o animal não pode participar do processo como médium de uma manifestação inteligente, até pela precariedade do meio (seu cérebro); 2) Manifestações de efeitos físicos (OLM, cap. 2) - o médium atua como colaborador no processo (fenômeno) doando fluidos que, combinados com o fluido do agente (Espírito desencarnado, em geral), satura a matéria-objeto do fenômeno. Neste caso, em determinadas circunstâncias pode-se admitir a atuação de animais como doadores de fluidos na produção de tais manifestações; 3) Animais médiuns? - na condição de médiuns sensitivos, os animais podem perfeitamente perceber a presença de espíritos, embora não sejam médiuns, na exata acepção do termo.

3) A saudade dos animais domésticos que desencarnaram: guardamos afeição, simpatia, carinho e, mesmo, amor, em relação aos animais com quem convivemos. Natural, então, aspirar que, brevemente, possamos conviver novamente com aqueles animais que morreram. Há, na literatura espírita o caso Don Pedrito, um cãozinho que pertenceu a Chico Xavier. O pobre animal morreu atropelado e, algum tempo depois, Emmanuel chamou-lhe a atenção dizendo: - "Don Pedrito está voltando para você!" Chico, emocionando, tomou o cachorro nos braços e passou a chamá-lo de briquinho, animal que passou a ser citado como personagem em diversos de seus livros.

4) A razão das doenças, dores e sofrimentos dos animais: possuindo corpo físico, os animais podem vivenciar as dores físicas. A propósito do tema, Emmanuel, em uma belíssima página denominada Animais e Sofrimento, preleciona: "Ninguém sofre de um modo ou de outro tão-somente para resgatar o preço de uma coisa. Sofre-se, também, angariando os recursos preciosos para obtê-la. Assim é que o animal atravessa longas eras para instruir-se. O animal igualmente para atingir a auréola da razão, deve conhecer benemérita e comprida fieira de experiências que terminarão por integrá-lo na posse definitiva do raciocínio. Dor física no animal é passaporte para mais amplos recursos nos domínios da evolução." Se não há, neles, a mesma significação da dor humana, pelo menos há a referência expressa de que as dores têm uma fundamental importância para o processo evolutivo do ser espiritual, ainda que nesta fase preliminar, de alma. Ademais, as diferenças de sofrimentos entre os distintos animais resulta do próprio processo de individualização, onde alguns animais, ao experimentarem determinadas vivências, apressam seu ingresso na fase de contextura espiritual plena (homens). O reflexo imposto pelas condicionantes materiais, nos diferentes lugares onde os mesmos se acham sujeitos, constitui elemento fundamental para as experiências genéticas "espirituais". Cunha-se, então, um novo termo, dissonante de "sofrimentos": oportunidades (de aprendizado).

5) Existência de animais no Plano Espiritual: Há variados casos de animais presentes na literatura mediúnica. André Luiz, inclusive, em Nosso Lar, fala de cães puxando uma espécie de trenó. Hermínio Correa de Miranda (Diálogo com as sombras) se refere ao dirigente das trevas identificando-o como um ser montado em animais. Irvenia Prada, autora de um belo e recente livro, A questão espiritual dos animais, descreve um caso em que a estratégia utilizada pelos Espíritos Socorristas para fazer um espírito muito magoado despertar na espiritualidade.

6) Aparições espirituais na "forma" de animais: Há inúmeros relatos de "entidades" que aparecem (materialização ou vidência) como animais, alguns grotescos, de aparência selvagem, ofensiva, provocando pânico e pavor. Trata-se, em grande maioria, da utilização espiritual do "formato" de animais desse teor, apenas para incutir medo nos homens, visando sugar o fluido vital ou subjugá-los. Todavia, como ilustram diversas obras espíritas, em circunstâncias especiais (tudo tem seu motivo e fundamento) animais podem ser materializados ou, mesmo, constituirem-se em objeto de aparições (Os animais têm alma?, de Ernesto Bozzano, é um excelente exemplo neste sentido).

Eis as considerações preliminares que gostaríamos de fazer sobre a temática. Remetemos, outrossim, os leitores para outras considerações e entendimentos, compulsando, entre outras, as obras citadas neste ensaio. Esperamos, ainda, que as linhas aqui esboçadas possam efetivamente propiciar uma melhora nas relações entre homens e animais, lídimos parceiros neste Universo em constante construção.

Marcelo Henrique: Advogado, Auditor Público, Mestre em Ciência Jurídica, Jornalista, Escritor e Conferencista Espírita, é atualmente presidente da Associação de Divulgadores do Espiritismo de Santa Catarina - ADE-SC e Diretor de Política e Metodologias de Comunicação da Associação Brasileira de Divulgadores do Espiritismo - ABRADE

sábado, 5 de dezembro de 2009

PREPARANDO A CASA




Antes de levar o filhote para casa, alguns cuidados devem ser administrados para que a sua chegada não seja traumática para aqueles que já vivem no local
Feita a escolha do filhote, alguns preparativos devem ser tomados para a sua chegada ao novo lar. Em primeiro lugar, é necessário preparar o local onde o animal vai viver. Se for no quintal, por exemplo, deve haver um lugar para que se abrigue do clima, como chuva e sol intenso. Dentro de casa, ele também irá precisar de seu cantinho para dormir e descansar. Uma boa dica é comprar-lhe ou improvisar uma cama ou cesto. Ainda é importante estabelecer locais para a alimentação, brincadeiras e higiene. Os potes de comida e água não podem ficar ao lado do local estabelecido para banheiro. Esses recipientes precisam sempre ficar limpos e a água deve estar sempre
fresca e abundante. O filhote não pode ficar em lugares úmidos e frios, pois isso pode acarretar doenças. Esse espaço precisa ser muito limpo e o jornal utilizado para suas necessidades deve ser trocado com freqüência. Saiba como se comportar:
* Pegue o filhote na parte da manhã ou no final de semana, para que se tenha mais tempo para lhe dar atenção, apresentá-lo aos outros moradores da casa e para que vá se habituando ao cotidiano de seus donos, como andar de carro, contato com outros animais e pessoas, os barulhos comuns da residência e seus arredores, entre outros.
* Não exagere nos cuidados nem passe o tempo todo com o filhote no colo. Isso irá criar hábitos de dependência nada saudáveis ao animal. Carinho e atenção devem ser bem dosados.
* Nos primeiros dias, é comum o cãozinho chorar à noite. Uma boa dica para ele se sentir “protegido” é colocar a seu lado um relógio “tic-tac”, deixando-o bem confortável e aquecido.
* Se tiver outros animais em casa, evite lhes apresentar o filhote logo no dia de sua chegada. Nas primeiras semanas, o melhor é deixá-lo em um lugar onde os outros não tenham acesso.
* Assim que ele estiver adaptado ao novo lar e às pessoas, pode-se começar as apresentações aos outros animais, aos poucos. Nos primeiros dias, não os deixe sozinhos, esteja sempre por perto. O tempo para que fiquem juntos de início, deve ser bem pequeno e ir aumentando-se conforme sentir que o “entrosamento” entre eles esteja mais acentuado.

