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MEU ANIMAL AMIGO: Fevereiro 2007

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

10 MANDAMENTOS ANIMAIS

Os 10 Mandamentos para quem possui um animalzinho em casa:

1 - A minha vida deve durar entre 10 e 15 anos. Qualquer separação de você será muito dolorosa para mim.

2 - Dê-me algum tempo para entender o que você quer de mim.

3 - Tenha confiança em mim. É fundamental para o meu bem-estar.

4 - Não fique zangado comigo por muito tempo e não me prenda em nenhum lugar como punição. Você tem o seu trabalho, os seus amigos e as suas diversões. Eu só tenho você!

5 - Fale comigo de vez em quando. Mesmo que eu não entenda as suas palavras, compreendo muito bem a sua voz e sinto o que está me dizendo.

6 - Esteja certo de que, seja como for que você me trate, isso ficará gravado em mim para sempre.

7 - Antes de me bater, lembre-se de que eu tenho dentes que poderiam feri-lo seriamente, mas que eu nunca os usarei contra você.

8 - Antes de me censurar por estar sendo preguiçoso ou teimoso, me pergunte se não há alguma coisa me incomodando. Talvez eu não esteja me alimentando bem. Pode ser que eu esteja resfriado, ou é meu coração que está ficando velho e cansado, ou ainda, eu esteja simplesmente precisando de um carinho, um colo.

9 - Cuide bem de mim quando eu ficar velho. Você também vai ficar.

10 - Não se afaste de mim nos meus momentos difíceis ou dolorosos. Nunca diga "prefiro não ver" ou "faça quando eu não estiver presente". Tudo é mais fácil pra mim, com você ao meu lado.

Uma homenagem aos nossos amigos verdadeiramente leais, nos bons e maus momentos de nossas vidas!

O HOMEM E O CACHORRO

Um certo homem ouviu dizer que óleo de fígado de bacalhau era bom para saúde do seu cachorro.
Então resolveu dar o óleo todos os dias para o animal....
Prendia o pobre cachorro entre as pernas e enfiava o óleo goela abaixo do bicho. O animal se rebelava e se debatia furiosamente, todos os dias.
Um dia o cachorro se soltou e para espanto do homem o animal veio e lambeu a colher de óleo...
Foi aí que o homem entendeu, que o cachorro não lutava contra o óleo, mas sim contra o método usado pelo homem, para lhe dar o óleo...

Reflexão:
Muitas vezes o problema não é o que fazemos, mas como fazemos.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

OS ANIMAIS

Espírito: Van Der Goehen / Psicografia: Eurípedes Kühl
Livro: O Quartel E O Templo

