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MEU ANIMAL AMIGO: PROVAS DA EXISTÊNCIA DA ALMA DOS ANIMAIS

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

PROVAS DA EXISTÊNCIA DA ALMA DOS ANIMAIS



Até aqui falamos em Alma dos animais, crendo que todos nós compartilhamos da mesma crença de que eles a possuam.

Mas e se não acreditar? Há provas da existência dela?

No início do século XX, Bozzanno, um cientista italiano, que estudava os fenômenos do Espiritismo, escreveu um livro intitulado: "Os animais têm alma?" A publicação deste livro foi necessária para mostrar às pessoas que os animais possuem alma, pois muitos não acreditavam nisso, como nem todos ainda hoje acreditam. No entanto, na "Revue Spirit" de 1866 havia a seguinte chamada: "As mulheres têm Alma?" Muitos não acreditavam que elas as tivessem, assim como os escravos, os Índios e os negros. Não é preciso dizer que o orgulho os mantinha afastados da crença de que qualquer ser humano é igual a outro. Assim atualmente os animais estão passando por esta fase de quebra de sistemas de orgulho e os seres humanos estão começando a vê-las como possuidores de alma, inteligentes e que sentem, além disso, têm consciência de si e do ambiente em que vivem.

Aranha de Dellanne

Em uma das reuniões de cunho científico das quais participou o cientista Gabriel Dellanne, a médium que era testada notou quando um dos participantes da reunião pisou e matou uma aranha que passava pelo ambiente e disse:

"Posso ver o Espírito da aranha evolar-se do seu corpo", ao notar que o Espírito do aracnídeo separou-se do corpo físico emancipando-se dele.

A pessoa que pisou na aranha perguntou:

"Qual é a forma do Espírito desta aranha?" e a médium respondeu: A mesma forma do corpo da aranha".

Estas palavras abriram uma discussão a respeito da existência ou não da Alma dos animais.

Foca de Gambier Bolton

No livro "Ghost in solid", o zoólogo Cambier Bolton descreve a experiência de materialização de uma foca, que faleceu dias antes sob seus cuidados. A aparição foi assistida por testemunhas sob rigoroso controle contra fraudes.

Manifestação pós-morte de animais de Bozzanno

Bozzanno descreve em seu livro "Os animais têm alma?" o caso de um astrônomo que era dono de um cão da raça São Bernardo. O cão não era muito sociável e a mãe do astrônomo ameaçou matá-lo porque temia ser atacada por ele. Certo dia estava em seu escritório quando notou o aparecimento repentino do cão que deveria estar em casa. Notando que seu cão surgiu sob o batente da porta, imediatamente o chamou para perto de si. Tímido, o cão aproximou-se. Quando tentou tocá-lo, ele desapareceu diante de seus olhos. Ligando para casa, ficou sabendo que sua mãe acabara de mandar matar o animal.

Cães materializados de Franck Kluski

Franck Kluski publicou na revista de metapsiquismo de agosto de 1921 um caso em que surgiu em uma sessão de materializações uma águia que foi inclusive fotografada.

O papagaio de Gambier

O cientista Cambier relata a materialização de um papagaio que vivia na casa onde foram feitos os experimentos antes de desencarnar. Ele repetia as mesmas palavras e frases que conhecia quando era encarnado.

Cão materializa-se e encontra seu dono

Um cão descrito também por Cambier materializa-se, encontra sua dona entre os assistentes e corre para ela. Aconchegando-se em seu colo, permaneceu até o término dos experimentos. Só então saltou do colo e desmaterializou-se, mas deixou alguns pêlos presos na roupa de sua dona, confirmando que realmente esteve ali. Colocados em uma caixa lacrada, após alguns dias eles começaram a diminuir de tamanho e desapareceram.

Desdobramento do corpo espiritual de animais encarnados

Quem já leu o livro "Todos os animais merecem o céu" deve se lembrar de uma passagem em que o cão Boris se desdobra para auxiliar seu dono que se encontrava em apuros. Para os menos crentes que os fenômenos espirituais podem ser reproduzidos com animais, parece incrível que isso aconteça, mas há relatos de pessoas que contam casos semelhantes.

Uma senhora contou-nos que a família toda presenciou seu cão, que dormia tranqüilo, enquanto ele próprio se manifestava, materializando-se em desdobramento e punha um assaltante para correr de casa ao ser atacado pelo cão duplo.

No livro de Carlos Bernardo Loureiro, "Fenômenos espíritas no mundo animal': ele cita o caso do escritor Nador Fodor, cujo cão fora dado a uma pessoa antes que ele se mudasse da Europa para os Estados Unidos. O cão tinha hábito de andar sobre as teclas do piano e certa noite ouviu-se as teclas sendo acionadas como ele fazia quando andando sobre elas. Todos de casa ouviram o som do piano e indo verificar, notaram que a tampa estava abaixada.

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