As crianças e os filhotes
É sempre saudável a convivência das crianças com animais. Mas alguns cuidados devem ser tomados, principalmente com raças mais temperamentais:
* Da mesma forma que é importante sociabilizar o filhote com os outros animais da casa, também será preciso que o dono “ajude” nessa convivência, dando treinamento básico ao cãozinho, como brincar sem morder.
* As crianças também vão precisar saber se comportar adequadamente com o novo amiguinho, sendo necessário ensiná-las coisas do tipo como segurá-lo da maneira correta e a respeitar os limites do cão para as brincadeiras.
* Nunca se deve deixar crianças pequenas sozinhas com o animal, principalmente se ainda não se conseguiu controlar o filhote. Tenha ainda preocupação extra com crianças que visitam a casa, pois o cão pode ficar assustado e ser agressivo.
* Estabeleça regras de contato, principalmente com as crianças menores. Elas ainda não conseguem entender certos comportamentos do animal, como quando ele não está mais querendo atenção, brincadeiras e colo. Isso pode causar estress no animal, tornando-o agressivo com a criança. Por isso, é essencial fazer com que ela aprenda a realizar essa convivência de modo saudável.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

ESTOUROU A BOLSA: E AGORA?!



Como proceder na hora do parto?
A cadela está impaciente e os proprietários também! Está chegando a hora de encher a casa de filhotinhos fofinhos e alegres, mas para isso, é preciso tomar alguns cuidados fundamentais durante a gestação, parto e pós-parto, pois só assim existe a garantia de que nascerão filhotes saudáveis e que a mãe se recuperará bem do trabalho de parto.
O proprietário que optou por não castrar a sua cadela e permitir que ela se reproduza deve ter consciência de que está diante de uma grande responsabilidade. A começar pelos cuidados básicos com a cadela desde a gestação até o encaminhamento seguro dos filhotes, depois de 45 dias de vida.

A gestação canina: evite acidentes
A gestação da cadela leva aproximadamente dois meses para se completar (58 a 63 dias), a partir do dia do acasalamento. Neste período, alguns cuidados básicos devem ser tomados para evitar que ocorram acidentes com a cadela e conseqüentes abortos, principalmente se ela vive em um canil ou na presença de mais cães ou outros animais. As brigas entre eles são inevitáveis e, portanto, recomenda-se separar a cadela dos demais animais para evitar confrontos e acidentes com a grávida, sobretudo nos dias próximos ao parto. A gestação pode ser confirmada com um exame de ultra-sonografia, que também irá apontar o número de filhotes, a sua posição no útero e deformidades e o acompanhamento do desenvolvimento dos fetos pode ser feito por um médico veterinário através de apalpações. Depois de um mês de gravidez, as mamas já começam a ficar mais rosadas e túrgidas e a cadela começa a ganhar peso, até porque a sua alimentação já deve ser reforçada com ração de boa qualidade.

Comportamento pré-parto e função do proprietário


Alguns dias antes do parto, a cadela irá se comportar de forma diferente, inquieta e solitária. É importante que o proprietário ofereça uma caixa de fácil acesso com toalhas, jornais e cobertores e acostume a cadela a se deitar ali, pois neste período ela irá procurar lugares para dar cria e, em muitos casos, esses locais podem ser de difícil acesso, como buracos escuros, embaixo de camas ou atrás de sofás. Assim, ela irá se habituar com o local e se familiarizando, ela se sentirá mais segura.
“Quando percebemos o sumiço da Maricota, saímos procurando feito doidos e de repente a minha filha achou a cadela, dentro do espaço vazio do tanque de lavar roupas já com dois filhotinhos. O local estava molhado, sujo e ela não deixava a gente colocar a mão”- conta a proprietária Ana Lúcia Cardeal, que já passou poucas e boas com as crias de sua Maricota (SRD). O melhor e mais indicado é que a ‘caminha’ seja de plástico para facilitar a higiene, forrada com toalhas e panos que possam ser jogados no lixo depois.
É bom que o proprietário também providencie uma “farmacinha” de primeiros socorros caso ocorram algumas complicações na hora H: telefone do veterinário em mãos, jornais, lixeira, uma lâmpada de 100 volts caso esteja muito frio ou um ventilador para a mãe, caso esteja muito calor, fio dental para amarrar o umbigo, tesoura esterilizada, solução de iodo, toalhas limpas, relógio para controlar o intervalo de nascimentos e uma caixa menor, forrada e limpa.
Geralmente, as cadelas fazem o parto sozinhas e cuidam da higiene dos filhotes, dela e do local, mas também podem ocorrer complicações e nessa hora, o auxílio do proprietário é fundamental. As contrações podem começar a ser sentidas até 48 horas antes do parto, quando começa a produção do colostro pelas glândulas mamárias, descargas de secreção vaginal, decréscimo na temperatura (37ºC) e elas demonstram muito desconforto. As contrações mais fortes podem ser percebidas através dos músculos das costas. A respiração fica acelerada, elas lambem e olham a vagina a todo momento, recusam alimentação e podem querer caminhar, o que facilita o trabalho de parto. O proprietário deve ficar atento, acompanhando.

Na hora ‘H’

Naturalmente, após o nascimento do primeiro filhote, a cadela irá cortar o cordão umbilical com a boca, lamber o filhote para estimular a circulação e respiração e comer a placenta (que possui nutrientes fundamentais para a mãe). Ela fará o mesmo procedimento após o nascimento de cada filhote. Normalmente, o intervalo de tempo entre um nascimento e outro é de 15 a 20 minutos e se ultrapassar uma hora, é preciso contatar o médico veterinário urgentemente.
Eventualmente, algumas complicações poderão acontecer e aí é que o proprietário deve ficar atento a cada movimento, mas sem alarde. “Apenas uma pessoa, de confiança da cadela, deve ficar perto dela na hora do parto, pois senão, pode atrapalhar e deixar a cadela estressada”- ensina a médica veterinária Bárbara Hellebrekers, da Clínica Pet Shop Fauni Domus, de São Paulo.
A dificuldade de expelir o feto pode ser auxiliada pelo proprietário, que deve tracionar o filhote com cuidado para não provocar uma hérnia no umbigo. Ao nascer, o filhote deve ficar alguns instantes virado de cabeça para baixo para desobstruir e aliviar as vias respiratórias e em seguida, seu umbigo deve ser cortado. O proprietário deve usar um pedaço de fio dental para amarrar o umbigo e cortar o excedente com uma tesoura esterilizada, passando solução de iodo para evitar infecções. O filhotinho então deve ser massageado com uma toalha seca e limpa em movimentos leves e firmes, simulando as lambidas da mãe, para ativar a circulação sangüínea. Só então, deve-se aproximar o filhote do ventre da mãe para mamar.
Mas quando a cadela apresentar complicações mais graves e não estiver conseguindo expulsar o feto ou ficar agressiva e não permitir que o proprietário se aproxime, o médico veterinário deve ser chamado imediatamente. “Dependendo do caso, o veterinário pode aplicar uma medicação correta para acelerar o trabalho de expulsão do feto ou fazer uma cesariana, que geralmente ocorre quando há falta de espaço para passagem do filhote ou contrações intra-uterinas insuficientes”- afirma Hellebrekers.
Após o parto, a cadela não sentirá fome (por causa da placenta ingerida) e sim um cansaço profundo. Não force a alimentação, deixe que ela sinta fome. Veterinários sugerem que se ofereça uma mistura de caldo de galinha e arroz para a cadela, assim ela reporá os líquidos e ficará bem alimentada até voltar a comer ração.

A primeira mamada é importante.