“Quando falamos dos mamíferos, que é a ordem mais elevada do reino animal, não podemos negar ao nosso coração o direito de amá-los”.
São nossos irmãos, inferiores, é verdade, mas colocados no mundo com duplo objetivo: ajudar o progresso do homem e evoluir.
Se não existissem elefantes, camelos e principalmente cavalos, provavelmente a humanidade ainda estaria no paleolítico, que se perpetuaria.
A força animal, muito maior que a humana, largamente utilizada na agricultura e nas construções de toda espécie, em todos os lugares e desde todos os tempos, removendo obstáculos, conduzindo pedras enormes, árvores, arados e fardos, possibilitou ao homem sair da caverna e hoje utilizar seu computador; ou, ver sua televisão, receber amigos e saborear deliciosas e finas iguarias,
tudo isso a muitos e muitos metros do chão, em luxuosos apartamentos de cobertura...
Da canoa aos transatlânticos, do carro de boi ao avião supersônico,
das peles curtidas aos confortáveis tecidos, tudo, tudo se deve ao esforço humilde, subserviente, desinteressado e inigualável dos animais!
...
Meus irmãos:
O homem convivendo com os animais tem uma colossal influência sobre seu comportamento.
Ao prodigalizar-lhes respeito, amparo e amor desanuviam nos seus cérebros selvagens as tendências inatas de sobrevivência, regidas pela "lei das selvas", segundo a qual vence sempre o mais forte.
Geração após geração, os animais que convivem com o homem vêm se transformando, em lenta, porém, inexorável evolução, já não sendo raro vermos feras receber afagos humanos e retribuí-los.
Todos os animais, por natureza, são selvagens.
Talvez, o maior auxiliar do homem, dentre todos, tenha sido o primeiro a ser domesticado: o cavalo.
Com ele, desbravaram-se regiões desconhecidas, vencendo distâncias.
Após o cavalo, na escala de ajuda aos homens, temos o generoso casal boi/vaca, com funções distintas, que na vida e na morte só faz atender ao homem.
Se o cavalo vai perdendo espaço, os bovinos aumentam sua utilidade, sendo hoje indispensáveis à sobrevivência alimentar humana.
Até quando? Só Deus sabe...
A seguir, temos os elefantes: tão grandes quanto sensíveis, prestaram-se em demorados séculos a transportar pesadas cargas (toras e pedras).
Ainda hoje, há regiões no planeta que sem eles sucumbiriam.
Os caprinos: mansos e acomodados, forneceram abrigo contra o frio, além de alimento com seu leite e sua carne.
Trazidos para o lar e tratados como elementos da família, estão os cães e os gatos.
A moderna Psicologia recomenda tê-los em casa, pois, são fonte inesgotável de carinho e aplanadores de tensões da vida moderna.
Falemos, antes, dos pássaros engaiolados: é crueldade privar seres que poderiam transitar pela vastidão dos céus, reduzindo sua locomoção a poucos centímetros de espaço cercado de arames...
Irmãos libertai os pássaros!
Quanto aos cães, passaram a trocar amizade com seus donos quando
também encontraram reciprocidade: recebendo proteção, alimento e carinho nos lares, retribuem com amizade desinteressada e constituem-se em sentinelas permanentemente atentas; garantem a segurança da família e do patrimônio.
Não são poucos os registros de atos de incomparável heroísmo e desprendimento de cães a homens.
Quanto aos gatos:
Ah, os gatos!
Observados pelos egípcios, milênios atrás, foram trazidos para dentro dos ambientes domésticos por serem inimigos naturais dos ratos. Mas, seria só isso que os mantêm até hoje nos lares?
Certamente que não.
Sua natural independência irrita algumas pessoas, porém, assim, foram criados por Deus que os dotou de predicados invejáveis: agilidade, provável percepção astral e delicadíssimos contornos que os tornam tão graciosos.
Dentro de casa são sentinelas muito mais competentes que os cães, pois que pressentem movimentos externos, absolutamente inaudíveis ou perceptíveis àqueles.
Descendendo da linhagem dos felinos, trazem, na verdade, traços de agressividade e selvageria. Mas, quem lhes trata e dedica carinho, recebe deles demonstrações inequívocas de gratidão e amizade.
Companheiros em Jesus:
Outros animais, entre monos, felinos e ursos, aceitam o convívio com
o homem na pessoa de domadores e tratadores sem agredi-los no triste cativeiro dos circos ou nos não menos tristes zoológicos.
Nos animais predomina o instinto e existem lampejos de inteligência, por esses lampejos é que absorvem a influência dos seus donos ou dos seus tratadores, passando a carrear na própria estrutura psíquica além de condicionamentos, possibilidades de atos mais ou menos inteligentes.
Vemos assim que o homem tem plenas condições de atenuar o instinto selvagem do animal, apaziguando-o com proteção, respeito e carinho. Assim procedendo, colabora com a evolução das espécies, o que faz parte primordial da Vida e dos planos de Deus.
No mundo espiritual, após a morte física, as almas dos animais se juntam, por simbiose - por similaridade física e psíquica.
Espíritos da Natureza, especialmente designados pelos Planos Superiores, cuidam dessas almas providenciando seu retorno à vida terrena, ou então, separando os que mais se destacam por nobreza de ações. Esses últimos quais criancinhas matriculadas em escolas maternais, recebem de destacados especialistas celestes os primeiros raios de raciocínio. Daí, não será demais afirmarmos que à frente, nas esquinas do tempo, esses rudimentares alunos ao reencarnar estarão com as primitivas formas orgânicas humanas...
Porque, embora seja superior à nossa capacidade em palmilhar os desígnios divinos, não nos padece dúvida, conquanto intuitivamente, que os homens de hoje, foram exatamente os animais de ontem...
Indo além em nossas humildes elocubrações, pedindo perdão ao Criador pela nossa talvez descabida, porém, sincera ousadia em tentar decifrar tão elevados mistérios, podemos imaginar que considerando a multiplicidade de mundos no Universo, nessa primeira etapa hominal serão alocados em um deles, consentâneo com seu nível evolutivo..
E mais perdão ainda precisamos, pois não podemos ocultar que pensamos ter o nosso planeta superado essa fase - a idade da pedra -, tendo já evoluído, ele próprio, como, aliás, tudo o mais no Universo, que é obra de Deus!
“Que a humildade de Jesus seja para nós supremo ideal a ser conquistado e que as luzes do Mestre desde já iluminem um pouco mais nossos Espíritos.”
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* "Senhor Deus, permita-me usar sempre a razão e o bom senso,
ainda que o apelo dos vícios seja forte, insistente e constante na minha intimidade.”.