Logo após o nascimento, os filhotes devem mamar o colostro, que é o primeiro leite da mãe, que contém nutrientes e substâncias preventivas. Quando os filhotes são rejeitados pela mãe por algum motivo, o ideal é fornecer alimentação artificial específica para os filhotes.
A rejeição é comum entre os cães, principalmente para as mães de primeira viagem. Existem casos em que as cadelas-mães comem os filhotes logo após o nascimento, como forma de eliminação deles diante de algum risco eminente, defeitos ou falta de instinto maternal, porém, segundo Bárbara, na maioria dos casos de rejeição, as mães simplesmente abandonam a ninhada. Por outro lado, quando as mães se apegam à ninhada, só saem da caixa para fazerem as suas necessidades fisiológicas.
A higiene dos novos cachorros é feita pela própria mãe, que lambe o xixi e o coco dos filhos. Ela terá este cuidado por aproximadamente um mês, até que passe a rejeitar os filhotes naturalmente, quando eles começarem a morder-lhe as tetas durante as mamadas.
Eles abrirão os olhos com 10 ou 15 dias de vida, andarão rapidamente, mas não devem ficar em contato com outros cães porque ainda não foram vacinados e estão muito sensíveis. A partir de 45 dias de idade, eles já poderão ser afastados da mãe.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

NATAL


terça-feira, 24 de novembro de 2009

A POSSE RESPONSÁVEL DOS ANIMAIS É UM COMPROMISSO COM A VIDA


A irresponsabilidade na posse dos animais não é privilégio das classes menos favorecidas. Alguns moradores da favela, até procuram amenizar o problema dos animais abandonados, os adotando e levando para a comunidade.
A aplicação de uma política nacional que vise controlar a superpopulação,implantando leis que especifiquem as responsabilidades do dono, somada a um eficiente trabalho desenvolvido pela vigilância epidemiológica, garantiria uma qualidade de vida á todos. A falta de união entre as associações protetoras,clínicas veterinárias e órgãos públicos permitiu que a população canina brasileira ultrapassasse os 5 milhões de animais,limite recomendado pela Organização Mundial de Saúde.
Para controlar o risco de doenças e ataques,o correto é a presença de um cão para cada dez habitantes.
Na cidade de São Paulo, existe 1,3 milhão de cães,o equivalente a um por oito habitantes. Os Estados do centro-oeste tem a média de dois cães para cada dez pessoas.Os Estados do sul são os únicos adequados a recomendação da OMS.
Existe um mito que todos os cães devem procriar pelo menos uma vez para que eles permaneçam sempre saudáveis. Na realidade, a fêmea esterilizada reduz a chance de desenvolver câncer de mamas e infecções no útero e os machos de se envolverem em acidentes de trânsito,brigas e mordeduras.
O macho não castrado torna-se mais violento e propenso ao ataque e a transmissão de doenças contagiosas.
A cada criança que nasce, nascem 15 cães e 45 gatos. Numa estimativa aproximada, a cadela no prazo de 6 anos gera indiretamente 64 mil filhotes e a gata, em 7 anos gera 420 mil novos seres. O número de animais abandonados, não é maior porque muitos morrem precocemente.
Os abrigos não representam a melhor opção e, sim uma forma de armazenar o problema, sem poder nem a curto ou longo prazo encontrar uma solução .
Adotar um animal exige responsabilidade do dono e um compromisso com a vida deste ser indefeso. O abandono precisa ser encarado como um ato desprezível. O trato dispensado ao animal deveria caracterizar o perfil do caráter da pessoa. Quem o maltratasse deveria ser marginalizado pela sociedade.
Sómente o idealismo não é suficiente para encontrarmos o melhor caminho. Precisamos agir e cobrar um programa humanitário nas escolas, uma campanha de conscientização para que a população saiba como evitar a procriação e a comercialização indiscriminada de filhotes.
Os animais não podem pagar com a vida o preço da incoerência humana. No passado,os trouxeram para nossa sociedade e hoje não querem assumir a conseqüência deste ato. Toda posse deve ser responsável.
Não ignore teu amigo!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

CÃES TERAPÊUTICOS CONSOLARÃO SOLDADOS AMERICANOS NO IRAQUE

Dois labradores com experiência na área serão levados para o país neste mês.
Cachorros já foram utilizados com crianças e idosos em hospitais e asilos.
Da France Presse

Pela primeira vez, o Exército americano enviará cães "terapêuticos" ao Iraque para confortar seres humanos, dando afeto aos soldados no campo de batalha para ajudá-los a curar seu estresse e traumas.
Dois labradores, Boe e Budge, da organização de veteranos VetDogs, foram entregues ao 85º Regimento Médico do Exército para serem enviados a campo no final de dezembro.
Sua missão será dar "consolo emocional" aos soldados, explica a nota da VetDogs.
"Os cães foram os heróis silenciosos do nosso esforço de guerra, mas levando estes cães terapêuticos para o Iraque, vamos ainda mais longe. Estes cães representam outra abordagem para combater o estresse dos soldados que voltam", explicou a major Stacie Caswell, que comanda o 85º Regimento Médico.
Os benefícios da presença de animais domésticos para a saúde do homem já foram amplamente documentados por estudos que mostram um efeito positivo na tensão e no estresse. Os cães terapêuticos já foram utilizados com crianças e idosos em hospitais e asilos.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

AVANÇO DA "INTELIGÊNCIA SOCIAL" DOS CÃES CHAMA A ATENÇÃO DA CIÊNCIA

Pesquisadores americanos afirmam que os cachorros estão ficando cada vez mais inteligentes e ameaçando o segundo lugar do macaco.
O minúsculo Charles caminha animadíssimo em direção ao laboratório. Chega fantasiado de abóbora, distribuindo lambidas. A dona do Charles manda, e ele senta, deita e sai rolando pelo chão. A mamãe orgulhosa, rapidamente conclui: "Charles é um gênio!"
Truques ligados a muito treinamento, como buscar a bolinha, sentar, levantar a pata, muitos outros bichos são capazes de fazer. O que nem a dona do Charles sabe é que os cachorros têm o que os cientistas chamam de inteligência social, uma rara capacidade de compreensão.
Novos estudos indicam que esse dom seria algo relativamente recente, resultado de um processo evolutivo parecido com o que foi descrito por um outro Charles (esse realmente era um gênio). Charles Darwin, o naturalista britânico, nascido há exatamente 200 anos, desenvolveu a teoria da evolução das espécies.
Descobriu que, ao longo dos anos, as espécies sofrem processos de mutação. E que as mutações que mais contribuem para a sobrevivência dos seres vivos são transmitidas ao longo das gerações. O processo, conhecido como seleção natural, é exatamente aquele que fez os nossos antepassados evoluírem até virar Homo sapiens.
Só que no caso do Canis lupus familiaris - o popular cão doméstico - a evolução recebeu uma forcinha da mão do homem. Teria sido resultado de mutações naturais combinadas com a seleção feita pelo próprio ser humano, responsável por cruzamentos e novas raças.
Acredita-se que, há provavelmente 100 mil anos, por causa de mutações, o cachorro deixou de ser lobo e em vez de caçar assumiu as funções de pastor. E passou a viver perto do homem.
Há cerca de 15 mil anos, aconteceram mudanças no focinho, os dentes caninos diminuíram. Os cães ficaram menores e cada vez mais dependentes dos humanos para se alimentar. Os homens também evoluíram, e os cães cada vez mais inteligentes foram para os quintais. Recentemente, vieram para dentro de casa, passando a fazer parte da família.
Fora os humanos, os cães são provavelmente os únicos animais na face da Terra com a capacidade de realmente entender o que dizemos a eles.Será então que o cachorro é mais inteligente do que o macaco? No quesito inteligência social, sim. Segundo a psicóloga Alexandra Horowitz, pesquisadora da Universidade Columbia, em Nova York, para compreender os humanos o cachorro é o número um. "Eles reagem ao nosso olhar de uma forma como apenas os humanos são capazes de fazer", diz Alexandra. "Acho que os cachorros são os bichos mais parecidos conosco."
Os cães estão ficando mais inteligentes, mais parecidos com os humanos, diz a pesquisadora Alexandra. Para a pesquisadora Kara Schroepfer, a evolução continua e os cães estão ficando cada vez mais parecidos com os humanos. (Fonte: G1)

ABANDONO, UMA AGRESSÃO AO ANIMAL E À SOCIEDADE

Várias situações poderão levar uma pessoa a tomar esta atitude tão condenável. Em muitos casos, está diretamente ligado a impulsividade. A pessoa se encanta com o filhote e se esquece que para ele se tornar um animal adulto exige muitos cuidados. Ao deparar com as tarefas do dia-a-dia, acabam por desistir do animal.

Existe também, casos de pessoas que adquirem o animal buscando através dele status, e depois se cansam do animal e os descartam como um objeto que não tem mais utilidade.
Outras pessoas acabam adotando o animal e por questões financeiras, acabam não tendo como mantê-los e acabam dando a ele a chance de buscar outro dono, ou seja, o entregando à própria sorte. Outro fator que favorece o abandono é a mudança de casa ou o envelhecimento do animal.
Infelizmente o abandono está aumentando no Brasil, inclusive raça pura e pedigree já foram garantia de conforto e bons tratos para cães e gatos. Não são mais. Atualmente, 30% dos bichos abandonados não têm nada de vira-latas. São poodles, rottweilers, huskies siberianos cocker spaniels e outros.
As feiras que comercializam os filhotes acabam criando uma facilidade muito grande para que ocorra a posse irresponsável.
O abandono precisa ser encarado como um ato desprezível. O trato dispensado ao animal deveria caracterizar o perfil do caráter da pessoa. Quem o maltratasse deveria ser marginalizado pela sociedade. É um absurdo comercializar vidas dessa forma. São verdadeiras fábricas de filhotes, que não pagam impostos nem emitem nota fiscal.
Uma atitude reprovável é praticada por pessoas que entregam o animal num abrigo ou Centro de Zoonoses (CCZS), na busca de uma solução fácil e imediata, sendo que umas, até mesmo, jogam simplesmente os filhotes na porta. Abrigo não é solução, é problema gerado pelo descaso social.
Do lado oposto de quem sonha montar um, existe a crença das pessoas em geral de que basta pegar um animal na rua e colocá-lo num abrigo para resolver o problema.
Se visitassem o abrigo, mudariam de idéia, pois conheceriam a triste realidade: centenas de cachorros se digladiando por comida, muitos doentes, e até casos de canibalismo gerados pela fome.
Outra questão sem solução: para quem doar através dos abrigos tantos animais estressados e resultantes dos naturais cruzamentos, que nascem todos os dias?
O que a sociedade não vê, está muito claro para nós que buscamos a solução para o problema. Faz-se necessário implantarmos uma campanha educativa, através da qual serão salientados: a importância da posse responsável e o controle da natalidade, tornando “CADA CIDADÃO RESPONSAVEL PELO SEU CÃO”.
O animal precisa de identidade, não só de um teto, mas de carinho e respeito, e principalmente de liberdade para correr, brincar e se sentir importante na vida de quem o criou.
A natureza faz o filhote, mas o homem forma o cão. O animal não precisa de DOAÇÕES para conseguir ter garantido seus direitos legais, mas de AÇÕES que visem valorizá-lo na sociedade.
O abrigo é a pior opção para quem busca uma solução para o abandono, armazena o problema, permitindo que os irresponsáveis acabem adotando novamente, criando um facilitador para o sofrimento dos animais.
As doenças de origem animal capazes de infectar os seres humanos ( zoonoses), representam atualmente uma ameaça invisível e registram um aumento que preocupa os especialistas em saúde pública em todo o mundo, também estão relacionadas aos maus-tratos aos animais e ao abandono.
A Organização Mundial da Saúde (OMS), alertou que essas enfermidades representam um problema de importância crescente, o que significa uma continuidade do que temos visto nos últimos 15 anos.
Os especialistas reconhecem que as atividades e condutas dos homens precipitam o surgimento das zoonoses. Entre outros exemplos, mencionaram a posse irresponsável e não cumprimento das medidas de prevenção recomendadas.
O próximo passo da OMS será no sentido de conscientizar e obter apoio político para a colocação em funcionamento de uma infra-estrutura de saúde pública e animal, incentivando a posse responsável e o controle de natalidade.
O principal alerta desta entidade diz respeito ao risco de disseminação de doenças como a raiva, especialmente entre cães abandonados nas grandes cidades.
Um dos países com experiências consideradas modelo para OMS é a Costa Rica, onde os donos de cães podem pegar até 3 anos de cadeia se não cumprirem determinação de cuidar de seus animais.
“Os cachorros têm que ser socializados para evitar mordidas. E os donos têm de saber que a responsabilidade é deles”, afirmou Eduardo Cárdenas, vice-ministro da Saúde da Costa Rica . “Assim como é deles o dever de esterilizar e evitar que os filhotes fiquem na rua pegando e transmitindo doenças”.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

DOS ANIMAIS AOS MENINOS

Meu pequeno amigo:
Ouça.
Não nos faça mal, nem nos suponha seus adversários.
Somos imensa classe de servidores da Natureza e criaturas igualmente de Deus.
Cuidamos da sementeira para que lhe não falte o pão, ainda que muitos de nossa família, por ignorância, ataquem os grelos tenros da verdura e das árvores, devorando germens e flores. Somos nós, porém, que, na maioria das vezes, garantimos o adubo às plantações e defendemo-las contra os companheiros daninhos.
Se você perseguir-nos, sem comiseração por nossas fraquezas, quem lhe suprirá o lar de leite e ovos?
Não temos paz em nossas furnas e ninhos, obrigados que estamos a socorrer as necessidades dos homens.
Você já notou o pastor, orientando-nos cuidadosamente? Julgávamo-lo, noutro tempo, um protetor incondicional que nos salvava do perigo por amor e lambíamo-lhe as mãos, reconhecidamente. Descobrimos, afinal, que sempre nos guiava, ao fim de algum tempo, até ao matadouro, entregando-nos a impiedosos carrascos. Às vezes, conseguíamos escapar por momentos, tornando até ele, suplicando ajuda, e víamos desiludidos que ele mesmo auxiliava o verdugo a enterrar-nos o cutelo pela garganta a dentro.
A princípio, revoltamo-nos. Compreendemos, depois, que os homens exigiam nossa carne e resignamo-nos, esperando no Supremo Criador que tudo vê.
As donas-de-casa que comumente nos chamam, gentis, através de currais, pocilgas e galinheiros, conquistam-nos a amizade e a confiança, para, em seguida, nos decretarem a morte, arrastando-nos espantados e semivivos à água fervente.
Não nos rebelamos. Sabemos que há um Pai bondoso e justo, observando-nos, decerto, os padecimentos e humilhações, apreciando-nos os sacrifícios.
De qualquer modo, todavia, estamos inseguros em toda parte. Ignoramos se hoje mesmo seremos compelidos a abandonar nossos filhinhos em lágrimas ou a separar-nos dos pais queridos, a fim de atendermos à refeição de alguém.
Por que motivo, então, se lembrará você de apedrejar-nos sem piedade?
Não nos maltrate, bom amigo.
Ajude-nos a produzir para o bem.
Você ainda é pequeno e, por isto mesmo, ainda não pode haver adquirindo o gosto de matar. Não é justo, assim, colocarmo-nos de mãos postas, ante o seu olhar bondoso, esperando de seu coração aquele amor sublime que Jesus nos ensinou?