mensagem

domingo, 25 de fevereiro de 2007

NOSSOS IRMÃOS ANIMAIS

Bem do ladinho do céu há um lugar chamado “Rancho Alegre”, esta é uma das colônias espirituais para onde vão os animais quando desencarnam. Lá existem riachos e colinas para que todos os nossos amigos possam correr e brincar juntos. Tem muita comida, água e sol, e nossos amigos estão quentinhos e confortáveis. Todos os animais que estavam velhos e doentes voltaram a ter vigor e saúde; aqueles que estavam machucados ou aleijados estão inteiros e fortes novamente, exatamente como nas nossas lembranças dos tempos que já se foram. Os animais estão felizes e contentes, não sofrem como nós pela dor da perda ou ausência de alguém muito especial, que teve que ficar para trás.
Todos correm e brincam juntos, mas chega o dia quando um subitamente para e olha para longe. Seus olhos brilhantes estão atentos; seu corpo treme de ansiedade. De repente ele começa a correr para longe do grupo, voando sobre o gramado verde, suas pernas indo mais e mais rápido. Você foi avistado, e quando você e o seu amigo finalmente se encontrarem, vocês se abraçam numa reunião feliz, para nunca serem separados novamente. Os beijos alegres chovem sobre o seu rosto; suas mãos afagam de novo a cabeça amada, e você pode olhar mais uma vez nos olhos confiantes do seu amigo, ausentes a tanto tempo da sua vida, mas nunca longe do seu coração.
Para muitos, a esperança de que a vida sobrevive à morte e de que um dia em algum lugar você o encontrará alivia o sofrimento. Mas será que os animais têm mesmo alma? Será que eles reencarnam em seres humanos ou em outros animais?
Os animais são nossos "irmãos mais jovens" e, embora não estejam agora tão bem organizados, futuramente, alcançarão um estágio tão elevado quanto o nosso. Mesmo diante de todas as contradições com os ensinos dos Espíritos superiores. Jamais se afirmou que o animal não tem alma. Têm-se um princípio inteligente tem algo mais que a matéria e isso é o Espírito. O Espírito dos animais são reaproveitados geralmente na mesma espécie, pois a natureza não dá saltos. Só depois de muitas encarnações numa mesma espécie o Espírito que anima o animal muda para uma outra espécie. São focos de inteligência já individualizados, embora se mantenham cativos de um Espírito-grupo, caracterizado pela própria espécie no mundo espiritual. Os instintos fazem parte da individualidade, portanto os animais são individualidades também. Em cada espécie ele assimila determinadas características do futuro ser pensante. Necessário entender, porém, que o Espírito não precisa passar por todas as espécies existentes, para chegar à condição de ser humano. A alma animal, que já passou pelo reino mineral, onde a individualidade não existe, evoluiu através do reino vegetal e um dia iniciará a longa caminhada da espécie humana em direção à angelitude.
Homens, animais, elementais, devas, extraterrestres e todos os seres, encarnados e desencarnados, estão viajando em um mesmo destino chamado de "EVOLUÇÃO".
Os elementais (citados por Kardec quando se refere à ação
dos espíritos sobre a natureza, como os ventos, os temporais, etc.) são entidades que estão passando gradativamente do reino animal para a espécie humana.
A alma animal já possui, em maior ou menor quantidade, uma relativa liberdade e mantém a individualidade depois do desencarne. Ainda sem livre arbítrio, contudo, ela não dispõe da faculdade de escolha desta ou daquela espécie para renascer. Seu espírito progride, reencarnando em corpos cada vez mais capazes de lhe favorecerem condições para as primícias do raciocínio acima do instinto.
Como não possuem consciência de si mesmos, não estão sujeitos ao processo expiatório. A situação de abandono em que vivem alguns animais domésticos é reflexo da inferioridade moral da espécie humana. Se observarmos os animais na natureza, longe dos lugares onde vivem os humanos, veremos que todos são tratados por Deus da mesma forma. Cada um deles vive a experiência orgânica de que necessita naquele estágio, tendo em vista caminharem para um grau mais elevado na hierarquia do Espírito. Eles não têm Carma, pois não tem livre arbítrio. Os animais não são responsáveis pelos seus atos. Alguns são mais inteligentes pelos cuidados recebidos pelos homens, ou talvez, porque progrediram um pouco mais do que os seus irmãos da mesma espécie.