Neio Lúcio
ANTOLOGIA DA CRIANÇA - Francisco Cândido Xavier - Autores Diversos

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

HOMEOPATIA E COMPORTAMENTO ANIMAL : UMA ABORDAGEM SEMIOLÓGICA

Dr. Mauro Lantzman©
A homeopatia, arte médica que valoriza o indivíduo como um todo, é um sistema terapêutico que busca, através da compreensão do paciente, assisti-lo em seus processos biológicos, que oscilam entre a saúde e a doença. Para realizar esta tarefa, o homeopata agrega a pesquisa da etiologia e dos sintomas patognomônicos às reações individuais, procurando por sintomas, objetivos e subjetivos, que revelem o modo como cada um interage com o meio que o cerca. A partir de suas observações o homeopata irá escolher e administrar o medicamento mais adequado ao paciente auxiliando-o em seu processo de cura.
Para uma maior precisão na discussão acerca da abordagem semiológica da homeopatia, apresentamos seus princípios, que permanecem imutáveis desde que foram estabelecidos e fundamentados por Samuel Hahnemann, médico alemão que viveu no final do século dezenove. São eles: a lei da semelhança, a experimentação no homem são, e a dose mínima.
A lei da semelhança diz que toda substância capaz de produzir em doses ponderáveis, tóxicas ou fisiológicas, no indivíduo sadio porém sensível, um conjunto sintomático determinado será igualmente capaz de, em doses convenientes conforme o caso, curar um indivíduo sensibilizado pela doença com um quadro mórbido semelhante, excetuando-se as lesões irreversíveis. Esta lei lembra a famosa frase de Hipócrates "Similia similibus curantur" isto é a doença é produzida pelos semelhantes e, através dos semelhantes, o paciente retorna à saúde.
O segundo fundamento preconiza que a substancia a ser pesquisada deverá ser antes experimentada no Homem aparentemente sadio e sensível. Baseado neste princípio, inúmeras substâncias foram experimentadas e suas patogenesias foram registradas em livros denominados de Matéria Médica Homeopática. A dose mínima estabelece o padrão característico da farmacotécnica homeopática para o preparo do medicamento. Assim, a substância deverá sofrer dinamização, isto é, diluição e sucussão , para então adquirir poder terapêutico.

Homeopatia veterinária
Ainda que a homeopatia esteja associada ao tratamento de seres humanos, o emprego de medicamentos homeopáticos na prática veterinária pôde comprovar a utilidade deste sistema terapêutico no tratamento de animais.
Veterinários pioneiros na utilização da homeopatia tiveram a coragem e a perseverança de aprofundar seu conhecimento da matéria médica experimentando os medicamentos em sua clientela e extraindo preciosas informações a partir de tratados de toxicologia veterinária, como no caso de Solanum malacoxylon. A partir da constatação de que esta solanácea provoca, em doses tóxicas, calcinose generalizada em ruminantes, cavalos e coelhos, com emagrecimento, diminuição na produção de leite, apatia, cifose, deformação das extremidades anteriores, débito cardíaco e dispnéia expiratória, esta planta foi dinamizada e passou a ser utilizada por veterinários homeopatas no tratamento de alterações na deposição óssea de cálcio.
Na medida que medicamentos homeopáticos foram sendo utilizados em animais, inúmeros efeitos e características sintomáticas, antes somente observadas no ser humano, puderam ser constatadas. Por outro lado, muitos dos sintomas patogênicos observados no homem ainda estão para ser confirmados nos animais. No livro Homéopathie Vétérinaire, seus autores registraram medicamentos que tiveram sua utilização em veterinária verificada através do emprego clínico de acordo com a espécie animal, e medicamentos cujas patogenesias foram realizadas em animais aparentemente saudáveis, porém sensíveis.

Semiologia comportamental
Dentre os sintomas pesquisados pelo homeopata, um dos mais valorizados é o "mental". No que diz respeito aos animais o veterinário esbarra em uma dificuldade fundamental: a comunicação é limitada. Não se pode ter acesso ao interior, à mente de um animal, mas somente observar seu comportamento, ou receber tais informações através do proprietário. Ao observar-se um animal pode-se apenas descrevê-lo de fora; inferir significados a seu comportamento é projetar valores e sentimentos humanos nele. Pode-se apenas dizer que esse é o modo como parece que ele sente. Quando o proprietário fala, explica ou interpreta o comportamento de seu animal, poderá muitas vezes estar falando de si mesmo ou de outro ser humano.

Antropomorfismo
Muitas vezes também o veterinário pode interpretar, avaliar ou tentar decifrar o comportamento animal de maneira projetiva ou usando a si mesmo como referência..
O erro da visão antropomórfica não está no fato de se encontrar similaridades ou homologias entre o comportamento do homem e dos animais ou porque o animal evoca sentimentos de empatia, mas no fato de se justificar o comportamento animal de acordo com valores próprios do ser humano .
Quando se considera a importância adaptativa do comportamento atual de um animal deve-se lembrar que estas foram adquiridas durante a história evolutiva da espécie (filogênese) e de desenvolvimento individual (ontogênese). Uma forma de estudar essa evolução é comparar o comportamento de espécies próximas. Neste caso o estudo de lobos e outros canídeos pode nos auxiliar a entender o significado de certos fenômenos comportamentais, seu significado ou valor adaptativo a um ambiente particular e ao ambiente social.

Domesticação
Mas o processo de domesticação poderia modificar o comportamento de um animal a ponto de torná-lo semelhante ao domesticador?
Segundo Fox como conseqüência da domesticação (seleção genética, alteração do ambiente social e ecológico) os animais podem ao longo de sua história filogenética e/ou ontogenética :
1) Sofrer atrofia ou hipertrofia, aumento ou diminuição no limiar de resposta a estímulos de padrões comportamentais
2) Omitir, reordenar ou exagerar um ou mais componentes de uma seqüência comportamental
3) Desenvolver ritualização ou emancipação de um padrão ou componente
4) Desenvolver novos padrões comportamentais resultantes do processo de desenvolvimento
É preciso lembra-se que tais modificações são resultado de uma seleção artificial e portanto acentuaram ou atenuaram propositadamente ou não alguns padrões comportamentais impróprios do cão. O estudo do processo evolutivo nos mostra que sempre que a seleção natural ocorreu, as modificações comportamentais estavam dentro de um contexto ecológico adaptativo relevante, isto é tais comportamentos serviram a melhoria da eficiência de uma função original com vistas na aptidão abrangente (sobrevivência e reprodução).
No caso da seleção artificial os objetivo são outros. São objetivos que visam funções de caça, tração, pastoreio, companhia e estética. Assim surgiram cães das mais diversas raças e para as mais diversas funções. Desse modo alguns componentes de padrões comportamentais foram modificados. Assim podemos ver o Border Collie fazer sua função de pastoreio com grande habilidade, cercando e encurralando ovelhas mas diferentemente de seus parentes distantes, os lobos, não as atacam e comem.
Em alguns casos a seleção artificial privilegiou aspectos estéticos e deixou de considerar aspectos comportamentais. Um exemplo disso é o poodle, selecionado originalmente para a caça hoje um cão de companhia e beleza. Na busca de uma melhoria em suas características exteriores houve uma seleção involuntária de indivíduos com agressividade mais acentuada. Hoje o que pode se assistir são cães de grande beleza mas que comumente atacam e mordem seus donos. Neste caso assim como em outros casos não houve o surgimento de novos padrões comportamentais, mas sim um redirecionamento daqueles originais. É neste sentido que a etologia como modelo metodológico pode contribuir no entendimento do comportamento dos cães domésticos especialmente nos casos em que o animal exibe comportamento não desejados ou patológico

A contribuição da etologia
O modelo metodológico e conceitual da etologia parece ser mais eficiente como ferramenta para o veterinário homeopata possa alcançar a meta da individualização e chegar a uma compreensão dos animais, no que se refere ao fenômeno comportamental
A etologia fundamenta-se em um modelo sistêmico biológico, isto é considera o sistema orgânico como um todo que se relaciona tanto com o meio interno como com o externo. A ênfase é dada na observação e descrição do comportamento dentro de um contexto natural evitando pressupostos a priore . Aplica ao comportamento uma perspectiva essencialmente biológica de modo que as reações dos animais são vistas como aspectos dos fenômenos vitais. Sujeita portanto, as influências dos mecanismos de seleção natural isto é: assegurar a sobrevivência (adaptação e reprodução) do organismo num hábitat determinado .
Ao realizar o estudo comparativo das manifestações comportamentais dos animais pode-se observar similaridades. Todos podem ter comportamento territorial, sexual, apetitivo, social, mas que irão se manifestar de forma particulares segundo a raça, espécie, ou indivíduo, de acordo com o processo evolutivo e segundo o processo particular de adaptação ao meio ambiente, mesmo no caso em que a seleção foi artificial.
Por isso é preciso se conhecer bem todo o repertório de comportamentos próprios da espécie bem como todos aqueles considerados como problemáticos ou adaptativos.
O veterinário de aposse deste modelo metodológico deveria aplicá-lo em sua clínica diária para aprofundar o conhecimento do animal que está tratando e assim escolher o medicamento homeopático mais adequado.

Bibliografia
1. Dehasse, J.& Buyser, C. Comportamento e educação do cão. São Paulo, Livraria Varela, 1995
2. Fox,M.W.Behaviour of Wolves, Dogs and related canids. New York, Harper& Row Publishers, 1971
3. Franz,M.L.O caminho dos sonhos .São Paulo,Cultrix, 1988
4. Hafez, E.S.E. Behavior of domestic animals. London, Bailliere, Tindall. and Cassel,1975
5. Hafez,E S E et all The behaviour of Domestic animals.London,Baillière Tindall
6. Mckeown, D.B.; Luescher, U.A.; Halip, J.W.; Hewson, C., Seminar of canine behavior. Columbia, Academy Veterinary Medicine, 1995
7. Romanach,A.K.,Homeopatia em 1000 conceitos. São Paulo, Elcid,1984

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

OPTAR POR UM GATO PRESO OU SOLTO




Talvez o miado de um gato querendo entrar em casa nos cause pena. Quando se trata da porta da frente, muitos de nós acreditam que nosso gato não ficará satisfeito enquanto ele não sair de casa. Mas, mesmo assim, a maioria age do mesmo jeito quando quer entrar em casa (ou, na verdade, quando querem passar por qualquer porta). Os gatos querem mesmo sair de casa? Eles precisam disso? E mesmo se a resposta para ambas as perguntas for "sim", é essa a melhor opção para os gatos?

Os gatos precisam sair de casa como os cães?
O principal motivo para sairmos com nosso cão é para que façam suas necessidades fisiológicas, acompanhada pelo exercício físico. Apenas os menores cães conseguem sobreviver correndo dentro de casa. Os cães caçam em matilhas, o que significa que trabalham em conjunto para cansar a presa. A caça pode durar o dia todo, ou seja, os cães têm um instinto natural para correr...correr...e correr. É preciso muito espaço livre para esse tipo de comportamento. Os gatos, por outro lado, são "caçadores de emboscada". Eles costumam correr muito por períodos relativamente curtos. Um corredor de comprimento razoável dá espaço suficiente para isso. Esse comportamento combinado ao instinto de enterrar as fezes (é por isso que os gatos se acostumam a usar uma caixa de areia) contribuem para que não haja motivo sufuciente para levar o gato à rua.

É natural o gato ir à rua?
Claro, ar fresco e luz do sol são bons para todos - pessoas ou gatos. Mas será que a vida ao ar livre realmente é mais "natural" para o seu gato? Claro, os ancestrais selvagens dos gatos viviam à solta, mas isso foi há alguns milhares de anos e várias centenas de gerações atrás. Para completar, esses ancestrais habitavam as regiões áridas do Oriente Médio - bem diferentes do clima e do ambiente dos Estados Unidos hoje. Depois que os gatos foram domesticados, eles deixaram de ser totalmente "naturais"; depois de retirados de seu habitat original, eles tiveram que se esforçar para adaptar os instintos apurados durante dezenas de milhares de anos vivendo em desertos às novas circunstâncias. Eles nunca conseguiram se adaptar a algumas dessas circunstâncias - o frio cortante do inverno do meio-oeste, cães e animais selvagens que os transformam de caçadores em caçados e caminhões e carros velozes - para citar apenas algumas.