Quando ficam doentes, não sofrem no sentido em que normalmente se entende o sofrimento. No homem, o sofrimento funciona como um depurador de suas imperfeições, estimulando seu desenvolvimento moral. O animal não tem vida moral e por isso suas dores são apenas físicas. Claro, todas essas impressões positivas e negativas fazem parte das experiências que se acumulam para edificar o futuro ser pensante. Certamente não se está afirmando que o animal (a espécie física) de hoje será o homem de amanhã. Não. O Espírito que o anima, sim. Viaja nos caminhos da evolução em busca do reino dos seres que possuem raciocínio lógico, dotados então de livre arbítrio, pois são ai serão responsáveis por seus atos.
Muito mais do que supomos, os animais são assistidos em seu desencarne por espíritos zoófilos que os recebem no plano espiritual e cuidam deles. Alguns espíritos cuidam de grupos de animais e, à medida que eles vão evoluindo, o atendimento vai tendendo à individualização. Quanto ao reencarne dos animais, pergunta-se se os animais estabelecem laços duradouros entre si. Sim, existe uma atração entre os animais, tanto naqueles que formam grupos como naqueles que reencarnam domesticados. Procura-se colocar juntos espíritos que já conviveram, o que facilita o aparecimento e a elaboração de sentimentos.
Contudo, lá estão eles bem vivos e portando corpos espirituais compatíveis com sua linha evolutiva. Possuem corpos espirituais bem definidos e sobrevivem mesmo. Não formaram corpo espiritual algum lá, já o tinham aqui junto de nós! E muitas vezes sentem saudades de seus donos e surgem no ambiente onde viveram antes.
Os animais têm a sua linguagem, os seus afetos, a sua inteligência rudimentar, com atributos inumeráveis. São eles os irmãos mais próximos do homem, merecendo, por isso, a sua proteção e amparo.
Todo ser, criado por Deus simples e ignorante, é compelido a lutar pela conquista da razão, para em seguida burilar. Dor física no animal é passaporte para mais amplos recursos nos domínios da evolução. Dor física no homem, acrescida de dor moral, é fixação de responsabilidade em trânsito para a Vida Maior.
NOTA: O artigo foi escrito baseado nas obras do escritor Marcel Benedeti: “Histórias animais que as pessoas contam”; “A espiritualidade dos animais”; “Todos os animais são nossos irmãos”; “Animais no mundo espiritual”; “Todos os animais merecem o céu”.
Pelo fato de muitos escritos encontrados não serem psicografados, poderiam ser questionados... Se realmente trazerem os verdadeiros ensinamentos da doutrina, por isso sempre tomei como base O livro dos espíritos, A gênese, Evolução da alma, entre outros que completam as explicações.
Já no livro “A questão espiritual dos animais” de autoria da Dra. Irvênia Prada , temos informações que nos foram transmitidas, pelo espírito Álvaro, de que há vários tipos de atendimento para os animais desencarnados, dependendo da situação, especialmente para os casos de morte brusca ou violenta, possibilitando melhor recuperação de seu perispírito. Existem ainda instalações e construções adequadas para o atendimento das diferentes necessidades, onde os animais são tratados.
Sempre existem algumas contradições com os ensinos dos Espíritos superiores. Por isso deve-se estudar e estudar muito. É a única forma de sabermos distinguir a verdade da impostura. É isso o que nos ensina Allan Kardec. A gente só precisa saber o que é certo, para aproveitar o que é útil. Analise tudo, retenha somente o que é bom.
Juliana

amigo

Um tropeiro passava por uma estrada quando os seus olhos descobriram dois ratos que caminhavam um ao lado do outro, levando ambos uma palhinha, segurando um uma ponta e o outro, a outra. Teve a idéia de matá-los com o porrete que levava na mão. O primeiro, atingido pela pancada, fugiu, sem dar sinais de desespero, e o outro pára um tanto perplexo de que o outro se tenha posto em fuga. Verifica então ele que a sua imobilidade se devia ao fato de ser cego. O outro lhe servia de guia nas trevas da cegueira.

Não preciso dizer mais nada para que o leitor perceba que vai ler neste novo blog