A vida ao ar livre não é assim tão boa
O que espera por seu gato do lado de fora da porta de entrada da casa? Claro, há árvores e grama e todas as paisagens, sons, aromas e alegrias da natureza - coisas boas para todos nós aproveitarmos. Mas também há animais perigosos, pessoas cruéis, tráfego, doenças e autoridades do controle de zoonoses (que poderão estar em seu direito legal de apanhar e prender o seu gato se ele estiver fora de casa). O único modo confiável de manter o seu gato protegido de todos esses riscos fatais é mantê-lo dentro de casa.
A verdade seja dita, gatos do campo não têm necessariamente mais segurança ao ar livre do que os gatos urbanos. Claro, há muito mais chance de ser atingido por um carro ou atacado por um cão de rua na cidade. Mas no campo, temos alguns predadores que correm mais, mais rapidamente e com mais astúcia do que um cão urbano feroz. Nós também temos vias menos iluminadas, tornando gatos de rua mais difíceis de ser vistos - e mais fáceis de serem atropelados - além de mais tipos de insetos transmissores de doenças, por exemplo os carrapatos.
Uma série de doenças felinas graves e fatais dissemina-se apenas com o contato com gatos infectados - ou com regiões onde há gatos infectados. O vírus da imunodeficiência felina (FIV), que causa uma perturbação no sistema imunológico do gato, é transmitido, sobretudo, por mordidas de gatos infectados. E o vírus da leucemia felina (FeLV) geralmente requer contato direto prolongado com um gato infectado, por exemplo, o compartilhamento de caixas de areia ou de vasilhas de água e de alimentos, além do fato de que um animal acaba lambendo o outro, uma limpeza mútua. Muitas vezes, os riscos de doença são pequenos ou desprezíveis para gatos presos, significativamente maiores para gatos soltos ou gatos que vivem presos e soltos. Donos de gatos - sobretudo aqueles que têm filhos pequenos - devem saber que gatos que vão às ruas têm maior probabilidade de contrair doenças e parasitas que podem contaminar o homem, desde probleminhas como pulgas até doenças mais graves como a doença de Lyme, transmitida pelo carrapato e a perigosíssima raiva.
Sair com segurança
Só porque é mais seguro para o seu gato viver dentro de casa e não vagar pelas ruas, isso não significa que ele nunca poderá ver a luz do dia, exceto pela janela. Uma correia (sem coleira) é um modo razoavelmente seguro para você e para o gato saírem e tomar ar fresco e um pouco de sol. Mas alguns gatos nunca vão se acostumar a saírem presos a uma correia. A experiência regular desde a fase de filhote ajuda, e alguns gatos treinados até mesmo pedem para sair. Obviamente, mesmo com a correia, o gato corre o risco de pegar pulgas - e de encontrar gatos e cães soltos na vizinhança.
Construir uma passarela para gatos não é tão complicado quanto parece. As passarelas precisam ser fechadas de todos os lados (até mesmo na parte superior), com ancoragem firme e construção sólida. As telas devem ser as mais resistentes do mercado e as laterais devem estender-se alguns centímetros abaixo da superfície do solo para impedir que os gatos cavem buracos para sair - ou que outros animais cavem buracos para entrar. Se a passarela não for anexa à sua casa com uma portinhola (gateira) ou outro vão que leve ao interior da casa, é necessário acrescentar algum tipo de abrigo aquecido e à prova d##água para que o gato possa usar em caso de condições climáticas adversas.
É importantíssimo que a passarela ou outro abrigo similar ao ar livre sejam fechados na parte superior. Gatos têm grande habilidade para escalar e saltar, e mesmo um muro de 2 a 3 metros não os intimida, sobretudo se houver telas às quais eles possam se agarrar. O teto e as laterais da passarela também oferecem outro tipo de segurança - eles impedem a entrada de outras coisas. Aberturas no teto ou nas laterais permitem a entrada de animais perigosos ou violentos, pessoas e coisas em uma área da qual o gato talvez não consiga escapar.
A segurança é um problema para os gatos soltos, que vão às ruas
Gatos soltos entram em brigas barulhentas com outros gatos à noite, comem ou arrancam as plantas dos vizinhos, matam pássaros (mas também podem ajudar a controlar a população de roedores da região), e enterram seus dejetos nos jardins alheios. Embora algumas pessoas - e alguns donos de gatos - considerem esses problemas insignificantes, muitas outras os consideram gravíssimos. Se o seu gato entrar em uma briga, as conseqüências serão piores do que o fato de acordar os vizinhos com os miados e berros. Os arranhões superficiais na face ou no dorso do animal não são tão problemáticos. Mas ele também pode ter ferimentos provocados por mordidas que se fecham rapidamente, com sujeira e germes em seu interior, e que criam um abcesso doloroso vários dias depois. As mordidas durante as brigas também são a forma principal de disseminação do vírus da imunodeficiência felina. Gatos não esterilizados que vagueiam pelas ruas também contribuem para o aumento da população felina, um problema que lota os abrigos e resulta em milhões de animais "sacrificados" anualmente.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

MANTER EM DIA A CARTEIRA DE VACINAÇÃO DOS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO GARANTE A SUA LONGEVIDADE


"Quando foi a última vez que você vacinou seu animal de estimação?". A pergunta faz quem tem um pet em casa colocar a memória para funcionar e a verdade é que por esquecimento ou falta de informação até mesmo donos que mantêm uma preocupação com a saúde e o bem-estar dos seus animais deixam de atualizar a carteira de vacinação que deve acompanhar cães, gatos e outros animais durante toda a vida.
“É preciso lembrar que os animais precisam ser vacinados anualmente e não apenas quando são filhotes”, esclarece o Dr. Marcelo Quinzani, médico veterinário e diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care.
A unidade especializada no tratamento de pequenos animais aposta na informação e nos avisos constantes aos proprietários para fazer valer a máxima que diz que prevenir é melhor do que remediar.
Os clientes cadastrados no Pet Care contam com uma ajuda para não esquecer a data da próxima vacina do seu pet. É que o hospital possui um programa que armazena as informações sobre cada animal que é atendido no local e gera avisos referentes às datas das próximas imunizações. Esses alertas são encaminhados para os proprietários via e-mail ou por telefone.
“Para cães as vacinas consideradas essenciais são a V8 ou V10 e a vacina anti-rábica”, ensina o veterinário. As vacinas contra gripe, giárdia e de leptospirose são consideradas opcionais. “E a idicação depende da avaliação do médico veterinário frente a exposição do animal a essas três doenças”.
“Os gatos devem receber anualmente as vacinas anti-rábica e a quádrupla felina e os ferretes ou furões devem ser imunizados contra cinomose”.
Exija um médico veterinário:
As vacinas consideradas éticas só podem ser comercializadas e aplicadas por um médico veterinário, pois é esse profissional que possui o conhecimento necessário para realizar a indicação da vacina e para os cuidados de armazenamento e manipulação do produto. Outro ponto importante é que todo animal deve passar por uma avaliação clinica antes de receber a imunização.
“São verificados itens como idade, data da última vacinação e quais vacinas já foram aplicadas, o seu estado geral, condição física, condição da pelagem, peso atual e peso anterior, temperatura, antecedentes mórbidos, doenças concomitantes, possibilidade de gestação, entre outras informações importantes para avaliar se o animal deve ser vacinado ou não”, explica Quinzani.
“Isso evita que animais que não estejam em condições de responder de maneira adequada ao estimulo vacinal recebam a vacina” alerta o veterinário.
O diretor clínico do Pet Care lembra ainda que para muitos animais a vacinação anual é a única visita ao veterinário, o que torna a consulta ainda mais importante.
“Muitas vezes durante essa avaliação clínica descobrimos algumas doenças, prevenimos outras, controlamos peso, saúde dos dentes, sempre procurando proporcionar saúde e longevidade ao animal”, ressalta. “Sabemos que cuidados preventivos são extremamente importantes para isso e a vacinação é só uma parte desses cuidados”.
Quinzani ressalta também que animais doentes, filhotes com menos de 30 dias, fêmeas em gestação e animais com históricos de reações alérgicas à vacina não devem receber vacinação.

sábado, 26 de setembro de 2009

ANIMAIS DE COMPANHIA

Radar Pet identifica comportamento dos proprietários de cães e gatos no Brasil
Dados do Radar Pet 2009, pesquisa inédita com representantes das classes econômicas A, B e C, que acaba de ficar pronta, indicam que a posse de animais domésticos ainda está muito relacionada com a faixa etária dos membros da família e com a formação dos lares. Com base na pesquisa, a população estimada total para as classes A, B e C é de 25 milhões de cães e 7 milhões de gatos, no Brasil. O cachorro continua sendo o animal de estimação preferido nos lares que possuem cão ou gato, atingindo 79% das escolhas, sendo que o gato é preferido por 10% destas residências. Cães e gatos coexistem em 11% dos lares que têm animais de companhia.

Encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), do SINDAN (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal) o Radar Pet tem por objetivo acompanhar hábitos e tendências dos proprietários de pets brasileiros. Alguns números ajudaram a desmistificar a idéia de que os membros da classe A preferem gatos, que são preferidos por apenas 9% deste grupo. Os cães são prediletos em 85%, e as duas espécies convivem em 6% dos lares desta classe.

O gato também não é preferido dos solteiros, que – acreditava-se até então – enfrentavam mais desafios para cuidar dos cães. Os felinos são escolhidos por apenas 20% dos solteiros e os cachorros, por 73% destes proprietários. A coexistência está em 7% dos lares de quem vive sozinho. No caso dos casais sem filhos, a preferência por cachorro é ainda maior: 83% contra 6% dos que elegem os gatos.

Ainda nos lares dos casais sem filhos a pesquisa mostra que a penetração de cães e gatos é de 43%. Porém, ao considerar o ciclo de vida dos proprietários como casal com filhos pequenos, de até nove anos, esse número cai para 33%, o que demonstra que os casais preferem não manter animais quando estão com filhos pequenos, devido a preocupações e mitos ligados a segurança e higiene.

“Essas informações são fundamentais para que possamos investir na desmistificação desse conceito, uma vez que é possível e especialmente, saudável, a convivência entre crianças e animais de estimação. Inúmeras pesquisas indicam claramente o impacto positivo do animal no dia a dia e também na saúde e no comportamento das crianças”, acrescenta Luiz Luccas, presidente da Comac.

A pesquisa ainda aponta que os lares de casais com filhos jovens e adolescentes lideram na presença de cães e gatos com 50%. “Esses dados, inclusive, podem nos auxiliar a melhorar o índice citado acima entre os casais com filhos pequenos, pois é justamente o valor dos animais na relação com as crianças, jovens e adolescentes que explicam a concentração maior de animais nesse ciclo de vida do proprietário. É possível que essas crianças possam se tornar adultos e idosos que prefiram mais ter pets”.

Nos lares da terceira idade, nota-se, porém uma queda na presença de cães e gatos, segundo a pesquisa. Isso provavelmente se deve a diversos fatores, desde ao fato de que o animal nesse período está mais velho e morre, até ao fato do filho que morava com os pais ir embora e levar o cão, e ainda ao casal idoso que ficou com o cão do filho que foi morar sozinho, o cão faleceu e não foi reposto.

“Diante desse quadro, é também importante realizarmos um trabalho de conscientização da terceira idade para a questão de que os cães são muito benéficos também nesse período de vida. Uma alternativa excelente é a adoção de animais adultos, menos dependentes de seus donos”, analisa Luccas.

Outro dado interessante diz respeito ao tipo de moradia. O cão está em 79% dos proprietários que moram em casa e em 78% dos que vivem em apartamento. No caso do gato, 8% moram em casas e 18% em apartamentos.

Dentre as raças caninas mais apreciadas na hora de adotar um animal de estimação, os animais sem raça definida (SRD) estão em 36% das escolhas, seguidos por poodle (24%), daschund (7%), pinscher (7%), entre outros. No caso dos gatos, os animais SRD representam 77% das respostas, seguidos por siamês (26%), persa (4%), angorá turco (3%) e outras raças.

Outro ponto destacado na pesquisa é o nome mais comum entre cães e gatos. No caso dos felinos, Mimi (3%) e Mel (2%) são os nomes preferidos, seguidos por Kiko, Nino, Belinha, Chiquinha, Fredy, Garfield e Preto (cada um destes aparece em 1% das respostas). Para batizar os cães, os proprietários preferem Mel (3%), Nina (2%), Billy (2%), Bob (2%), Suzi (2%), Princesa (2%) e Rex (1%).

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

REMÉDIOS CASEIROS PARA CÃES

Introdução
Há muita coisa que você pode fazer pelo seu cão com os primeiros socorros caseiros. Não queira rivalizar com o veterinário em experiência - e nem tente. Algumas vezes, um cão doente precisa ir ao veterinário. Mas, um conhecimento amplo das doenças de cães e seus sintomas mais comuns tornará você um melhor dono de cão e pode significar uma vida mais longa e feliz para seu cachorro. Neste artigo, veremos vários tópicos relativos a cuidados com cães.
• Avaliação da saúde de seu cão
Por diversas razões, é útil saber avaliar a saúde de seu cão. Seu cão doente deve ser levado ao veterinário? Ou é algo que pode ser feito em casa? Nesta seção, oferecemos uma lista básica de exames que você pode fazer em seu cão e que vão ajudá-lo a reconhecer as enfermidades mais comuns e como tratá-las ou quando levar ao veterinário. Por exemplo, ensinaremos como examinar os olhos, as orelhas e a boca do cão. Todos os donos de cães devem se familiarizar com estas informações.
• Cães com pulgas
Pulgas são um problema comum em cães e é fácil de saber o porquê. Elas pulam facilmente de um cão para outro. E é aí que começa o problema. Pulgas são sugadoras de sangue, de modo que podem ser prejudiciais para a pele dos cães. Em alguns casos, as pulgas podem causar infecções bacterianas nocivas. Saber como tratar de um cão com pulgas é de fundamental importância. Esta página oferece algumas informações sobre pulgas, incluindo como livrar seu cão das pulgas sem apelar para produtos químicos.
• Cães afetados pelo capim rabo-de-raposa
A rabo-de-raposa é um tipo de capim que tem cerdas aguçadas no topo. A rabo-de-raposa pode facilmente grudar na pelagem de um cão e então perfurar a pele do animal. Esses ferimentos podem provocar infecções perigosas. O que fazer? Após seu cão ter feito um passeio externo, examine a pelagem. Se encontrar uma rabo-de-raposa, retire imediatamente. Se você não conseguir removê-la, leve o cão ao veterinário. Siga nossas instruções para lidar com essa ameaça espinhenta.
• Cães com sarna
A sarna designa uma ampla gama de ácaros que podem infestar a pelagem de seu cão e provocar danos. A melhor maneira de tratar a sarna é evitá-la totalmente. Isso pode ser feito com banhos e escovações freqüentes. Algumas vezes, os ácaros da sarna se instalam na pele de seu cão, não importa o que você faça. Esta seção explica como livrar seu cão da sarna.
• Cães com excesso de peso
A obesidade é um problema de saúde para seres humanosm e para os cães não é diferente. Os cães também podem engordar, especialmente cães idosos que se movimentam menos. Nesta seção, explicaremos como descobrir se seu cão está acima do peso. Caso esteja, damos algumas dicas sobre como exercitá-lo regularmente e como resistir ao impulso de dar comida em excesso. Os conselhos desta seção podem ajudar a assegurar que seu cão terá uma vida mais feliz, mais saudável e mais longa.
• Cães afetados por espinhos de ouriço
É pouco provável que em um cãozinho de estimação sejam encontrados ouriços, mas cães com muita atividade externa podem ter. E alguns cães nunca aprendem como evitar ouriços, mesmo depois de uma experiência dolorosa. Se o seu cão não consegue ficar longe dos ouriços, você precisa aprender como removê-los. Veja como extrair espinhos de ouriço ou reconhecer quando é hora de levar o cão para tratamento veterinário.
• Cães com ferimento nas patas
Depois de um longo dia andando, seus pés doem. Acredite, cães também machucam os pés, especialmente cães que adoram correr e brincar. Apesar das patas serem resistentes, elas são suscetíveis a arranhões, queimaduras e muito mais. Veja como tratar de seu cão se essa situação acontecer.
• Cães com queimaduras solares
Até os cães estão sujeitos a queimaduras solares, especialmente aqueles com pelagem curta que ficam ao sol com o abdômen exposto. Nós simplesmente aplicamos uma camada de protetor solar para nos protegermos do sol e o mesmo pode ser feito com cães. Mas assegure-se de que ele não lamba a loção. Há maneiras de remediar queimaduras solares em cães e de impedir que ocorram enfermidades. Saiba como nessa seção.
• Cães afetados por vermes
Os vermes são prejudiciais ao seu cão. Ainda que diferentes tipos de vermes exijam diferentes tipos de tratamento, geralmente a doença pode ser tratada com remédios. Leia esta seção para conhecer os detalhes sobre como reconhecer e tratar verminoses em cães.
• Como cuidar de um cão doente
Não importa a doença, você fará de tudo para acelerar a recuperação de seu cão. Há muita coisa que você pode fazer em casa. Nem sempre é necessário levar seu cão ao veterinário quando ele estiver abatido. Damos instruções para recuperar a saúde de seu cão em sua própria casa.